29/06/07
28/06/07
Final da Supertaça
No seguimento do comentário efectuado pelo Álvaro, venho eu aqui dar para o "peditório", sobre a localização da Final da Supertaça.
Começando pelo princípio, é no mínimo estranho (para não dizer outra coisa), que a FPF comece por sugerir como palco para esta final o estádio do Algarve.
Primeiro porque será disputada em pleno pico do Verão, no local do país onde o Verão raramente dá tréguas, portanto, teriamos seguramente um desafio disputado a temperaturas que não seriam as ideais, para um espectáculo como deve ser uma final de um taça.
Depois, não podemos esquecer que o Algarve já irá receber a final da Taça da Liga, portanto não se percebe esta ânsia de lá colocar a Supertaça.
Para finalizar, é muito estranho que se sugira este estádio, quando se sabe de antemão que uma das equipas jogará a 300 km da sua base e a outra a 600 km!! Isto sobretudo quando há óptimas opções que respeitam a equidistância.
A ideia que transmitem é a de que as finais terão de se disputar sempre o mais a Sul possível... porquê, pergunto eu??
Temos a final da Taça de Portugal disputada a 95% das ocasiões em Lisboa, vamos ter a final da Taça da Liga no Algarve, e querem que a outra final em disputa vá também o mais para Sul possível. Alguém consegue encontrar uma lógica nisto??
Digam-me lá se, tendo em conta as actuais circunstâncias para a presente temporada, a solução mais lógica não era a seguinte:
Final da Taça de Portugal: Lisboa
Final da Taça da Liga: Algarve
Final da Supertaça: Porto
Mas será que alguma vez isto seria uma possibilidade?? Até deve ser blasfémia sequer pensar em tal possibilidade!!
Estão aprovadas!
Nuno, peço desculpa por estar a usar o teu post...;)
Começando pelo princípio, é no mínimo estranho (para não dizer outra coisa), que a FPF comece por sugerir como palco para esta final o estádio do Algarve.
Primeiro porque será disputada em pleno pico do Verão, no local do país onde o Verão raramente dá tréguas, portanto, teriamos seguramente um desafio disputado a temperaturas que não seriam as ideais, para um espectáculo como deve ser uma final de um taça.
Depois, não podemos esquecer que o Algarve já irá receber a final da Taça da Liga, portanto não se percebe esta ânsia de lá colocar a Supertaça.
Para finalizar, é muito estranho que se sugira este estádio, quando se sabe de antemão que uma das equipas jogará a 300 km da sua base e a outra a 600 km!! Isto sobretudo quando há óptimas opções que respeitam a equidistância.
A ideia que transmitem é a de que as finais terão de se disputar sempre o mais a Sul possível... porquê, pergunto eu??
Temos a final da Taça de Portugal disputada a 95% das ocasiões em Lisboa, vamos ter a final da Taça da Liga no Algarve, e querem que a outra final em disputa vá também o mais para Sul possível. Alguém consegue encontrar uma lógica nisto??
Digam-me lá se, tendo em conta as actuais circunstâncias para a presente temporada, a solução mais lógica não era a seguinte:
Final da Taça de Portugal: Lisboa
Final da Taça da Liga: Algarve
Final da Supertaça: Porto
Mas será que alguma vez isto seria uma possibilidade?? Até deve ser blasfémia sequer pensar em tal possibilidade!!
Nuno, peço desculpa por estar a usar o teu post...;)
27/06/07
Breves
26/06/07
"Turistas" pagos a peso de ouro
Benfica é o clube que mais gasta por ano com cada jogador
O Benfica gastou 767 mil euros com cada um dos seus 32 jogadores de futebol na época 2005/2006, mais 284.000 euros que a média do FC Porto e 332.603 acima do Sporting. No entanto, a equipa campeã nacional tinha mais 13 jogadores que o clube da Luz, o que aumentou os seus gastos com jogadores para 21,7 milhões de euros num ano.
O Benfica, que ficou no terceiro lugar na época 2005/2006, gastou 24,5 milhões de euros.Os dados estão presentes no "Anuário das Finanças do Futebol Profissional 2005/2006" realizado pela consultora Deloitte para a Liga Portuguesa de Futebol Profissional e em parceria com o jornal "A Bola".
JOE NO CCB, JOE NA PT, JOE NO BCP, JOE NO BENFICA. UAU, JOE

Nos últimos tempos, assim de repente, acho que Berardo não falhou um único acontecimento relevante ocorrido em Portugal. Eu próprio, nos meus sonhos, já me imagino a ser perseguido por um homem vestido de preto da sola dos sapatos até à gola, com um pin vermelho em forma de coração. Primeiro, foi a loooonga telenovela sobre o destino da sua colecção de arte contemporânea, que acabou albergada no CCB durante dez anos à custa do Estado português (Joe considera que fez um mau negócio, porque no final desses dez anos o País, a ressacar de aeroportos e TGV, vai evidentemente poder comprar-lhe a colecção por apenas 316 milhões de euros). Depois, foi a sua resistência a Belmiro na OPA da Sonae sobre a PT (Belmiro perdeu, Joe ganhou). A seguir, foi a contestação a Jardim Gonçalves no pós-OPA do BCP ao BPI (Jardim perdeu, Joe ganhou). Nos entretantos, assumiu-se como um dos patrocinadores no estudo da CIP que propôs Alcochete em vez da Ota como o sítio certo para construir o novo aeroporto (o Governo recuou, Joe avançou). Na última semana, apareceu a lançar uma OPA sobre 80% das acções do Benfica e a fazer directos em tudo o que era televisão (o Benfica engoliu, Joe sorriu). Parece aquela velha anedota: era um homem tão conhecido, tão conhecido, tão conhecido, que um dia foi ao Vaticano e as pessoas perguntavam: "Quem é aquele senhor de branco ao lado do Joe Berardo?"
Que Joe é mexido, não há dúvida. Mas esta avalanche mediática só é possível porque Portugal não chega a ser um jardim à beira-mar plantado: é mesmo uma caixita de fósforos, comprometida pela humidade. Basta um único homem com algum espírito de iniciativa, olho para o negócio e uns milhões no bolso para pôr os indígenas embasbacados e fazer parar metade do País. Reconheço-lhe o mérito e tiro-lhe o chapéu. Mas isto seria impensável em qualquer lugar realmente desenvolvido, com uma sociedade civil interventiva e uma classe empresarial pujante. Infelizmente, o sucesso de Berardo é a outra face da nossa pobreza. Ou, em forma de ditado popular: em terra de cegos quem tem olho é rei. Hey, Joe, lucky you.
DN Online João Miguel Tavares
jornalista
jmtavares@dn.pt
25/06/07
A hora do contra-ataque
Será de certeza isso que irá acontecer quando, em tribunal, Carolina Salgado, Leonor Pinhão, Luís Filipe Vieira e José Veiga, tiverem que provar todas as acusações que andam a fazer. O problema é que ainda falta muito para lá chegarmos e entretanto o nosso clube continua a sofrer ataques por parte destes quatro fundamentalistas mas também por quem devia ser isento em todo este processo, a procuradora-geral adjunta, Maria José Morgado.
Estranhei por isso que Pinto da Costa tenha dito que acredita na justiça portuguesa. Não pode ser verdade. No processo Apito Dourado a justiça tem estado de férias e o Presidente do FC Porto apenas está a ser politicamente correcto. É compreensível mas será que ganha algo com isso?
Francamente, no lugar dele começava a jogar ao ataque pois acredito que está na altura de apresentar alguns dos trunfos que tem guardados. E usava a comunicação social para os apresentar, todos os dias, até que alguém se lembrasse de investigar. E apresentava imagens dos jogos em que o FC Porto é acusado de comprar árbitros e depois comparava-os com alguns dos roubos de igreja que aconteceram na época passada e nas épocas anteriores. E acusava, sempre com provas, os árbitros e os dirigentes que mais nos têm roubado...Eu sei que o nosso clube não está habituado a estas pimbalhadas, mas em tempo de guerra não se limpam armas e criam-se novas formas de combater o inimigo. E os tempos actuais são de guerra.
23/06/07
A Revolta do Dragão contra a desinformação
Pinto da Costa que me perdoe o que vou dizer, mas tenho a certeza que bastava ele morrer amanhã para que este Portugal que é cada vez mais dos mais pequeninos, lhe reconhecesse valor. Porque infelizmente a história diz-nos que apenas depois de mortos é que muitos portugueses tiveram a homenagem que lhes faltou em vida e nem vale aqui meter exemplos porque eles são tantos, que eu, simples adepto que já não acredita na justiça deste país, nunca teria cabeça para me lembrar de todos.
No entanto, enquanto estiver vivo e principalmente ocupar o cargo de Presidente do FC Porto, Pinto da Costa terá sempre 6 milhões de fundamentalistas analfabetos a pisarem-lhe os calcanhares de maneira ainda mais violenta do que fez Katsouranis ao Anderson. Por inveja mas também por se sentirem inferiores. E com razão, diga-se, porque se eu estivesse no lugar deles e tivesse a comunicação social a dizer-me todos os dias que o meu clube é o maior e tem os melhores jogadores e depois aparecesse o Presidente do outro clube do norte e limpasse tudo e ainda tivesse tempo para bater vários recordes de transferências durante os últimos 25 anos, também ficava fodido.
Mas se compreendo que a cabeça deles já esteja do tamanho do estádio da Luz, não posso compreender que em vez de começarem a apostar na compra de bons jogadores para tentarem ser mais fortes dentro das quatro linhas, continuem a querer lugares no governo, na Liga, na comunicação social e na justiça. Mais incrivel ainda, que tenham influenciado uma prostituta a escrever mentiras só porque ela viu o seu "salário" desaparecer de um momento para o outro e teve de ir procurar "investidores" mais a sul.
É por isso que estou 100% de acordo com o amigo F.C.Limpa Tudo quando ele diz que acha "importante que toda a gente da Nação Portista subscreva" esta PETIÇÃO. Porque tanto a Sad como todos nós, portistas e desportistas, temos o direito a estarmos revoltados contra a desinformação que se apoderou do nosso país e temos o dever de fazer algo para que Portugal possa avançar e não recuar cada vez mais como infelizmente está a acontecer.
No entanto, enquanto estiver vivo e principalmente ocupar o cargo de Presidente do FC Porto, Pinto da Costa terá sempre 6 milhões de fundamentalistas analfabetos a pisarem-lhe os calcanhares de maneira ainda mais violenta do que fez Katsouranis ao Anderson. Por inveja mas também por se sentirem inferiores. E com razão, diga-se, porque se eu estivesse no lugar deles e tivesse a comunicação social a dizer-me todos os dias que o meu clube é o maior e tem os melhores jogadores e depois aparecesse o Presidente do outro clube do norte e limpasse tudo e ainda tivesse tempo para bater vários recordes de transferências durante os últimos 25 anos, também ficava fodido.
Mas se compreendo que a cabeça deles já esteja do tamanho do estádio da Luz, não posso compreender que em vez de começarem a apostar na compra de bons jogadores para tentarem ser mais fortes dentro das quatro linhas, continuem a querer lugares no governo, na Liga, na comunicação social e na justiça. Mais incrivel ainda, que tenham influenciado uma prostituta a escrever mentiras só porque ela viu o seu "salário" desaparecer de um momento para o outro e teve de ir procurar "investidores" mais a sul.
É por isso que estou 100% de acordo com o amigo F.C.Limpa Tudo quando ele diz que acha "importante que toda a gente da Nação Portista subscreva" esta PETIÇÃO. Porque tanto a Sad como todos nós, portistas e desportistas, temos o direito a estarmos revoltados contra a desinformação que se apoderou do nosso país e temos o dever de fazer algo para que Portugal possa avançar e não recuar cada vez mais como infelizmente está a acontecer.
22/06/07
A terrorista Maria José Morgado

E quando a principal testemunha dá o dito por não dito ou a escritora do livro diz ter pactuado com mentiras, a procuradora enterra a cabeça na areia como costuma fazer a avestruz e acusa o Presidente do FC Porto porque sabe que foi para isso que a meteram naquele lugar.
21/06/07
O que eles andam a dizer por aí...
Se fores melhor também está bem..
"Atenção que não vou ser o Anderson"
Leandro Lima
Estás a falar de ti ou do Anderson?
"Sou um médio-ofensivo com muita velocidade, um excelente drible e uma boa capacidade de finalização."
Leandro Lima
Podes ter a certeza que não existem adeptos mais exigentes
"Vou ter que demonstrar por que razão estou aqui e é minha intenção dar o meu melhor, fazer o que sei e mais ainda, porque quero conquistar rapidamente os adeptos".
Edgar
Gosto mais deste discurso! Só espero que não seja tarde.
"Penso que não joguei porque não encaixava no esquema da equipa dele. Por isso, quero trabalhar mais para mostrar que o que ele pensa está errado."
Ibson
Vai ser, vai ser...
"Se o empréstimo for bom para as duas partes..."
Alan
Querem ver que Alan afinal não é brasileiro?
"Jesualdo é uma pessoa fantástica e apoiou-me muito"
Alan
Nem todos são novos mas todos foram baratos, alguns vieram a custo zero, e com um pouco de sorte, dois ou três podem dar muitos milhões no futuro

ENTRADAS NO PLANTEL 2007/08
Ventura, Rui Pedro e Castro (Ex. juniores)
Rabiola (V. Guimarães) - 17 anos
Leandro Lima (São Caetano) - 20 anos(?)
Edgar (Beira-Mar) - 20 anos
Fernando (Vila Nova F.C.) – 20 anos
Luis Aguiar (Liverpool Montevideu) - 22 anos
Kazmierczak (Boavista) – 25 anos
Lino (Académica) – 29 anos
Nuno Espírito Santo (D. Aves) – 33 anos
SAÍDAS CONFIRMADAS
Rabiola (V. Guimarães) - Emprestado ao V. Guimarães
(17 anos)
Anderson (Manchester United) - 31,5 milhões + 1 jogador
(19 anos)
Hugo Almeida (Werder Bremen) - 5 milhões de euros
(23 anos)
Vítor Baía - Inicio de uma nova e brilhante carreira como Director das Relações Externas da F.C. Porto, SAD
(37 anos)
"Atenção que não vou ser o Anderson"
Leandro Lima
Estás a falar de ti ou do Anderson?
"Sou um médio-ofensivo com muita velocidade, um excelente drible e uma boa capacidade de finalização."
Leandro Lima
Podes ter a certeza que não existem adeptos mais exigentes
"Vou ter que demonstrar por que razão estou aqui e é minha intenção dar o meu melhor, fazer o que sei e mais ainda, porque quero conquistar rapidamente os adeptos".
Edgar
Gosto mais deste discurso! Só espero que não seja tarde.
"Penso que não joguei porque não encaixava no esquema da equipa dele. Por isso, quero trabalhar mais para mostrar que o que ele pensa está errado."
Ibson
Vai ser, vai ser...
"Se o empréstimo for bom para as duas partes..."
Alan
Querem ver que Alan afinal não é brasileiro?
"Jesualdo é uma pessoa fantástica e apoiou-me muito"
Alan
Nem todos são novos mas todos foram baratos, alguns vieram a custo zero, e com um pouco de sorte, dois ou três podem dar muitos milhões no futuro

ENTRADAS NO PLANTEL 2007/08
Ventura, Rui Pedro e Castro (Ex. juniores)
Rabiola (V. Guimarães) - 17 anos
Leandro Lima (São Caetano) - 20 anos(?)
Edgar (Beira-Mar) - 20 anos
Fernando (Vila Nova F.C.) – 20 anos
Luis Aguiar (Liverpool Montevideu) - 22 anos
Kazmierczak (Boavista) – 25 anos
Lino (Académica) – 29 anos
Nuno Espírito Santo (D. Aves) – 33 anos
SAÍDAS CONFIRMADAS
Rabiola (V. Guimarães) - Emprestado ao V. Guimarães
(17 anos)
Anderson (Manchester United) - 31,5 milhões + 1 jogador
(19 anos)
Hugo Almeida (Werder Bremen) - 5 milhões de euros
(23 anos)
Vítor Baía - Inicio de uma nova e brilhante carreira como Director das Relações Externas da F.C. Porto, SAD
(37 anos)
20/06/07
MST no pasquim lampião "A Bola"
"A acusação da Dr.ª Morgado reporta-se, por enquanto, ao célebre FC Porto-Estrela da Amadora de 2004 e assenta em três provas: uma escuta telefónica, cujo conteúdo foi explicado e contraditado em termos que levaram ao anterior arquivamento dos autos; a opinião de peritos em arbitragem, alguns contradizendo o que na altura haviam dito; e as declarações da testemunha Carolina Salgado. Como já aqui escrevi, nada melhor do que a Sport TV repetir, com aviso prévio, a transmissão desse jogo para que todos possam avaliar o que é um «jogo suspeito» na opinião da magistrada. Não sei porque não se faz uma coisa tão simples como isso…
Quanto ao testemunho da D. Carolina Salgado, esperem até vê-la a depor sem ser no segredo dos deuses, com a protecção do Ministério Público e de alguns civis benfiquistas voluntários da investigação… Esperem até ver a co-autora do livro (a quem a senhora se esqueceu de pagar), a explicar o que foram «as falsidades e invenções» que a forçaram a meter no texto… Esperem até ver um advogado minimamente capaz reconstituir o que foram os seus passos desde que viu desabar a sociedade conjugal que mantinha com o presidente do FC Porto…"
Podem ler mais sobre o jogo FC Porto-Estrela da Amadora de 2004 aqui
Quanto ao testemunho da D. Carolina Salgado, esperem até vê-la a depor sem ser no segredo dos deuses, com a protecção do Ministério Público e de alguns civis benfiquistas voluntários da investigação… Esperem até ver a co-autora do livro (a quem a senhora se esqueceu de pagar), a explicar o que foram «as falsidades e invenções» que a forçaram a meter no texto… Esperem até ver um advogado minimamente capaz reconstituir o que foram os seus passos desde que viu desabar a sociedade conjugal que mantinha com o presidente do FC Porto…"
Podem ler mais sobre o jogo FC Porto-Estrela da Amadora de 2004 aqui
19/06/07
Quem fala verdade, não merece castigo
"A equipa não é fraca. É um lar de terceira idade."

José (Joe é uma paneleirice) Berardo, só podia ser lampião. Não tem estudos, fala um português que ninguém entende e mente com quantos dentes tem. No entanto, em entrevista ao Diário Económico, disse uma grande verdade, que o Benfica é um «lar de terceira idade». E por isso foi atacado por todos os lados porque o clube do regime não pode ser criticado por ninguém. Nem mesmo por um lampião que não sabe o dinheiro que tem.
Frase da semana:
O Dragão é mitico, não é nenhum bicho de rapina"
Pinto da Costa

José (Joe é uma paneleirice) Berardo, só podia ser lampião. Não tem estudos, fala um português que ninguém entende e mente com quantos dentes tem. No entanto, em entrevista ao Diário Económico, disse uma grande verdade, que o Benfica é um «lar de terceira idade». E por isso foi atacado por todos os lados porque o clube do regime não pode ser criticado por ninguém. Nem mesmo por um lampião que não sabe o dinheiro que tem.
Frase da semana:
O Dragão é mitico, não é nenhum bicho de rapina"
Pinto da Costa
Ibson: Boa viagem e boa sorte.
Adoro bombocas de morango e sou capaz de comer uma caixa inteira num abrir e fechar de olhos, pois, como costumo dizer, as bombocas não têm ossos nem espinhas.
Ibson é um pouco assim. Dá gosto vê-lo jogar mas embora pareça ter espinha, os ossos já tiveram melhores dias e por isso esta passagem pelo FC Porto foi algo complicada com várias lesões a surgirem umas atrás das outras. Apenas azar? Talvez, mas a essa pergunta só os médicos poderão responder.
De qualquer maneira, nesta época que passou Ibson esteve mais tempo no estaleiro que sob as ordens de Jesualdo Ferreira e numa equipa como o FC Porto onde a concorrência é muito forte, isso fez com que o médio brasileiro nunca conseguisse o que sempre ambicionou, garantir a titularidade e tornar-se num dos inegociáveis do plantel.
O que fez com que Pinto da Costa já dissesse que o deixa sair caso apareça um clube a fazer uma oferta que agrade a todas as partes. Ibson, que durante a época afirmou várias vezes a sua intenção em deixar os bi-campeões nacionais "para poder jogar mais", de certeza que agradece a boa vontade do presidente.
Eu, que continuo a sentir que ele ainda não nos deu tudo o que pode e sabe, gostava que vestisse de azul e branco mais uma época, mas tal não sendo possível, só me resta desejar-lhe boa viagem e fazer votos para que tenha mais sorte no seu novo clube.
Ibson é um pouco assim. Dá gosto vê-lo jogar mas embora pareça ter espinha, os ossos já tiveram melhores dias e por isso esta passagem pelo FC Porto foi algo complicada com várias lesões a surgirem umas atrás das outras. Apenas azar? Talvez, mas a essa pergunta só os médicos poderão responder.
De qualquer maneira, nesta época que passou Ibson esteve mais tempo no estaleiro que sob as ordens de Jesualdo Ferreira e numa equipa como o FC Porto onde a concorrência é muito forte, isso fez com que o médio brasileiro nunca conseguisse o que sempre ambicionou, garantir a titularidade e tornar-se num dos inegociáveis do plantel.
O que fez com que Pinto da Costa já dissesse que o deixa sair caso apareça um clube a fazer uma oferta que agrade a todas as partes. Ibson, que durante a época afirmou várias vezes a sua intenção em deixar os bi-campeões nacionais "para poder jogar mais", de certeza que agradece a boa vontade do presidente.
Eu, que continuo a sentir que ele ainda não nos deu tudo o que pode e sabe, gostava que vestisse de azul e branco mais uma época, mas tal não sendo possível, só me resta desejar-lhe boa viagem e fazer votos para que tenha mais sorte no seu novo clube.
18/06/07
Pinto da Costa: "Tanta invenção será compreendida quando se souber com quem Carolina se reuniu antes do livro"
Pinto da Costa: "Tanta invenção será compreendida quando se souber com quem Carolina se reuniu antes do livro"
18.06.2007 - 00h30 Bruno Prata

Pinto da Costa jura que nunca comprou ou mandou comprar um árbitro para beneficiar o FC Porto. Numa entrevista sem restrições às perguntas e em que o processo Apito Dourado foi o tema principal, o presidente do FC Porto passou em revista a época desportiva, o trabalho de Jesualdo Ferreira, as aquisições e as vendas de jogadores e o novo cargo que vai ser desempenhado por Vítor Baía.
PÚBLICO: Como reagiu ao despacho de acusação do Ministério Público dos crimes de corrupção desportiva activa, no âmbito do processo que envolve o FC Porto-Estrela da Amadora de 2004?
Pinto da Costa: Confesso que não perdi muito tempo a analisá-lo, atendendo a que já tinha sido anteriormente arquivado por não haver indícios.
P: Alguma vez comprou ou mandou comprar um árbitro para beneficiar o FC Porto?
PC: Não. Isso não tem qualquer tipo de cabimento e só lhe respondo porque não faço reservas às perguntas.
P: Declarações de Carolina Salgado terão servido para descodificar o nexo de causalidade em que Jacinto Paixão pedia ao empresário António Araújo que lhe arranjasse, por exemplo, “fruta” e as prostitutas que se diz terem sido um serviço oferecido pelo FC Porto à equipa de arbitragem...
PC: Fruta? Fruta como eu todos os dias ao pequeno-almoço, que faz muito bem à saúde.
P: Refiro-me à conversa telefónica gravada entre si e António Araújo...
PC: O FC Porto e António Araújo, este como representante do Corinthians Alagoano, mantinham entre si uma conta corrente relativa à transferência de jogadores e quando [ele] me falou em fruta pensei que se referia a uma verba que vinha reclamando de uma dívida do FC Porto, tendo-lhe por isso dito que tinha sido já enviada, como de facto fôra.
P: Mas Carolina Salgado refere, até no livro Eu Carolina, a existência de ofertas a árbitros...
PC: Como é sabido, as minhas preferências literárias vão mais para o poeta José Régio. Não aprecio literatura de cordel.

P: Mas conhece de certeza o seu teor...
PC: Quanto a isso, quero endereçar os meus parabéns ao senhor procurador e à senhora juíza, musas inspiradoras de tal obra, uma vez que foram eles que criaram o guião. Conheço o suficiente para compreender que tanta invenção e falsidade só serão compreendidas quando todos souberem (o que eu já sei) com quem a Carolina Salgado se reuniu antes do livro, depois de ele ser escrito, quem cortou coisas, quem acrescentou outras, quem a apresentou à D. Quixote, etc., etc. Para se compreender o objectivo desse livro, será suficiente ler, como eu li, há dias num diário, que a escritora Fernanda Freitas está arrependida (e vou citar) por “ter pactuado alegadamente por desconhecimento de causa com falsidades e invenções no texto que escreveu”.
P: O que pretende dizer com isso?
PC: Diria que a autora do livro poderia ser processada por plágio, já que, ao que me contam, transcreve o interrogatório judicial de que fui alvo.
P: Mas a verdade é que o FC Porto foi acusado de oferecer prostitutas aos árbitros...
PC: Quanto a essas aleivosias, já prestei os esclarecimentos em sede de inquérito, que, pelos vistos, foram suficientes, porque o processo foi arquivado. Aliás, como é bom de ver pela última época em que fomos prejudicados por este ambiente de suspeição, o FC Porto continua a ganhar e venceu o campeonato. Não esqueçamos que, em caso de dúvida, os árbitros, neste clima de suspeição, decidiam sempre contra o FC Porto.
P: O FC Porto jogou com o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004, numa altura em que tinha uma equipa fortíssima...
PC: É verdade. O FC Porto ia em primeiro lugar, com 48 pontos e cinco de avanço sobre o segundo classificado. É também verdade que o Estrela ia em último lugar, com 11 pontos, aliás lugar no qual terminou o campeonato e destacado. A mesma equipa e a mesma estrutura que ganharam as mais prestigiadas taças europeias não seriam capazes de ganhar ao Estrela em casa? Não me lembro de ninguém, na altura, se ter lembrado de falar em favores de árbitros europeus. Curiosamente, nem é referente ao FC Porto que mais do que um árbitro internacional disseram, e está escrito, que receberam favores de um clube português em jogos europeus.
P: Mas a acusação, com base em pareceres técnicos de ex-árbitros portugueses, diz que diversos erros prejudicaram o Estrela...
PC: Eu desse jogo e de erros lembro-me de três fora de jogo mal assinalados ao FC Porto, que podem ser facilmente comprovados pelo visionamento da gravação. Quanto aos golos do FC Porto, nem eu nem os analistas nem os “paineleiros” habituais descortinaram qualquer irregularidade.
P: Mas não está preocupado com esta segunda fase do “Apito Dourado”, agora liderado por Maria José Morgado?
PC: Ao que sei, só existe um processo Apito Dourado, o que corre em Gondomar e do qual não faço parte. Além do mais, quem não deve não teme e considero que se trata de uma perseguição pessoal, a mim e ao FC Porto, à qual saberemos dar resposta.
P: Resposta a quem? A Maria José Morgado?
PC: Não, não. Refiro-me mais a alguns apêndices sequiosos de protagonismo, aqueles que vão para as televisões fazer afirmações descabidas sobre o meu salário e que falam das ligações dos autarcas ao Ministério Público.
P: Está a referir-se a quem?
PC: Olhe, vou fazer uma analogia entre o lugar comum da promiscuidade entre a política e o futebol e àquela que existe entre alguns elementos dos media e elementos do Ministério Público. Algo semelhante entre o que se passava na corte francesa, em que os segredos de estado eram partilhados na alcofa.
P: Mas a reabertura do processo teve por base as declarações de Carolina Salgado...
PC: Apesar de conhecer o teor dessas declarações, uma vez que não tive acesso às mesmas, sei que foram o pretexto para a reabertura.
P: Como vai então reagir à acusação?
PC: Já entreguei o assunto aos meus advogados, que são pessoas competentes para tratar disso. Eu estou de consciência tranquila e espero, serenamente, o desfecho do processo. Contudo, não quero deixar de manifestar a minha estranheza por todo este alarido acerca da corrupção no futebol só levantar suspeições sobre clubes e agentes desportivos do norte do país, quando é do conhecimento público e, em especial, de quem acusa, que nas mesmas escutas há outros dirigentes desportivos de clubes da capital, a solicitar a nomeação de certos árbitros. E contra esses, ao que sei, não há processos a correr.
P: Acha que há perseguição ao FC Porto?
PC: Ao FC Porto e ao norte em geral. O que podemos constatar é que há uma dualidade de critérios.
P: Um comunicado do seu advogado anunciou medidas: é verdade que vai pedir a nulidade das escutas telefónicas?
PC: Não faço ideia. Os meus advogados é que sabem os passos a seguir. Também não lhes peço opinião sobre os assuntos do futebol...
P: Tem ainda mais dois processos: o do Beira-Mar-FC Porto, arbitrado pelo Augusto Duarte, e o do Nacional-Benfica, e há ainda um processo lateral ao “Apito Dourado” em que é acusado de ser o mandante de uma agressão ao ex-vereador da Câmara de Gondomar Ricardo Bexiga. Teme voltar a ser acusado?
PC: Não faço a mínima ideia dos inquéritos, designadamente dos ressuscitados, e do seu andamento. Para isso é que tenho advogados. E respeito o segredo de justiça.

P: Já teve vários inquéritos arquivados resultantes de certidões do processo principal. Quantos?
PC: Que me lembre, todos tinham sido arquivados menos um. Até ao renascimento dos novos processos, que ainda não estão concluídos.
P: Que implicações pode ter o “Apito Dourado” para o FC Porto no aspecto desportivo e no “negócio” da SAD?
PC: Espero que nenhuns porque acredito na justiça. Embora, se formos analisar as arbitragens dos jogos do FC Porto e dos seus rivais directos, já estejamos a sentir os seus efeitos directos.
P: O que acha do facto de o realizador João Botelho ir fazer um filme baseado no livro “Eu Carolina”?
PC: Acho normal. É a sequência lógica e faz parte do plano que levou à publicação do livro. Tudo começou quando saí de casa em que vivia [com Carolina Salgado] e quando, depois, recusei ceder às tentativas de chantagem. No dia 14 de Maio de 2006 saiu uma entrevista no Correio da Manhã de um individuo em que ele exibia objectos meus que ainda hoje não reavi e em que falava num plano para me extorquirem 500 mil euros. Estou à vontade porque nem conheço o cavalheiro. Depois, o resto também é conhecido: uma mulher interveio e é uma das protagonistas do filme, o marido filmou e alguém patrocina...
P: O ex-presidente da Câmara do Porto Nuno Cardoso e os dirigentes do FC Porto Angelino Ferreira, Eduardo Valente e Adelino Caldeira são acusados de terem prejudicado o estado em 3,3 milhões de euros no negócio da permuta, em 1999, de terrenos das Antas e do Parque da Cidade. A proposta de acusação da Polícia Judiciária diz que o FC Porto foi beneficiado em dois milhões de euros.
PC: Isso é muito fácil de explicar. O então presidente da Câmara, Fernando Gomes, andava há muito tempo a tentar uma permuta de terrenos desta zona com a Família Ramalho por troca com a quinta que existia aqui nesta zona. Não conseguia chegar a acordo porque a família Ramalho não queria trocas, tinha acertado um valor e só queria dinheiro. E como a Câmara do Porto tinha aceitado trocar esse terrenos pela quinta, cujo valor atribuído era idêntico, o FC Porto foi ao banco, ao BCP, conseguiu o empréstimo e pagou à família Ramalho aquilo que ela pretendia pela quinta. Depois, permutou-a pelos terrenos que a Câmara queria trocar com a família Ramalho num documento que foi assinado pelos três directores responsáveis pelos respectivos sectores. E vendeu-os entretanto para pagar ao banco. É tão simples como isto. Quer dizer, se a família Ramalho tivesse feito ela a permuta a esta hora quem estava no banco dos réus era a família Ramalho. É um absurdo.
“Baía pode ser um bom presidente”
01.05.2007 - 22h43 Bruno Prata
PÚBLICO: O Vítor Baía não podia jogar mais uma época?

Pinto da Costa: Sem ser no FC Porto, o Baía ainda seria titular em qualquer equipa portuguesa. É a minha convicção. Mas no FC Porto já não era titular. Ele teve a possibilidade de ir jogar noutro clube, mas liminarmente recusou-a porque queria terminar no FC Porto. Fez a opção correcta porque custou-me (embora compreenda o direito a isso) ver outros jogadores, que marcaram uma época no FC Porto, irem acabar a carreira noutros clubes. Custou-me imenso que o Fernando Gomes, que ganhou duas botas de ouro e foi a marca da equipa durante muitos anos, ir acabar no Sporting. Teve todo o direito porque ele, que fique bem claro, não trocou o FC Porto pelo Sporting –trocou foi a hipótese de terminar a carreira no FC Porto para ainda continuar a jogar no Sporting. Também deve ter custado muito aos benfiquistas que o símbolo Eusébio saísse do Benfica para ir terminar no Beira-Mar e no Tomar.
P: Este lugar de director das relações externas vai servir preparar Baía para voos mais altos ou vai ser uma prateleira dourada?
PC: Tenho por ele uma estima imensa e sei que ele sente o mesmo por mim. Mandei encaixilhar a primeira camisola que ele vestiu como sénior. E tenho também uma das duas camisolas que ele vestiu na final de Gelsenkirchen. Teve a delicadeza de mas oferecer com uma dedicatória. Era também com ele que eu festejava de forma mais efusiva as vitórias. Vi-o nascer no clube, fui eu que mandei fazer o seu contrato como juvenil. Tenho por ele um carinho especial, mas isso não interferiu na decisão de ele assumir este cargo. Tenho muitos amigos que não estão nem nunca estiveram no FC Porto porque entendo que isso não era bom para o clube.
Mas este é um lugar fundamental e que falta no FC Porto. Porque agora vai um a uma reunião da UEFA, amanhã vai outro à do G-14, eu, que até gostava de ir, raramente posso... Alguém duvida que será prestigiante para o FC Porto e para o Baía quando ele chegar a uma reunião na UEFA, na FIFA, do G-14, a um sorteio da UEFA ou a um grande clube europeu para tratar de um assunto? Mas se me perguntar se o Baía pode ser muito mais no FC Porto eu digo-lhe que sim. Espero que tenha como dirigente a mesma carreira brilhante que teve como jogador.
P: Pode vir a ser um bom presidente?
PC: Se me tivesse perguntado se eu gostava eu não respondia porque podia ser interpretado como um sinal da minha preferência. Mas perguntou se pode. E a isso já posso responder: acho que sim.
Pinto da Costa defende que o trabalho do técnico foi "extremamente positivo" e condicionado por factores difíceis
Entrevista a Pinto da Costa
“Jesualdo dedica 24 horas ao FC Porto”
01.05.2007 - 22h47 Bruno Prata
Jesualdo Ferreira foi sempre apoiado e o seu lugar nunca esteve em perigo, assevera Pinto da Costa, que elogia o técnico portista e justifica a sua falta de empatia com os adeptos. O negócio de Anderson também é justificado pelo presidente portista, que garante não ir sair mais nenhum jogador considerado imprescindível pelo técnico. Para além de Kasmierczak e Edgar, faltam contratar mais dois ou três reforços.
PÚBLICO: Chegou a temer perder o título nacional depois de o FC Porto desperdiçar a vantagem da primeira volta?
Pinto da Costa: Temer não será o termo porque confiava na equipa. Agora, tivemos que cerrar fileiras para não sermos surpreendidos porque houve momentos em que vimos a coisa a complicar-se. O sinal de alarme e de tocar a reunir foi em Leiria. Pela forma como perdemos, pela expulsão de Quaresma e pela forma como o jogo foi dirigido.
P: Mas não houve erros próprios?
PC: Naturalmente, mas o campeão é o que comete menos erros, não é o que não faz erros. Como o melhor árbitro não é o que não erra; é o que erra menos. E o mesmo vale para o melhor treinador ou para o melhor presidente.

P: Como aprecia o trabalho de Jesualdo Ferreira?
PC: Foi extremamente positivo. Entrou no FC Porto num momento em que nenhum treinador gostaria de entrar, com a pré-época realizada e a poucos dias do início do campeonato e sem ter o conhecimento ideal dos jogadores e vice-versa. Não tinha participado na definição do plantel: as dispensas e as aquisições tinham sido da responsabilidade de outro treinador. Eram condições extremamente difíceis. Um treinador que, mesmo assim, sagra a equipa campeã e a leva aos oitavos de final da Liga dos Campeões, sendo eliminada pelo Chelsea da maneira que foi e discutindo a passagem até ao final do segundo jogo, tenho de considerar que foi uma prestação extremamente positiva.
P: Então não é verdade que o lugar dele chegou a estar em causa?
PC: Nunca. Nem isso fazia sentido na medida em que, em plena época, renovamos o contrato com ele, exercendo o direito de opção. Não estivemos à espera do final da época para ver se ele ganhava ou não. Nunca esteve em perigo. E desde há muito tempo que vínhamos em conjunto preparando esta nova época.
P: Como se compreende então o facto de ele ser um treinador com pouca empatia com os adeptos...
PC: Não faço ideia. Ele é extremamente profissional, dedica 24 horas ao FC Porto. Poderá não ter aquela empatia devido à sua falta de exuberância e por saber ou não querer aproveitar os momentos de euforia para se mostrar. Todos nós sabemos que há maneiras de aproveitar esses momentos de vitória. Mas é contra o feitio dele. Isso não invalida o seu profissionalismo. Jesualdo tem um objectivo, que é servir o FC Porto. Mas também sei que tem uma grande simpatia pela nossa massa associativa. E se não há grande empatia também não há qualquer animosidade como acontecia com Adriaanse.
P: Não está arrependido por aceitado a saída do brasileiro Diego, com quem Adriaanse não contava?
PC: Claro que estou. E muitas vezes o professor Jesualdo lamentou a sua saída. Mas é preciso perceber as coisas. O Diego tinha custado cerca de sete milhões de euros e, quando o treinador diz ‘não conto com ele’ (e nem era preciso dizer porque bastava ver que ele não o utilizava), a opção era entre ficar com ele encostado e cada vez a desvalorizar-se mais ou tentar recuperar a maior parte do elevado investimento. Mas, tal como aconteceu com o Hugo Almeida, no dia em que o Adriaanse se demitiu imediatamente tentei que o Werder Bremen desistisse dos dois. Mas o clube alemão não aceitou voltar a atrás no negócio e perdemo-los.
P: Muita gente defendeu que Jesualdo não teve o respaldo que o presidente do FC Porto normalmente dá aos seus treinadores. Você praticamente não falou na última época...
PC: Primeiro, o professor Jesualdo teve sempre todo o meu apoio, como acontece com qualquer treinador. Ele sentiu isso e já o reconheceu publicamente. Às vezes temos necessidade de defender publicamente alguém que esteja momentaneamente fragilizado, mas o Jesualdo nunca esteve nessa situação. Conversamos várias vezes sobre isso. Normalmente, quando se dá votos de confiança ao treinador alguma coisa está mal. Como ele estava a trabalhar dentro do previsto, como os objectivos estavam a ser completamente seguidos, como estávamos em sintonia total, não havia razão para o fazer. Não tinha de vir dizer, por exemplo, que o treinador é muito bom. Ele sabia o que eu pensava.

P: Miguel Sousa Tavares escreveu que a venda de Anderson foi um mau negócio para o FC Porto. Porque, disse, depois de se subtrair o investimento numa “pérola fina” e as comissões, o FC Porto só lucra 5,5 milhões de euros...
PC: Afirmou uma coisa que não é correcta: que o empresário recebeu, no mínimo, cinco por cento por intermediar o negócio. Não é verdade. O empresário não recebeu nada porque o negócio foi feito directamente entre o FC Porto e o Manchester United.
P: Mas o empresário Jorge Mendes esteve também envolvido...
PC: Não é verdade. O Sporting recebeu o Manchester de manhã para tratar do Nani, saíram fotografias nos jornais e imagens nas televisões. O FC Porto fechou o negócio estando presente o presidente executivo, Carlos Queiroz, eu e os doutores Fernando Gomes e Adelino Caldeira. O empresário nem sabia onde estávamos. Depois de concretizado o negócio, o Manchester informou disso o senhor Jorge Mendes e pediu para falar com ele para discutirem o contrato do Anderson. Portanto, não tivemos de pagar comissão nenhuma. Logo aí as conclusões já estão viciadas.
P: Custou-lhe vender o Anderson?
PC: Naturalmente. Custa-me sempre vender qualquer jogador, não só pelo seu valor mas até pelo relacionamente que tenho com eles. Mas o FC Porto, como qualquer clube português tem necessidade de realizar mais-valias com os jogadores. Mas há também a impossibilidade de manter um jogador que recebeu uma proposta em que pode ir ganhar, às vezes, dez vezes mais do que ganha no FC Porto.
P: Foi o caso?
PC: Não sei se foi dez, mas foi muitas vezes mais. A partir do momento que o jogador sabe que o Manchester o quer é muito mantê-lo no plantel.
P: Mas há outros jogadores no FC Porto perseguidos por outros grandes clubes. Isso significa que Pepe, Quaresma, Lucho, Bosingwa ou outros também podem sair?
PC: Não... perseguidos não há, acompanhados sei que há alguns. Quando um clube quer um jogador faz como nós fazemos ou como o Manchester fez. Contacta e pede para negociar. Ao FC Porto não chegou mais nenhuma proposta em relação aos seus jogadores de primeiríssimo plano. Ou antes, houve um contacto do Villarreal de Espanha, que nos comunicou estar interessado no Lucho. Nem sequer falei com eles. Por uma questão de cortesia foram recebidos, não por mim, porque também não era o presidente que aqui estava, mas nem sequer houve conversa. Muitas vezes os jornais dizem que este quer aquele e que o outro pretende aquele ou que o empresário diz que este está ali e o outro está acolá... é tudo conversa.
P: O mercado só fecha no final de Agosto...
PC: Claro, e não sei se quando sair daqui não estará aí algum pedido de audiência dum clube. Mas reafirmo que não sairá mais nenhum dos jogadores considerados fundamentais pelo treinador. Agora, há propostas para alguns dos outros.
P: E todos aqueles que eu referi estão no lote dos intransferíveis?
PC: Estão. Posso-lhe dizer, por exemplo, que tive um contacto com um empresário por causa do Bosingwa. Queria vir cá e eu disse-lhe: não venha que, este ano, esse jogador é inegociável. Mas isto não é uma proposta de um clube. Proposta é como o que fez o Bayern de Munique há dois anos. Veio cá, disse que queria o Deco, reunimos duas vezes, mas não foi possível chegar a acordo. Mas aí pode falar-se numa proposta. Agora porque sai no jornal... você sabe tão bem como eu como as coisas funcionam.
P: Ibson vai ser vendido e Bruno Moraes e Mareque serão dispensados?
PC: Nenhum deles está no lote dos inegociáveis. Se houver alguma proposta e os jogadores manifestarem vontade de a aceitar, poderemos negociar.
P: Além de Lino, Nuno, Fernando, Edgar e Kasmierckzak quem vai mais o FC Porto contratar? Os jornais falam em Rossi, Bolatti, Óscar Cardoso, Stepanov, Vukcevic, Leandro Lima, Andrés Madrid...
PC: Alguns conheço, mas outros nem sei quem são. O Edgar e o Kasmierczak são jogadores que foram referenciados pelo treinador como tendo interesse para o plantel. As coisas estão bem encaminhadas. Mas já vi notícias, até de primeira página nos três jornais desportivos, que um e outro estavam no Benfica. Afinal, era tudo invenção, era tudo mentira. Provavelmente, os três jornais pensaram que estávamos no 1 de Abril. Os três diziam o mesmo por isso o engano não era a notícia, mas a data... Assumo que naqueles dois estamos interessados. Mas não estou ainda habilitado a dizer-lhe se alguns dos restantes também interessam. Porque só estaremos eventualmente interessados dentro de determinados parâmetros e números.
P: O FC Porto quer reforçar-se para que posições?
PC: Poderá haver mais dois, três reforços. A defesa é intocável, excelente, e não virá mais ninguém. Poderá vir mais um ou dois jogadores para o meio campo e mais um atacante.

P: Quais são os objectivos desportivos para a próxima época?
PC: Vencer.
P: Mas o FC Porto participa em várias provas...
PC: Vencer todas as possíveis. Mas sabemos que há umas mais difíceis do que outras, temos a noção de que a Liga dos Campeões, na conjuntura actual do futebol português, é muito, muito difícil. Temos, por isso, nessa prova um objectivo prioritário: passar aos oitavos de final e depois ver o que acontece. Agora, na Liga, na Taça da Liga e na Taça de Portugal a prioridade é tentar vencer o máximo.
P: Concorda com a criação da Taça da Liga?
PC: Concordo. Acho que há paragens a mais e jogos a menos. Com a redução para 16 do número de clubes isso ainda ficou mais notório. A Taça da Liga pode ser importante mesmo para os três grandes, mas sê-lo-á ainda mais para os outros.
P: As férias de Natal do plantel este ano vão ser mais curtas?
PC: Vão, não só as do FC Porto, mas de todos. Porque o calendário prevê uma jornada ainda para o dia 23 de Dezembro e depois há outra logo a 6 de Janeiro. Como não vamos dar férias nem antes nem depois dos jogos...
P: Os estrangeiros poderão nem ir passar uns dias aos seus países...
PC: Se forem, será ir e vir...
Público
18.06.2007 - 00h30 Bruno Prata

Pinto da Costa jura que nunca comprou ou mandou comprar um árbitro para beneficiar o FC Porto. Numa entrevista sem restrições às perguntas e em que o processo Apito Dourado foi o tema principal, o presidente do FC Porto passou em revista a época desportiva, o trabalho de Jesualdo Ferreira, as aquisições e as vendas de jogadores e o novo cargo que vai ser desempenhado por Vítor Baía.
PÚBLICO: Como reagiu ao despacho de acusação do Ministério Público dos crimes de corrupção desportiva activa, no âmbito do processo que envolve o FC Porto-Estrela da Amadora de 2004?
Pinto da Costa: Confesso que não perdi muito tempo a analisá-lo, atendendo a que já tinha sido anteriormente arquivado por não haver indícios.
P: Alguma vez comprou ou mandou comprar um árbitro para beneficiar o FC Porto?
PC: Não. Isso não tem qualquer tipo de cabimento e só lhe respondo porque não faço reservas às perguntas.
P: Declarações de Carolina Salgado terão servido para descodificar o nexo de causalidade em que Jacinto Paixão pedia ao empresário António Araújo que lhe arranjasse, por exemplo, “fruta” e as prostitutas que se diz terem sido um serviço oferecido pelo FC Porto à equipa de arbitragem...
PC: Fruta? Fruta como eu todos os dias ao pequeno-almoço, que faz muito bem à saúde.
P: Refiro-me à conversa telefónica gravada entre si e António Araújo...
PC: O FC Porto e António Araújo, este como representante do Corinthians Alagoano, mantinham entre si uma conta corrente relativa à transferência de jogadores e quando [ele] me falou em fruta pensei que se referia a uma verba que vinha reclamando de uma dívida do FC Porto, tendo-lhe por isso dito que tinha sido já enviada, como de facto fôra.
P: Mas Carolina Salgado refere, até no livro Eu Carolina, a existência de ofertas a árbitros...
PC: Como é sabido, as minhas preferências literárias vão mais para o poeta José Régio. Não aprecio literatura de cordel.
P: Mas conhece de certeza o seu teor...
PC: Quanto a isso, quero endereçar os meus parabéns ao senhor procurador e à senhora juíza, musas inspiradoras de tal obra, uma vez que foram eles que criaram o guião. Conheço o suficiente para compreender que tanta invenção e falsidade só serão compreendidas quando todos souberem (o que eu já sei) com quem a Carolina Salgado se reuniu antes do livro, depois de ele ser escrito, quem cortou coisas, quem acrescentou outras, quem a apresentou à D. Quixote, etc., etc. Para se compreender o objectivo desse livro, será suficiente ler, como eu li, há dias num diário, que a escritora Fernanda Freitas está arrependida (e vou citar) por “ter pactuado alegadamente por desconhecimento de causa com falsidades e invenções no texto que escreveu”.
P: O que pretende dizer com isso?
PC: Diria que a autora do livro poderia ser processada por plágio, já que, ao que me contam, transcreve o interrogatório judicial de que fui alvo.
P: Mas a verdade é que o FC Porto foi acusado de oferecer prostitutas aos árbitros...
PC: Quanto a essas aleivosias, já prestei os esclarecimentos em sede de inquérito, que, pelos vistos, foram suficientes, porque o processo foi arquivado. Aliás, como é bom de ver pela última época em que fomos prejudicados por este ambiente de suspeição, o FC Porto continua a ganhar e venceu o campeonato. Não esqueçamos que, em caso de dúvida, os árbitros, neste clima de suspeição, decidiam sempre contra o FC Porto.
P: O FC Porto jogou com o Estrela da Amadora a 24 de Janeiro de 2004, numa altura em que tinha uma equipa fortíssima...
PC: É verdade. O FC Porto ia em primeiro lugar, com 48 pontos e cinco de avanço sobre o segundo classificado. É também verdade que o Estrela ia em último lugar, com 11 pontos, aliás lugar no qual terminou o campeonato e destacado. A mesma equipa e a mesma estrutura que ganharam as mais prestigiadas taças europeias não seriam capazes de ganhar ao Estrela em casa? Não me lembro de ninguém, na altura, se ter lembrado de falar em favores de árbitros europeus. Curiosamente, nem é referente ao FC Porto que mais do que um árbitro internacional disseram, e está escrito, que receberam favores de um clube português em jogos europeus.
P: Mas a acusação, com base em pareceres técnicos de ex-árbitros portugueses, diz que diversos erros prejudicaram o Estrela...
PC: Eu desse jogo e de erros lembro-me de três fora de jogo mal assinalados ao FC Porto, que podem ser facilmente comprovados pelo visionamento da gravação. Quanto aos golos do FC Porto, nem eu nem os analistas nem os “paineleiros” habituais descortinaram qualquer irregularidade.
P: Mas não está preocupado com esta segunda fase do “Apito Dourado”, agora liderado por Maria José Morgado?
PC: Ao que sei, só existe um processo Apito Dourado, o que corre em Gondomar e do qual não faço parte. Além do mais, quem não deve não teme e considero que se trata de uma perseguição pessoal, a mim e ao FC Porto, à qual saberemos dar resposta.
P: Resposta a quem? A Maria José Morgado?
PC: Não, não. Refiro-me mais a alguns apêndices sequiosos de protagonismo, aqueles que vão para as televisões fazer afirmações descabidas sobre o meu salário e que falam das ligações dos autarcas ao Ministério Público.
P: Está a referir-se a quem?
PC: Olhe, vou fazer uma analogia entre o lugar comum da promiscuidade entre a política e o futebol e àquela que existe entre alguns elementos dos media e elementos do Ministério Público. Algo semelhante entre o que se passava na corte francesa, em que os segredos de estado eram partilhados na alcofa.
P: Mas a reabertura do processo teve por base as declarações de Carolina Salgado...
PC: Apesar de conhecer o teor dessas declarações, uma vez que não tive acesso às mesmas, sei que foram o pretexto para a reabertura.
P: Como vai então reagir à acusação?
PC: Já entreguei o assunto aos meus advogados, que são pessoas competentes para tratar disso. Eu estou de consciência tranquila e espero, serenamente, o desfecho do processo. Contudo, não quero deixar de manifestar a minha estranheza por todo este alarido acerca da corrupção no futebol só levantar suspeições sobre clubes e agentes desportivos do norte do país, quando é do conhecimento público e, em especial, de quem acusa, que nas mesmas escutas há outros dirigentes desportivos de clubes da capital, a solicitar a nomeação de certos árbitros. E contra esses, ao que sei, não há processos a correr.
P: Acha que há perseguição ao FC Porto?
PC: Ao FC Porto e ao norte em geral. O que podemos constatar é que há uma dualidade de critérios.
P: Um comunicado do seu advogado anunciou medidas: é verdade que vai pedir a nulidade das escutas telefónicas?
PC: Não faço ideia. Os meus advogados é que sabem os passos a seguir. Também não lhes peço opinião sobre os assuntos do futebol...
P: Tem ainda mais dois processos: o do Beira-Mar-FC Porto, arbitrado pelo Augusto Duarte, e o do Nacional-Benfica, e há ainda um processo lateral ao “Apito Dourado” em que é acusado de ser o mandante de uma agressão ao ex-vereador da Câmara de Gondomar Ricardo Bexiga. Teme voltar a ser acusado?
PC: Não faço a mínima ideia dos inquéritos, designadamente dos ressuscitados, e do seu andamento. Para isso é que tenho advogados. E respeito o segredo de justiça.

P: Já teve vários inquéritos arquivados resultantes de certidões do processo principal. Quantos?
PC: Que me lembre, todos tinham sido arquivados menos um. Até ao renascimento dos novos processos, que ainda não estão concluídos.
P: Que implicações pode ter o “Apito Dourado” para o FC Porto no aspecto desportivo e no “negócio” da SAD?
PC: Espero que nenhuns porque acredito na justiça. Embora, se formos analisar as arbitragens dos jogos do FC Porto e dos seus rivais directos, já estejamos a sentir os seus efeitos directos.
P: O que acha do facto de o realizador João Botelho ir fazer um filme baseado no livro “Eu Carolina”?
PC: Acho normal. É a sequência lógica e faz parte do plano que levou à publicação do livro. Tudo começou quando saí de casa em que vivia [com Carolina Salgado] e quando, depois, recusei ceder às tentativas de chantagem. No dia 14 de Maio de 2006 saiu uma entrevista no Correio da Manhã de um individuo em que ele exibia objectos meus que ainda hoje não reavi e em que falava num plano para me extorquirem 500 mil euros. Estou à vontade porque nem conheço o cavalheiro. Depois, o resto também é conhecido: uma mulher interveio e é uma das protagonistas do filme, o marido filmou e alguém patrocina...
P: O ex-presidente da Câmara do Porto Nuno Cardoso e os dirigentes do FC Porto Angelino Ferreira, Eduardo Valente e Adelino Caldeira são acusados de terem prejudicado o estado em 3,3 milhões de euros no negócio da permuta, em 1999, de terrenos das Antas e do Parque da Cidade. A proposta de acusação da Polícia Judiciária diz que o FC Porto foi beneficiado em dois milhões de euros.
PC: Isso é muito fácil de explicar. O então presidente da Câmara, Fernando Gomes, andava há muito tempo a tentar uma permuta de terrenos desta zona com a Família Ramalho por troca com a quinta que existia aqui nesta zona. Não conseguia chegar a acordo porque a família Ramalho não queria trocas, tinha acertado um valor e só queria dinheiro. E como a Câmara do Porto tinha aceitado trocar esse terrenos pela quinta, cujo valor atribuído era idêntico, o FC Porto foi ao banco, ao BCP, conseguiu o empréstimo e pagou à família Ramalho aquilo que ela pretendia pela quinta. Depois, permutou-a pelos terrenos que a Câmara queria trocar com a família Ramalho num documento que foi assinado pelos três directores responsáveis pelos respectivos sectores. E vendeu-os entretanto para pagar ao banco. É tão simples como isto. Quer dizer, se a família Ramalho tivesse feito ela a permuta a esta hora quem estava no banco dos réus era a família Ramalho. É um absurdo.
“Baía pode ser um bom presidente”
01.05.2007 - 22h43 Bruno Prata
PÚBLICO: O Vítor Baía não podia jogar mais uma época?
Pinto da Costa: Sem ser no FC Porto, o Baía ainda seria titular em qualquer equipa portuguesa. É a minha convicção. Mas no FC Porto já não era titular. Ele teve a possibilidade de ir jogar noutro clube, mas liminarmente recusou-a porque queria terminar no FC Porto. Fez a opção correcta porque custou-me (embora compreenda o direito a isso) ver outros jogadores, que marcaram uma época no FC Porto, irem acabar a carreira noutros clubes. Custou-me imenso que o Fernando Gomes, que ganhou duas botas de ouro e foi a marca da equipa durante muitos anos, ir acabar no Sporting. Teve todo o direito porque ele, que fique bem claro, não trocou o FC Porto pelo Sporting –trocou foi a hipótese de terminar a carreira no FC Porto para ainda continuar a jogar no Sporting. Também deve ter custado muito aos benfiquistas que o símbolo Eusébio saísse do Benfica para ir terminar no Beira-Mar e no Tomar.
P: Este lugar de director das relações externas vai servir preparar Baía para voos mais altos ou vai ser uma prateleira dourada?
PC: Tenho por ele uma estima imensa e sei que ele sente o mesmo por mim. Mandei encaixilhar a primeira camisola que ele vestiu como sénior. E tenho também uma das duas camisolas que ele vestiu na final de Gelsenkirchen. Teve a delicadeza de mas oferecer com uma dedicatória. Era também com ele que eu festejava de forma mais efusiva as vitórias. Vi-o nascer no clube, fui eu que mandei fazer o seu contrato como juvenil. Tenho por ele um carinho especial, mas isso não interferiu na decisão de ele assumir este cargo. Tenho muitos amigos que não estão nem nunca estiveram no FC Porto porque entendo que isso não era bom para o clube.
Mas este é um lugar fundamental e que falta no FC Porto. Porque agora vai um a uma reunião da UEFA, amanhã vai outro à do G-14, eu, que até gostava de ir, raramente posso... Alguém duvida que será prestigiante para o FC Porto e para o Baía quando ele chegar a uma reunião na UEFA, na FIFA, do G-14, a um sorteio da UEFA ou a um grande clube europeu para tratar de um assunto? Mas se me perguntar se o Baía pode ser muito mais no FC Porto eu digo-lhe que sim. Espero que tenha como dirigente a mesma carreira brilhante que teve como jogador.P: Pode vir a ser um bom presidente?
PC: Se me tivesse perguntado se eu gostava eu não respondia porque podia ser interpretado como um sinal da minha preferência. Mas perguntou se pode. E a isso já posso responder: acho que sim.
Pinto da Costa defende que o trabalho do técnico foi "extremamente positivo" e condicionado por factores difíceis
Entrevista a Pinto da Costa
“Jesualdo dedica 24 horas ao FC Porto”
01.05.2007 - 22h47 Bruno Prata
Jesualdo Ferreira foi sempre apoiado e o seu lugar nunca esteve em perigo, assevera Pinto da Costa, que elogia o técnico portista e justifica a sua falta de empatia com os adeptos. O negócio de Anderson também é justificado pelo presidente portista, que garante não ir sair mais nenhum jogador considerado imprescindível pelo técnico. Para além de Kasmierczak e Edgar, faltam contratar mais dois ou três reforços.
PÚBLICO: Chegou a temer perder o título nacional depois de o FC Porto desperdiçar a vantagem da primeira volta?
Pinto da Costa: Temer não será o termo porque confiava na equipa. Agora, tivemos que cerrar fileiras para não sermos surpreendidos porque houve momentos em que vimos a coisa a complicar-se. O sinal de alarme e de tocar a reunir foi em Leiria. Pela forma como perdemos, pela expulsão de Quaresma e pela forma como o jogo foi dirigido.
P: Mas não houve erros próprios?
PC: Naturalmente, mas o campeão é o que comete menos erros, não é o que não faz erros. Como o melhor árbitro não é o que não erra; é o que erra menos. E o mesmo vale para o melhor treinador ou para o melhor presidente.

P: Como aprecia o trabalho de Jesualdo Ferreira?
PC: Foi extremamente positivo. Entrou no FC Porto num momento em que nenhum treinador gostaria de entrar, com a pré-época realizada e a poucos dias do início do campeonato e sem ter o conhecimento ideal dos jogadores e vice-versa. Não tinha participado na definição do plantel: as dispensas e as aquisições tinham sido da responsabilidade de outro treinador. Eram condições extremamente difíceis. Um treinador que, mesmo assim, sagra a equipa campeã e a leva aos oitavos de final da Liga dos Campeões, sendo eliminada pelo Chelsea da maneira que foi e discutindo a passagem até ao final do segundo jogo, tenho de considerar que foi uma prestação extremamente positiva.
P: Então não é verdade que o lugar dele chegou a estar em causa?
PC: Nunca. Nem isso fazia sentido na medida em que, em plena época, renovamos o contrato com ele, exercendo o direito de opção. Não estivemos à espera do final da época para ver se ele ganhava ou não. Nunca esteve em perigo. E desde há muito tempo que vínhamos em conjunto preparando esta nova época.
P: Como se compreende então o facto de ele ser um treinador com pouca empatia com os adeptos...
PC: Não faço ideia. Ele é extremamente profissional, dedica 24 horas ao FC Porto. Poderá não ter aquela empatia devido à sua falta de exuberância e por saber ou não querer aproveitar os momentos de euforia para se mostrar. Todos nós sabemos que há maneiras de aproveitar esses momentos de vitória. Mas é contra o feitio dele. Isso não invalida o seu profissionalismo. Jesualdo tem um objectivo, que é servir o FC Porto. Mas também sei que tem uma grande simpatia pela nossa massa associativa. E se não há grande empatia também não há qualquer animosidade como acontecia com Adriaanse.
P: Não está arrependido por aceitado a saída do brasileiro Diego, com quem Adriaanse não contava?
PC: Claro que estou. E muitas vezes o professor Jesualdo lamentou a sua saída. Mas é preciso perceber as coisas. O Diego tinha custado cerca de sete milhões de euros e, quando o treinador diz ‘não conto com ele’ (e nem era preciso dizer porque bastava ver que ele não o utilizava), a opção era entre ficar com ele encostado e cada vez a desvalorizar-se mais ou tentar recuperar a maior parte do elevado investimento. Mas, tal como aconteceu com o Hugo Almeida, no dia em que o Adriaanse se demitiu imediatamente tentei que o Werder Bremen desistisse dos dois. Mas o clube alemão não aceitou voltar a atrás no negócio e perdemo-los.
P: Muita gente defendeu que Jesualdo não teve o respaldo que o presidente do FC Porto normalmente dá aos seus treinadores. Você praticamente não falou na última época...
PC: Primeiro, o professor Jesualdo teve sempre todo o meu apoio, como acontece com qualquer treinador. Ele sentiu isso e já o reconheceu publicamente. Às vezes temos necessidade de defender publicamente alguém que esteja momentaneamente fragilizado, mas o Jesualdo nunca esteve nessa situação. Conversamos várias vezes sobre isso. Normalmente, quando se dá votos de confiança ao treinador alguma coisa está mal. Como ele estava a trabalhar dentro do previsto, como os objectivos estavam a ser completamente seguidos, como estávamos em sintonia total, não havia razão para o fazer. Não tinha de vir dizer, por exemplo, que o treinador é muito bom. Ele sabia o que eu pensava.

P: Miguel Sousa Tavares escreveu que a venda de Anderson foi um mau negócio para o FC Porto. Porque, disse, depois de se subtrair o investimento numa “pérola fina” e as comissões, o FC Porto só lucra 5,5 milhões de euros...
PC: Afirmou uma coisa que não é correcta: que o empresário recebeu, no mínimo, cinco por cento por intermediar o negócio. Não é verdade. O empresário não recebeu nada porque o negócio foi feito directamente entre o FC Porto e o Manchester United.
P: Mas o empresário Jorge Mendes esteve também envolvido...
PC: Não é verdade. O Sporting recebeu o Manchester de manhã para tratar do Nani, saíram fotografias nos jornais e imagens nas televisões. O FC Porto fechou o negócio estando presente o presidente executivo, Carlos Queiroz, eu e os doutores Fernando Gomes e Adelino Caldeira. O empresário nem sabia onde estávamos. Depois de concretizado o negócio, o Manchester informou disso o senhor Jorge Mendes e pediu para falar com ele para discutirem o contrato do Anderson. Portanto, não tivemos de pagar comissão nenhuma. Logo aí as conclusões já estão viciadas.
P: Custou-lhe vender o Anderson?
PC: Naturalmente. Custa-me sempre vender qualquer jogador, não só pelo seu valor mas até pelo relacionamente que tenho com eles. Mas o FC Porto, como qualquer clube português tem necessidade de realizar mais-valias com os jogadores. Mas há também a impossibilidade de manter um jogador que recebeu uma proposta em que pode ir ganhar, às vezes, dez vezes mais do que ganha no FC Porto.
P: Foi o caso?
PC: Não sei se foi dez, mas foi muitas vezes mais. A partir do momento que o jogador sabe que o Manchester o quer é muito mantê-lo no plantel.
P: Mas há outros jogadores no FC Porto perseguidos por outros grandes clubes. Isso significa que Pepe, Quaresma, Lucho, Bosingwa ou outros também podem sair?
PC: Não... perseguidos não há, acompanhados sei que há alguns. Quando um clube quer um jogador faz como nós fazemos ou como o Manchester fez. Contacta e pede para negociar. Ao FC Porto não chegou mais nenhuma proposta em relação aos seus jogadores de primeiríssimo plano. Ou antes, houve um contacto do Villarreal de Espanha, que nos comunicou estar interessado no Lucho. Nem sequer falei com eles. Por uma questão de cortesia foram recebidos, não por mim, porque também não era o presidente que aqui estava, mas nem sequer houve conversa. Muitas vezes os jornais dizem que este quer aquele e que o outro pretende aquele ou que o empresário diz que este está ali e o outro está acolá... é tudo conversa.
P: O mercado só fecha no final de Agosto...
PC: Claro, e não sei se quando sair daqui não estará aí algum pedido de audiência dum clube. Mas reafirmo que não sairá mais nenhum dos jogadores considerados fundamentais pelo treinador. Agora, há propostas para alguns dos outros.
P: E todos aqueles que eu referi estão no lote dos intransferíveis?
PC: Estão. Posso-lhe dizer, por exemplo, que tive um contacto com um empresário por causa do Bosingwa. Queria vir cá e eu disse-lhe: não venha que, este ano, esse jogador é inegociável. Mas isto não é uma proposta de um clube. Proposta é como o que fez o Bayern de Munique há dois anos. Veio cá, disse que queria o Deco, reunimos duas vezes, mas não foi possível chegar a acordo. Mas aí pode falar-se numa proposta. Agora porque sai no jornal... você sabe tão bem como eu como as coisas funcionam.
P: Ibson vai ser vendido e Bruno Moraes e Mareque serão dispensados?
PC: Nenhum deles está no lote dos inegociáveis. Se houver alguma proposta e os jogadores manifestarem vontade de a aceitar, poderemos negociar.
P: Além de Lino, Nuno, Fernando, Edgar e Kasmierckzak quem vai mais o FC Porto contratar? Os jornais falam em Rossi, Bolatti, Óscar Cardoso, Stepanov, Vukcevic, Leandro Lima, Andrés Madrid...
PC: Alguns conheço, mas outros nem sei quem são. O Edgar e o Kasmierczak são jogadores que foram referenciados pelo treinador como tendo interesse para o plantel. As coisas estão bem encaminhadas. Mas já vi notícias, até de primeira página nos três jornais desportivos, que um e outro estavam no Benfica. Afinal, era tudo invenção, era tudo mentira. Provavelmente, os três jornais pensaram que estávamos no 1 de Abril. Os três diziam o mesmo por isso o engano não era a notícia, mas a data... Assumo que naqueles dois estamos interessados. Mas não estou ainda habilitado a dizer-lhe se alguns dos restantes também interessam. Porque só estaremos eventualmente interessados dentro de determinados parâmetros e números.
P: O FC Porto quer reforçar-se para que posições?
PC: Poderá haver mais dois, três reforços. A defesa é intocável, excelente, e não virá mais ninguém. Poderá vir mais um ou dois jogadores para o meio campo e mais um atacante.

P: Quais são os objectivos desportivos para a próxima época?
PC: Vencer.
P: Mas o FC Porto participa em várias provas...
PC: Vencer todas as possíveis. Mas sabemos que há umas mais difíceis do que outras, temos a noção de que a Liga dos Campeões, na conjuntura actual do futebol português, é muito, muito difícil. Temos, por isso, nessa prova um objectivo prioritário: passar aos oitavos de final e depois ver o que acontece. Agora, na Liga, na Taça da Liga e na Taça de Portugal a prioridade é tentar vencer o máximo.
P: Concorda com a criação da Taça da Liga?
PC: Concordo. Acho que há paragens a mais e jogos a menos. Com a redução para 16 do número de clubes isso ainda ficou mais notório. A Taça da Liga pode ser importante mesmo para os três grandes, mas sê-lo-á ainda mais para os outros.
P: As férias de Natal do plantel este ano vão ser mais curtas?
PC: Vão, não só as do FC Porto, mas de todos. Porque o calendário prevê uma jornada ainda para o dia 23 de Dezembro e depois há outra logo a 6 de Janeiro. Como não vamos dar férias nem antes nem depois dos jogos...
P: Os estrangeiros poderão nem ir passar uns dias aos seus países...
PC: Se forem, será ir e vir...
Público
15/06/07
A tradição ainda é o que era!!
Para um clube já mais que habituado a viver com fraudes, nada mais normal do que uma OPA da tanga, para artificialmente dar um sopro de vida ao "moribundo" que era suposto ter mais saúde que um "pêro"... e que na bolsa ia dar lições de competitividade e grandeza.
Inacreditável como se praticam fraudes, à vista de toda a gente, à luz de todos, e ainda se tem a lata de vir para a praça pública que a intenção era essa mesmo a de mentir e enganar para proveito do "moribundo".
Resta saber se a CMVM pactua com tamanho artifício, se não investiga de onde partiu realmente a ideia da OPA.
Bom, tendo em conta que o próprio Estado já deu o exemplo, nada fazendo a quem apresenta certidões do Estado falsificadas, não será seguramente uma entidade não estatal a preocupar-se com um caso destes.
E o clube da tanga continua a dar exemplos de seriedade!!
Enfim...
Inacreditável como se praticam fraudes, à vista de toda a gente, à luz de todos, e ainda se tem a lata de vir para a praça pública que a intenção era essa mesmo a de mentir e enganar para proveito do "moribundo".
Resta saber se a CMVM pactua com tamanho artifício, se não investiga de onde partiu realmente a ideia da OPA.
Bom, tendo em conta que o próprio Estado já deu o exemplo, nada fazendo a quem apresenta certidões do Estado falsificadas, não será seguramente uma entidade não estatal a preocupar-se com um caso destes.
E o clube da tanga continua a dar exemplos de seriedade!!
Enfim...
É disto que o povinho gosta
Vi o directo sobre as marchas de Lisboa que a RTP nos apresentou esta semana e francamente gostei. Quer dizer, como sou um apaixonado pelas marchas populares gosto quase sempre, mas as deste ano foram melhores que as anteriores, principalmente pela quantidade anormal de marchantes que fizeram questão de aparecer. Estou a falar dos candidatos à Câmara de Lisboa, claro. Apareceram todos, uns mais janotas que outros e fartaram-se de distibuir sorrisos e abraços que é disso que o povinho gosta. Para além de vencer, claro, e nesse aspecto as gentes de Alfama têm sido mais inteligentes que todas as outras já que o bairro onde moram é tetra-campeão.
O problema é que os lisboetas estão habituados a culpar sempre os árbitros (juízes) quando perdem e Marco Cardoso, responsável pelo desfile de Marvila, lá foi dizendo que lhe faz confusão: "como é que conseguem ganhar sempre". E ao protesto verbal juntaram-se ainda outras marchas, caso da Madragoa, Bairro Alto, Alto do Pina, Olivais, Beato e Graça. Pelos vistos, a derrota fez azia a muita gente.
Não vi Saldanha Sanches, o marido de Maria José Morgado e fiscalista de Luís Filipe Vieira, mas como ele tem interesses nestas eleições, não ficava admirado se também tivesse sido um dos beijoqueiros. Aliás, foram convidados muitos dos chamados "justiceiros" do sistema capital(ista) o que me leva a pensar que anda muita gente com pressa em esconder os negócios escuros que nos últimos anos se foram fazendo às claras sem que a justiça actuasse.
O problema é que os lisboetas estão habituados a culpar sempre os árbitros (juízes) quando perdem e Marco Cardoso, responsável pelo desfile de Marvila, lá foi dizendo que lhe faz confusão: "como é que conseguem ganhar sempre". E ao protesto verbal juntaram-se ainda outras marchas, caso da Madragoa, Bairro Alto, Alto do Pina, Olivais, Beato e Graça. Pelos vistos, a derrota fez azia a muita gente. Não vi Saldanha Sanches, o marido de Maria José Morgado e fiscalista de Luís Filipe Vieira, mas como ele tem interesses nestas eleições, não ficava admirado se também tivesse sido um dos beijoqueiros. Aliás, foram convidados muitos dos chamados "justiceiros" do sistema capital(ista) o que me leva a pensar que anda muita gente com pressa em esconder os negócios escuros que nos últimos anos se foram fazendo às claras sem que a justiça actuasse.
14/06/07
Garantidos
ENTRADAS
Lino (Académica) – 150 mil euros e empréstimo de dois jovens à Académica
(29 anos)
Fernando (Vila Nova F.C.) – 400.000 euros
(20 anos)
Nuno Espírito Santo (D. Aves) – Chegou a custo zero
(33 anos)
Kazmierczak (Boavista) – 1,4 milhões de euros
(25 anos)
Edgar (Beira-Mar) - Empréstimo com opção de compra
(20 anos)
SAÍDAS
Anderson (Manchester United) - 31,5 milhões + 1 jogador
(19 anos)
Hugo Almeida (Werder Bremen) - 5 milhões de euros
(23 anos)
Fernando – Será emprestado durante uma época para poder rodar
(20 anos)
Vítor Baía - Inicio de uma nova e brilhante carreira como Director das Relações Externas da F.C. Porto, SAD
(37 anos)
Lino (Académica) – 150 mil euros e empréstimo de dois jovens à Académica
(29 anos)
Fernando (Vila Nova F.C.) – 400.000 euros
(20 anos)
Nuno Espírito Santo (D. Aves) – Chegou a custo zero
(33 anos)
Kazmierczak (Boavista) – 1,4 milhões de euros
(25 anos)
Edgar (Beira-Mar) - Empréstimo com opção de compra
(20 anos)
SAÍDAS
Anderson (Manchester United) - 31,5 milhões + 1 jogador
(19 anos)
Hugo Almeida (Werder Bremen) - 5 milhões de euros
(23 anos)
Fernando – Será emprestado durante uma época para poder rodar
(20 anos)
Vítor Baía - Inicio de uma nova e brilhante carreira como Director das Relações Externas da F.C. Porto, SAD
(37 anos)
VÍTOR BAÍA
Foi ontem anunciado o final de carreira desportiva do melhor guarda-redes português de todos os tempos.
Em virtude de ser o melhor, o Baía foi coleccionando títulos atrás de títulos, e tantos coleccionou que, chegado ao final de carreira, é somente o jogador de futebol que mais títulos conseguiu vencer em todo o Mundo, entre Supertaças, Taças de Portugal, Campeonatos, Super-Taça Europeia, Taça das Taças, Taça UEFA, Liga dos Campeões e Taça Intercontinental.

Uma carreira cheia de vitórias, cheia de conquistas, e sempre com classe, com elevação e frontalidade, quer os jogos corressem dentro da normalidade, ou acabassem por correr mal (uma raridade). Ao contrário de muitos, nunca precisou de se esconder ou de arranjar desculpas, quando eventualmente as coisas lhe corriam menos bem. Nunca se colocou em bicos-de-pé, tal como nunca permitiu que o rebaixassem... manteve a sua linha, como Homem que é, como Homem que sempre foi desde muito novo, deixando para outros as figuras de miudinho e menino-mimado.
Áqueles idiotas que insistiam que Baía era fruto do marketing, os números alcançados falam por si... mas, mais alto ainda, falam o sucessivo reconhecimento nacional e internacionalmente e sobretudo as suas brilhantes e constantes exibições ao longo de 20 anos!!

Aliás, bem se viu que não era (só) pelos defesas que tinha à sua frente que o Baía era grande no FCP... por lá passaram cerca de uma dezena de GR, e nenhum conseguiu fazer esquecer o Baía, bem pelo contrário!! A defesa manteve-se, mas a figura do Baía nunca desvaneceu do pensamento dos adeptos, e dos jogadores do FCP.

A falta que vou sentir de ouvir o estádio a gritar "Baíííaaaa" a cada cruzamento para a áerea... Vitor Baía, (de longe) o melhor guarda-redes português!!

Agora dedicar-se-á ao clube numa posição bem interessante, e que parece assentar-lhe que nem uma luva. E obviamente dedicar-se-á à sua fundação, que muita ajuda tem levado a muitas crianças.
O 99 é, e sempre será, o verdadeiro Nº1!!
Em virtude de ser o melhor, o Baía foi coleccionando títulos atrás de títulos, e tantos coleccionou que, chegado ao final de carreira, é somente o jogador de futebol que mais títulos conseguiu vencer em todo o Mundo, entre Supertaças, Taças de Portugal, Campeonatos, Super-Taça Europeia, Taça das Taças, Taça UEFA, Liga dos Campeões e Taça Intercontinental.

Uma carreira cheia de vitórias, cheia de conquistas, e sempre com classe, com elevação e frontalidade, quer os jogos corressem dentro da normalidade, ou acabassem por correr mal (uma raridade). Ao contrário de muitos, nunca precisou de se esconder ou de arranjar desculpas, quando eventualmente as coisas lhe corriam menos bem. Nunca se colocou em bicos-de-pé, tal como nunca permitiu que o rebaixassem... manteve a sua linha, como Homem que é, como Homem que sempre foi desde muito novo, deixando para outros as figuras de miudinho e menino-mimado.
Áqueles idiotas que insistiam que Baía era fruto do marketing, os números alcançados falam por si... mas, mais alto ainda, falam o sucessivo reconhecimento nacional e internacionalmente e sobretudo as suas brilhantes e constantes exibições ao longo de 20 anos!!

Aliás, bem se viu que não era (só) pelos defesas que tinha à sua frente que o Baía era grande no FCP... por lá passaram cerca de uma dezena de GR, e nenhum conseguiu fazer esquecer o Baía, bem pelo contrário!! A defesa manteve-se, mas a figura do Baía nunca desvaneceu do pensamento dos adeptos, e dos jogadores do FCP.

A falta que vou sentir de ouvir o estádio a gritar "Baíííaaaa" a cada cruzamento para a áerea... Vitor Baía, (de longe) o melhor guarda-redes português!!

Agora dedicar-se-á ao clube numa posição bem interessante, e que parece assentar-lhe que nem uma luva. E obviamente dedicar-se-á à sua fundação, que muita ajuda tem levado a muitas crianças.
O 99 é, e sempre será, o verdadeiro Nº1!!
13/06/07
Se o árbitro foi comprado, de certeza que não foi pelo FC Porto. Nem éra preciso.
Revejam a crónica ao jogo de um dos jornais mais anti-portistas da nossa praça:
JOGO FCPORTO 2-0 ESTRELA de 25 Janeiro de 2004
FC Porto-E. Amadora, 2-0: No passeio das estrelas só o dragão sabe brilhar
CRÓNICA
McCarthy comandou o batalhão azul e branco, marcando dois golos. Último obstáculo antes do clássico foi superado com naturalidade
O FC Porto marcou o terreno para a deslocação a Alvalade com um triunfo tranquilo sobre o Estrela da Amadora. Tendo em conta a sequência de vitórias dos dragões nos jogos em casa, e o facto de o conjunto da Reboleira nunca ter pontuado fora esta época, o sucesso poderia ser uma fria fatalidade estatística. No entanto, a exibição portista acabou por transformar um passeio de estrelas num factor de motivação para o importante duelo de Alvalade.
O engodo finalizador de McCarthy fez estragos, mas a noite de nevoeiro foi animada pelo samba de Deco e Carlos Alberto, que fizeram, por via do seu tecnicismo, o contraponto com a raça e acutilância de Maciel e Sérgio Conceição.
Carlos Alberto até tinha ficado no banco, mas a lesão de Costinha obrigou a uma mudança de planos. O herói do triunfo da época passada, na casa do Sporting, teve azar num lance dividido com Jordão, ainda na fase inicial da partida, e ficou lesionado. Coube a Maniche recuar para trinco, função que cumpriu com rigor defensivo, sem deixar de arriscar no passe.
Cunho mortífero
Para arrumar a questão Estrela da Amadora, José Mourinho não hesitou em manter o 4x3x3 que tinha apresentado contra o Vilafranquense. Desde a partida com o Nacional, a 30 de Outubro, que não utilizava esta táctica nas Antas. Sérgio Conceição e Maciel sucederam a Marco Ferreira e Derlei como escudeiros de McCarthy, confirmando a reposição qualitativa do leque de opções tácticas dos dragões.
No que deve ter sido o último jogo oficial disputado no mítico palco azul e branco, o sul-africano mostrou pressa de marcar logo no primeiro minuto, servido por Conceição. Era o primeiro sinal de um caudal ofensivo intenso do FC Porto, que acabou por não ter a tradução que se esperaria na quantidade de remates, mas que bastou e sobrou para vencer, mantendo o cunho mortífero. O trio da dianteira prometia muito, até porque Maciel tinha sublinhado intenções com um segundo disparo. Porém, a lesão de Costinha acabou por ajudar o Estrela da Amadora a ganhar algum fôlego na linha defensiva. Mourinho mandou Carlos Alberto entrar, mas a equipa demorou algum tempo a recuperar o ritmo. O deserto rematador foi-se prolongando por vinte minutos, até que floresceu um remate de Nuno Valente, perigoso, em lance de bola parada.
Era o prenúncio do primeiro golo de McCarthy, que deixava o Estrela da Amadora desnorteado, agarrado a uma postura ultradefensiva, e sem soluções viáveis para tentar contrariar o compressor ascendente do FC Porto.
Miguel Quaresma apresentou a sua formação com uma disposição difícil de interpretar com eficácia contra o sistema de jogo do FC Porto. Os três centrais sobravam perante apenas um ponta-de-lança dos dragões. Os rapazes da Reboleira porfiavam na defeaa, e procuravam soltar rapidamente bolas para a dianteira, na esperança de que Júlio César conseguisse iludir os centrais azuis e brancos, ou que Semedo tivesse ensejo de se lançar em velocidade.
Por muito que se procure uma abordagem positiva à exibição do Estrela da Amadora, a verdade é que jogou pouco futebol, conseguindo o feito de terminar o primeiro tempo sem qualquer remate registado, e evitando o escândalo com dois toques para a baliza no segundo tempo, por graça de Júlio César e Rogério. Afasta os estrelistas do "Guinness" o facto de o Marítimo, na época passada, ter efectuado apenas um remate na visita às Antas, em jogo lembrado pelo grande golo de Deco.
A segunda festa da noite, de McCarthy, não resultou de um esforço individual comparável ao do "mágico", nessa altura, mas o entendimento entre Carlos Alberto e Maciel foi notável, e deixou meio caminho andado para o sul-africano resolver. Seguiu-se o apito para o intervalo e a certeza de que a segunda parte seria, antes de mais, um exercício de gestão.
Outra bomba
Confortável por sentir as rédeas bem seguras, o FC Porto foi deixando correr o marfim no segundo tempo, até que McCarthy voltou a revelar-se incómodo para quem pretendia passar pelas brasas. Um remate de longe embateu com estrondo na trave, impedindo a concretização do primeiro "hat-trick" do sul-africano.
Para entreter os espectadores, as cortinas subiram e a escola de magia entrou em funcionamento. Ao ritmo do samba, o "aluno" Carlos Alberto confirmou-se um intérprete promissor, mas o "professor" Deco não quis deixar os créditos por mãos alheias, alimentando os "olés" dos associados portistas. Enquanto se ouviam palmas da bancada, Mourinho torcia o nariz, pouco agradado. Para Alvalade, os jogadores sabem perfeitamente que a música será outra.
Árbitro
JACINTO PAIXÃO (1). Ausência de critério disciplinar agravada pelo auxílio irregular dos assistentes. No segundo golo do FC Porto, McCarthy, qual Jardel, estava deslocado no início do lance, mas legal quando partiu o passe de Maciel. Para além da confusão com as deslocações, faltaram cartões em situações inadmissíveis, como quando Deco foi agarrado por Jordão, junto à área.
Record Autor: VÍTOR PINTO
Data: Domingo, 25 Janeiro de 2004 - 01:07
JOGO FCPORTO 2-0 ESTRELA de 25 Janeiro de 2004
FC Porto-E. Amadora, 2-0: No passeio das estrelas só o dragão sabe brilhar
CRÓNICA
McCarthy comandou o batalhão azul e branco, marcando dois golos. Último obstáculo antes do clássico foi superado com naturalidade
O FC Porto marcou o terreno para a deslocação a Alvalade com um triunfo tranquilo sobre o Estrela da Amadora. Tendo em conta a sequência de vitórias dos dragões nos jogos em casa, e o facto de o conjunto da Reboleira nunca ter pontuado fora esta época, o sucesso poderia ser uma fria fatalidade estatística. No entanto, a exibição portista acabou por transformar um passeio de estrelas num factor de motivação para o importante duelo de Alvalade.
O engodo finalizador de McCarthy fez estragos, mas a noite de nevoeiro foi animada pelo samba de Deco e Carlos Alberto, que fizeram, por via do seu tecnicismo, o contraponto com a raça e acutilância de Maciel e Sérgio Conceição.
Carlos Alberto até tinha ficado no banco, mas a lesão de Costinha obrigou a uma mudança de planos. O herói do triunfo da época passada, na casa do Sporting, teve azar num lance dividido com Jordão, ainda na fase inicial da partida, e ficou lesionado. Coube a Maniche recuar para trinco, função que cumpriu com rigor defensivo, sem deixar de arriscar no passe.
Cunho mortífero
Para arrumar a questão Estrela da Amadora, José Mourinho não hesitou em manter o 4x3x3 que tinha apresentado contra o Vilafranquense. Desde a partida com o Nacional, a 30 de Outubro, que não utilizava esta táctica nas Antas. Sérgio Conceição e Maciel sucederam a Marco Ferreira e Derlei como escudeiros de McCarthy, confirmando a reposição qualitativa do leque de opções tácticas dos dragões.
No que deve ter sido o último jogo oficial disputado no mítico palco azul e branco, o sul-africano mostrou pressa de marcar logo no primeiro minuto, servido por Conceição. Era o primeiro sinal de um caudal ofensivo intenso do FC Porto, que acabou por não ter a tradução que se esperaria na quantidade de remates, mas que bastou e sobrou para vencer, mantendo o cunho mortífero. O trio da dianteira prometia muito, até porque Maciel tinha sublinhado intenções com um segundo disparo. Porém, a lesão de Costinha acabou por ajudar o Estrela da Amadora a ganhar algum fôlego na linha defensiva. Mourinho mandou Carlos Alberto entrar, mas a equipa demorou algum tempo a recuperar o ritmo. O deserto rematador foi-se prolongando por vinte minutos, até que floresceu um remate de Nuno Valente, perigoso, em lance de bola parada.
Era o prenúncio do primeiro golo de McCarthy, que deixava o Estrela da Amadora desnorteado, agarrado a uma postura ultradefensiva, e sem soluções viáveis para tentar contrariar o compressor ascendente do FC Porto.
Miguel Quaresma apresentou a sua formação com uma disposição difícil de interpretar com eficácia contra o sistema de jogo do FC Porto. Os três centrais sobravam perante apenas um ponta-de-lança dos dragões. Os rapazes da Reboleira porfiavam na defeaa, e procuravam soltar rapidamente bolas para a dianteira, na esperança de que Júlio César conseguisse iludir os centrais azuis e brancos, ou que Semedo tivesse ensejo de se lançar em velocidade.
Por muito que se procure uma abordagem positiva à exibição do Estrela da Amadora, a verdade é que jogou pouco futebol, conseguindo o feito de terminar o primeiro tempo sem qualquer remate registado, e evitando o escândalo com dois toques para a baliza no segundo tempo, por graça de Júlio César e Rogério. Afasta os estrelistas do "Guinness" o facto de o Marítimo, na época passada, ter efectuado apenas um remate na visita às Antas, em jogo lembrado pelo grande golo de Deco.
A segunda festa da noite, de McCarthy, não resultou de um esforço individual comparável ao do "mágico", nessa altura, mas o entendimento entre Carlos Alberto e Maciel foi notável, e deixou meio caminho andado para o sul-africano resolver. Seguiu-se o apito para o intervalo e a certeza de que a segunda parte seria, antes de mais, um exercício de gestão.
Outra bomba
Confortável por sentir as rédeas bem seguras, o FC Porto foi deixando correr o marfim no segundo tempo, até que McCarthy voltou a revelar-se incómodo para quem pretendia passar pelas brasas. Um remate de longe embateu com estrondo na trave, impedindo a concretização do primeiro "hat-trick" do sul-africano.
Para entreter os espectadores, as cortinas subiram e a escola de magia entrou em funcionamento. Ao ritmo do samba, o "aluno" Carlos Alberto confirmou-se um intérprete promissor, mas o "professor" Deco não quis deixar os créditos por mãos alheias, alimentando os "olés" dos associados portistas. Enquanto se ouviam palmas da bancada, Mourinho torcia o nariz, pouco agradado. Para Alvalade, os jogadores sabem perfeitamente que a música será outra.
Árbitro
JACINTO PAIXÃO (1). Ausência de critério disciplinar agravada pelo auxílio irregular dos assistentes. No segundo golo do FC Porto, McCarthy, qual Jardel, estava deslocado no início do lance, mas legal quando partiu o passe de Maciel. Para além da confusão com as deslocações, faltaram cartões em situações inadmissíveis, como quando Deco foi agarrado por Jordão, junto à área.
Record Autor: VÍTOR PINTO
Data: Domingo, 25 Janeiro de 2004 - 01:07
12/06/07
Obrigado Vítor!
Por isso, senhor José Carlos Freitas, pode ficar descansado porque embora o jogador Vítor Baía tenha acabado a carreira, o homem Vítor Manuel Martins Baía nunca será empurrado para fora do clube e para além de poder cortar uma ou outra fita em inaugurações, tem ainda muito a dar ao FC Porto e ao futebol português.

VÍTOR BAÍA:
Títulos no FC Porto
Títulos: 25
Épocas: 16
Jogos: 534
Títulos totais
Títulos: 32
Épocas: 18
Jogos: 800
Prémios de Carreira
1988/89 - Troféu "Foot-Reuch": Melhor Guarda-Redes do Campeonato Nacional
1989 - Troféu Jornal "Record": Revelação do Ano
1989 - Dragão de Ouro: Futebolista do Ano
1989 - Futebolista do Ano da CNID
1989/90 - Melhor Jogador Hummel
1989/90 - Prémio Regularidade do Jornal "A Bola"
1990 - Prémio Trevo de Ouro: Adidas
1990 - Melhor Jogador do Torneio Phillips Cup
1990/91 - Troféu "Foot-Reuch": Melhor Guarda-Redes do Campeonato Nacional
1991 - Futebolista do Ano da CNID
1991 - Prémio Gandula para Melhor Guarda-Redes
1991/92 - Troféu Jornal "Público": Melhor Guarda-Redes do Ano
1991/92 - Troféu Jornal "Público": Melhor Jogador do Ano
1992 - Prémio Gandula para Melhor Guarda-Redes
1992 - Troféu Jornal "Record" - Melhor Guarda-Redes do Ano
1992/93 - Troféu jornal "Público": Melhor Guarda-Redes do Ano
1993 - Melhor Futebolista do Torneio Centenário do FC Porto
1993 - Prémio Gandula para Melhor Guarda-Redes
1993 - Prémio Jornal "Público": Melhor Guarda-Redes do Campeonato Nacional
1993 - 2ºMelhor Guarda-Redes do Mundo: Jornal L´Equipe
1993/94 - Troféu Jornal "Público": Melhor Guarda-Redes do Ano
1994/95 - Guarda-Redes mais valioso do Campeonato Nacional
1994/95 - Guarda-Redes do Ano da "European Sports Magazine"
1996 - Fase Final do EURO 96
1996 - Troféu Jornal "Record": Melhor Jogador do Ano
1996/97 - Troféu Jornal "A Marca": Melhor Guarda-Redes do Ano
2000 - Fase Final do Euro 2000
2002 - Fase Final do Campeonato do Mundo 2002
2002 - Figura Nacional do Ano na III Gala Nacional do Desporto
2003 - Prémio Carreira na Gala de Desporto em Gaia
2004 - Prémio UEFA "Best Goalkeeper 2003/04": Melhor Guarda-Redes da Europa
2004 - Medalha de Mérito Desportivo
2004/05 - Melhor Guarda-Redes do Campeonato Nacional
2004/05 - Troféu Jornal "Público": Melhor Guarda-Redes do Ano
2004/05 - Troféu Carreira da Superliga / Jornal Notícias
2007 - Prémios CNID: Prémio Carreira
Palmarés
10 Campeonatos Nacionais (Portugal): época 89/90, 91/92, 92/93, 94/95, 95/96, 98/99, 02/03, 03/04, 05/06 e 06/07
5 Taças de Portugal (Portugal): 90/91, 93/94, 99/2000, 02/03 e 05/06
8 Supertaças Cândido de Oliveira (Portugal): 90/91, 91/92, 93/94, 94/95, 99/00, 02/03, 03/04, 05/06
2 Taça do Rei (Espanha): 96/97 e 97/98
1 Liga (Espanha): 97/98
1 Supertaça de Espanha: 97/98
1 Taça das Taças (UEFA): 96/97
1 Supertaça Europeia (UEFA): 97/98
1 Taça UEFA (UEFA): 02/03
1 Liga dos Campeões (UEFA): 03/04
1 Taça Intercontinental (FIFA): 04/05
Vítor Baía, cada vez mais o mais titulado do planeta
TOTAL: 32 Títulos!
(Pode ler mais sobre o Vítor Baía em
http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADtor_Ba%C3%ADa)
Obrigado Vítor!
10/06/07
Campeões também na formação!
Mais um fim-de-semana em que o analfabeto presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, voltou a fazer alguns kms para dar alegrias aos fundamentalistas com as mentiras mais que contadas sobre o Apito Dourado.
Entretanto, o FC Porto continua a fazer aquilo que melhor sabe, vencer os lamps em todas as modalidades e escalões. E conquistar títulos, claro! Só para os chatear. ;)
Futebol
Vitória sobre o Benfica dá título de Sub-19

Sete minutos após a sua entrada e um antes da saída, imposta por uma bizarra expulsão, Tiago Silva sentenciou o Nacional de Juniores, permitindo ao F.C. Porto fazer a festa do título ainda com uma jornada da fase final por disputar. O avançado, lançado aos 73 minutos, marcou o único golo da partida com que os Dragões derrotaram o Benfica, depois de um intenso mas estéril domínio, que transmitiu a sensação de poder protelar a decisão para a partida com o Sporting, da última ronda.
A supremacia azul e branca foi inquestionável, ao ponto de o adversário não chegar a desfrutar de uma verdadeira ocasião de golo, mas esteve longe de fazer justiça a 90 minutos de enérgica procura da vantagem, que poderia ter acontecido num punhado de ocasiões. No mais brilhante ensaio, Castro tirou um adversário do caminho e colocou a bola sobre o guarda-redes, salvo, no último instante, pela trave.

Além das várias oportunidades criadas, o F.C. Porto poderia ter-se aproximado do golo depois de Flávio Silva ter interceptado com o braço um cruzamento de Rui Pedro, no interior da área defendida pelo Benfica, mas o árbitro limitou-se a mandar marcar um dos muitos pontapés de canto a favor dos Dragões.
O remate certeiro de Tiago Silva, assistido por Candeias, foi desferido com apenas 10 minutos para jogar, aos quais o juiz do encontro acrescentou mais sete. Mesmo depois de ter concedido apenas quatro de compensação, já depois de os Dragões se encontrarem em inferioridade numérica, por expulsão de Tiago Silva, que viu o cartão amarelo pela segunda vez a castigar uma falta banal cometida a meio-campo.
FICHA DE JOGO
Nacional de Sub-19, fase final, 5ª jornada
(10 de Junho de 2007)
Mini-estádio do CTFD PortoGaia
Assistência: 3.000 espectadores
Árbitro: António Resende (Aveiro)
F.C. PORTO: Ventura; Tiago Moreira, Bura, André Pinto e Hugo; Castro, Edson e Fredson; Ukra, Rui Pedro e Candeias
Substituições: Fredson por Tiago Silva (73m), Ukra por Monteiro (83m) e Candeias por Roberto (90m)
Não utilizados: Leonardo, Graça, André Santos e Fábio
Treinador: Ilídio Vale
BENFICA: Casaleiro; André Casaca, Miguel Vítor, Flávio Silva e Ruben Lima; Miguel Rosa, Romeu Ribeiro e Kaz Patafta; Sami, André Carvalhas e Yu Dabao
Substituições: Riguel Rosa por João Ferreira (66m), Sami por Carlos Correia (73m) e Romeu Ribeiro por Bruno Parreira (83m)
Não utilizados: João Ribeiro, André Magalhães, João Alberto e Danilson Zambujeiro
Treinador: Bruno Lage
Ao intervalo: 0-0
Marcador: Tiago Silva (80m)
Disciplina: cartão amarelo a Miguel Vítor (24m), Romeu Ribeiro (44m), Tiago Moreira (44m), Hugo (49m), Tiago Silva (80 e 81m), João Ribeiro (86m) e Bruno Parreira (90m); cartão vermelho a Tiago Silva (81m)
Sub-19 campeões: Declarações
Ilídio Vale: «Privilegiamos o futebol de ataque»

«O F.C. Porto foi a melhor equipa do campeonato, jogando mais e privilegiando o futebol de ataque. Atingimos patamares exibicionais muito bons e a conquista do título não é mais do que o reflexo de um trabalho de qualidade desenvolvido ao longo da época.»
Castro: «Quero ficar neste clube-maravilha»
«Nunca tive dúvidas de que seríamos campeões e creio que é claro para todos que somos a melhor equipa da prova. O estágio de pré-temporada? Ainda não tive tempo para pensar nisso, mas é fácil de perceber aquilo que pretendo. Sou portista desde que nasci, estou aqui desde os infantis e sempre quis ficar neste clube-maravilha.»
Tiago Silva: «Vitória para a formação e para o presidente»
«Trabalhámos muito para esta vitória, que deve ser também dedicada ao departamento de formação do clube e ao presidente, que completou recentemente 25 anos à frente do F.C. Porto. Sobre a expulsão, devo dizer que nada fiz para ver o segundo amarelo.»
Rui Pedro: «É uma alegria imensa»
«Trabalhámos a época inteira a pensar no título e ser campeão é uma sensação fantástica, uma alegria imensa. Na qualidade de capitão, ao intervalo procurei transmitir calma aos meus colegas, dizendo-lhes que o golo acabaria por surgir mais tarde ou mais cedo.»
Sub-15 assumem a liderança a uma jornada do fim
A equipa de iniciados do F.C. Porto assumiu a liderança do Campeonato Nacional do escalão, após uma vitória devastadora sobre o Benfica por 6-0, num jogo a contar para a penúltima jornada da competição, realizado este domingo no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia.
Os Dragões partem para a derradeira ronda da prova com mais dois pontos do que o Sporting, que empatou a um diante do Boavista, adversário que os azuis e brancos encontram no próximo fim-de-semana, naquela que será uma partida decisiva para as ambições dos sub-15 portistas.
Hóquei em Patins
Juvenis sagram-se Campeões com goleada sobre o Benfica
Um triunfo expressivo sobre o Benfica, por 4-1, valeu este sábado a consagração dos juvenis do F.C. Porto como Campeões Nacionais, um título alcançado em Castelo de Paiva e que vem acentuar o sucesso dos Dragões no hóquei em patins, mostrando que é na formação que se começam a construir grandes vencedores.
O conjunto azul e branco iniciou a luta pelo título esta sexta-feira, arquitectando um resultado igualmente esclarecedor perante o O. Barcelos, pelos mesmos 4-1, e carimbou a conquista do troféu já hoje, transformando o jogo de amanhã, frente ao Parede, numa mera formalidade de calendário.
O F.C. Porto encontra a formação de Cascais este domingo, a partir das 18 horas, no Pavilhão Municipal dos Desportos de Castelo de Paiva, num desafio em que os jogadores orientados por João Lapo podem aproveitar para confirmar o estatuto de Campeões Nacionais e fechar a competição com chave de ouro
Site Oficial FC Porto
Entretanto, o FC Porto continua a fazer aquilo que melhor sabe, vencer os lamps em todas as modalidades e escalões. E conquistar títulos, claro! Só para os chatear. ;)
Vitória sobre o Benfica dá título de Sub-19

Sete minutos após a sua entrada e um antes da saída, imposta por uma bizarra expulsão, Tiago Silva sentenciou o Nacional de Juniores, permitindo ao F.C. Porto fazer a festa do título ainda com uma jornada da fase final por disputar. O avançado, lançado aos 73 minutos, marcou o único golo da partida com que os Dragões derrotaram o Benfica, depois de um intenso mas estéril domínio, que transmitiu a sensação de poder protelar a decisão para a partida com o Sporting, da última ronda.
A supremacia azul e branca foi inquestionável, ao ponto de o adversário não chegar a desfrutar de uma verdadeira ocasião de golo, mas esteve longe de fazer justiça a 90 minutos de enérgica procura da vantagem, que poderia ter acontecido num punhado de ocasiões. No mais brilhante ensaio, Castro tirou um adversário do caminho e colocou a bola sobre o guarda-redes, salvo, no último instante, pela trave.

Além das várias oportunidades criadas, o F.C. Porto poderia ter-se aproximado do golo depois de Flávio Silva ter interceptado com o braço um cruzamento de Rui Pedro, no interior da área defendida pelo Benfica, mas o árbitro limitou-se a mandar marcar um dos muitos pontapés de canto a favor dos Dragões.
O remate certeiro de Tiago Silva, assistido por Candeias, foi desferido com apenas 10 minutos para jogar, aos quais o juiz do encontro acrescentou mais sete. Mesmo depois de ter concedido apenas quatro de compensação, já depois de os Dragões se encontrarem em inferioridade numérica, por expulsão de Tiago Silva, que viu o cartão amarelo pela segunda vez a castigar uma falta banal cometida a meio-campo.
FICHA DE JOGO
Nacional de Sub-19, fase final, 5ª jornada
(10 de Junho de 2007)
Mini-estádio do CTFD PortoGaia
Assistência: 3.000 espectadores
Árbitro: António Resende (Aveiro)
F.C. PORTO: Ventura; Tiago Moreira, Bura, André Pinto e Hugo; Castro, Edson e Fredson; Ukra, Rui Pedro e Candeias
Substituições: Fredson por Tiago Silva (73m), Ukra por Monteiro (83m) e Candeias por Roberto (90m)
Não utilizados: Leonardo, Graça, André Santos e Fábio
Treinador: Ilídio Vale
BENFICA: Casaleiro; André Casaca, Miguel Vítor, Flávio Silva e Ruben Lima; Miguel Rosa, Romeu Ribeiro e Kaz Patafta; Sami, André Carvalhas e Yu Dabao
Substituições: Riguel Rosa por João Ferreira (66m), Sami por Carlos Correia (73m) e Romeu Ribeiro por Bruno Parreira (83m)
Não utilizados: João Ribeiro, André Magalhães, João Alberto e Danilson Zambujeiro
Treinador: Bruno Lage
Ao intervalo: 0-0
Marcador: Tiago Silva (80m)
Disciplina: cartão amarelo a Miguel Vítor (24m), Romeu Ribeiro (44m), Tiago Moreira (44m), Hugo (49m), Tiago Silva (80 e 81m), João Ribeiro (86m) e Bruno Parreira (90m); cartão vermelho a Tiago Silva (81m)
Sub-19 campeões: Declarações
Ilídio Vale: «Privilegiamos o futebol de ataque»

«O F.C. Porto foi a melhor equipa do campeonato, jogando mais e privilegiando o futebol de ataque. Atingimos patamares exibicionais muito bons e a conquista do título não é mais do que o reflexo de um trabalho de qualidade desenvolvido ao longo da época.»
Castro: «Quero ficar neste clube-maravilha»
«Nunca tive dúvidas de que seríamos campeões e creio que é claro para todos que somos a melhor equipa da prova. O estágio de pré-temporada? Ainda não tive tempo para pensar nisso, mas é fácil de perceber aquilo que pretendo. Sou portista desde que nasci, estou aqui desde os infantis e sempre quis ficar neste clube-maravilha.»
Tiago Silva: «Vitória para a formação e para o presidente»
«Trabalhámos muito para esta vitória, que deve ser também dedicada ao departamento de formação do clube e ao presidente, que completou recentemente 25 anos à frente do F.C. Porto. Sobre a expulsão, devo dizer que nada fiz para ver o segundo amarelo.»
Rui Pedro: «É uma alegria imensa»
«Trabalhámos a época inteira a pensar no título e ser campeão é uma sensação fantástica, uma alegria imensa. Na qualidade de capitão, ao intervalo procurei transmitir calma aos meus colegas, dizendo-lhes que o golo acabaria por surgir mais tarde ou mais cedo.»
A equipa de iniciados do F.C. Porto assumiu a liderança do Campeonato Nacional do escalão, após uma vitória devastadora sobre o Benfica por 6-0, num jogo a contar para a penúltima jornada da competição, realizado este domingo no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia.
Os Dragões partem para a derradeira ronda da prova com mais dois pontos do que o Sporting, que empatou a um diante do Boavista, adversário que os azuis e brancos encontram no próximo fim-de-semana, naquela que será uma partida decisiva para as ambições dos sub-15 portistas.
Juvenis sagram-se Campeões com goleada sobre o Benfica
Um triunfo expressivo sobre o Benfica, por 4-1, valeu este sábado a consagração dos juvenis do F.C. Porto como Campeões Nacionais, um título alcançado em Castelo de Paiva e que vem acentuar o sucesso dos Dragões no hóquei em patins, mostrando que é na formação que se começam a construir grandes vencedores.
O conjunto azul e branco iniciou a luta pelo título esta sexta-feira, arquitectando um resultado igualmente esclarecedor perante o O. Barcelos, pelos mesmos 4-1, e carimbou a conquista do troféu já hoje, transformando o jogo de amanhã, frente ao Parede, numa mera formalidade de calendário.
O F.C. Porto encontra a formação de Cascais este domingo, a partir das 18 horas, no Pavilhão Municipal dos Desportos de Castelo de Paiva, num desafio em que os jogadores orientados por João Lapo podem aproveitar para confirmar o estatuto de Campeões Nacionais e fechar a competição com chave de ouro
Site Oficial FC Porto
09/06/07
Comissões à moda dos lampiões
Tal como O PATO vinha discretamente anunciando, anda para aí um caso muito curioso no futebol português. Tendo a ver com Ronald Garcia que, na sequência da venda pela Alverca-SAD de Mantorras ao Benfica, a mesma Alverca-SAD comprou por perto de 1,5 milhões de euros (dinheiro esse que terá saído da referida SAD em “cash”) ao Clube Bolívar, para de resto lho emprestar logo de seguida: acto 1.
Acto 2: o Benfica compra Ronald Garcia à Alverca-SAD, mas também para emprestá-lo ao seu clube de origem e, em seguida, a um outro clube boloviano.
Acto 3: Ronaldo Garcia regressa à Luz, onde tem contrato até 2008. Mas, sem que tenha tido conhecimento do teor do negócio entre o Benfica e o Aris Salónica, e muito menos rescindido com o dito Benfica, assina por dois anos um contrato de trabalho com o clube grego, onde presume estar por empréstimo do seu verdadeiro patrão. Só que - O PATO repete - sem ter entretanto rescindido o seu contrato com o Benfica, apesar de a Federação Portuguesa de Futebol ter pelo visto emitido um certificado internacional permitindo-lhe jogar nos estrangeiro.
O Jogo
Os lampiões irão processar judicialmente a poderosa Microsoft
O Sport Lisboa e Benfica, fará entrar na semana que vem (4a feira), um processo na justiça desportiva portuguesa contra a gigante da informática, Microsoft.
O motivo, segundo os dirigentes da SAD, é que a Microsoft estará usando um slogan da equipa em aplicações como o Word, PowerPoint e até mesmo o Excel.
Um dos advogados do clube explica: "Sempre que um programa da Microsoft é iniciado, o nome do ficheiro é:
'Sem titulo'.
Os lampiões da Luz sentem-se lesados ao ter um slogan tão seu, tão identificado com a história deles no futebol mundial, ser utilizado com fins lucrativos por uma empresa como a Microsoft".
"Vamos até as ultimas consequências!" - diz o seu representante.
Bill Gates não quis comentar o assunto.
08/06/07
Até fiquei com os olhos em bico!
Estava à espera de Ji Sung Park para o plantel principal e a Sad lembra-se de contratar para a equipa de juniores, Ming Chi Zang, um jovem avançado chinês de 18 anos, por uma época com mais duas de opção, caso o jogador mostre no terreno todo o potencial que apresentou durante os quinze dias em que esteve à experiência. Também tá bem, desde que não se esqueçam do meu pedido. ;)06/06/07
Todos falam no Rossi mas eu preferia este
À atenção dos fundamentalistas:
FC Porto esclarece cedência de Anderson e contratação de Jesualdo Ferreira
O Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD emitiu hoje um comunicado, no qual promove um esclarecimento relacionado com a cedência dos direitos desportivos do jogador brasileiro Anderson e a contratação do técnico Jesualdo Ferreira. COMUNICADO - No seguimento de um comentário publicado na edição de ontem do jornal A Bola, e tendo em vista o esclarecimento do mercado e de todos os adeptos do FC Porto, o Conselho de Administração da FC Porto – Futebol, SAD informa o seguinte: “O acordo de cedência dos direitos desportivos de Anderson ao Manchester United não envolveu qualquer intermediário, foi tratado directamente entre clubes, pelo que não implicará o pagamento de qualquer comissão. Por outro lado, a contratação do técnico Jesualdo Ferreira, no arranque da temporada 2006/07, foi concretizada após negociações directas entre as administrações da FC Porto, SAD e da Boavista, SAD e sem recurso aos serviços de qualquer intermediário”.
Perceberam ou ainda estão à espera do desenho?
05/06/07
E agora?
Pois, tirando o Nuno e o Helton, parece que o FC Porto até tem bons guarda-redes. Pelo menos enquanto os emprestar.
«Será muito difícil para mim, depois de treinar o Porto, treinar mais alguém»
Jesualdo Ferreira
Negócios
Anderson foi embora e foi uma tragédia. Parece que nesse dia a Lua caiu lá do alto e houve mesmo notícias de que o Sol adormeceu, despertando tarde, enfraquecido e já depois de saber que o menino-prodígio estava a bordo de um avião rumo a Manchester. Amuado, lá ajudou à fotossíntese. Visto assim, o defeso não podia começar da pior forma para os portistas, naturalmente incapazes de oferecer ilimitada resistência à "aliança dólares-libras" que torna os campeões ingleses invasores temíveis. Não foi uma derrota por KO, é certo, mas difícil seria evitar perder por pontos. Por contos, no caso qualquer coisa como seis milhões de contos. Em moeda antiga a notícia talvez tenha outro impacto. O Manchester também pagou 1,5 milhões de euros ao Grémio, pela formação de Anderson. Parece pouco, mas sempre são 300 mil contos. Pode ser uma questão psicológica, mas de facto 30 milhões de euros - mais 1,5 milhões que foram directamente para o clube de Porto Alegre - parece ser um mau negócio. Dito assim em euros, mesmo tratando-se de uma jovem promessa que este ano esteve meio ano lesionada, pode parecer pouco. Tão pouco que alguém ache possível chamar-lhe um mau negócio. Como se acenar a seis milhões de contos fosse um erro. Como se pudesse parecer pouco o FC Porto aceitar o que o Barcelona pagou ao Paris Saint-Germain por Ronaldinho, na altura, em 2003, já um craque universal. Ou alguém acredita que para o ano Anderson valeria 12 milhões de contos, perdão, 60 milhões de euros? Nem o Ronaldinho.
ALCIDES FREIRE
"Quando se soube que ele ia sair, parecia que o Mundo tinha acabado para o FC Porto. Mas relembro as pessoas que fomos campeões sem ele"
Jesualdo Ferreira
ALCIDES FREIRE
"Quando se soube que ele ia sair, parecia que o Mundo tinha acabado para o FC Porto. Mas relembro as pessoas que fomos campeões sem ele"
Jesualdo Ferreira
04/06/07
Jesualdo em entrevista ao "O Jogo"
O título aos 60 anos
- Não sei se faltava alguma coisa na minha carreira. Sei que este título permitiu-me alcançar alguma coisa que não tinha conseguido nunca antes. Quer queiramos, quer não, para a avaliação das pessoas, especialmente em futebol, os títulos são fundamentais. Quem não ganha não é reconhecido e, às vezes, mesmo ganhando também não.

Vítor Baía
- A dado momento o Vítor Baía foi colocado como adjunto, até como treinador. Sem saber, era um mister aqui dentro. Ora, todos sabemos, da equipa técnica fazem parte dois ex-jogadores do FC Porto de grande prestígio, o João Pinto e o Rui Barros, pessoas que não mereciam isto. O Wil Coort, seu treinador específico, também não merecia. E havia ainda dois treinadores, o Jesualdo e o Azenha, que tinham funções claras. A equipa técnica foi, durante algum tempo, colocada em causa por um fantasma que quiseram criar. Portanto, todo e qualquer relacionamento com o Baía era considerado como algo negativo. Acho que isso foi indecente para o Baía, porque se serviram dele para tentar chegar a outras áreas e para a equipa técnica, que é boa, fantástica e formada por elementos de grande qualidade humana e técnica.
Capitães atipicos
- O FC Porto viveu uma situação atípica. Dos quatro capitães, Baía não jogava, embora estivesse sempre presente, o Pedro não jogava e passou boa parte do tempo no departamento médico, e o Ricardo Costa não jogava. Apenas o Lucho fazia parte do onze. Mas também isso o grupo foi capaz de vencer. Este plantel foi fantástico, de uma seriedade e capacidade profissional impecável, mostrando-se capaz de resolver coisas negativas, conflituosidades que foram resolvidas de forma serena
Bosingwa e a lição
- Esteve fora alguns jogos, voltou, voltou bem e agora está na Selecção. Fantástico. Há situações em que as pessoas tem um comportamento menos ajustado e nós fomos resolvendo. Agora, fico satisfeito por o ver na selecção.
A primeira
- A primeira volta do FC Porto indiciava um claro campeão. Recordo-me perfeitamente a imprensa naquela altura dizia: acabou o campeonato, o FC Porto é campeão. Eu, pelo contrário, sempre disse: atenção, não acabou o campeonato, atenção porque os outros adversários são muito fortes, o campeonato ainda tem mais 15 jogos e as dificuldades vão aumentar nas últimas dez jornadas.
Não se podem fazer comparações, porque uma coisa é fazer 15 jornadas, outra é fazer 17, mas creio que quando o FC Porto virou a primeira volta com 13 vitórias, um empate e uma derrota, isso constituía um dos melhores registos de sempre da história do clube
E a segunda volta
- A própria oscilação do FC Porto também foi aumentada pelas dificuldades que as outras equipas criaram, nomeadamente, a subida do Benfica e, a sete jornadas do fim, só a sete jornadas do fim, a subida do Sporting
Fez-se justiça
- Quando os nossos adversários directos dizem que o FC Porto foi o justo campeão, não posso ter outra opinião. O FC Porto foi melhor do que o Sporting e o Benfica durante nove ou dez meses. Se tivemos momentos maus, eles também tiveram, só que eles tiveram mais
Aposta vai ser feita em jogadores altos?
- O FC Porto não é uma equipa alta. E a altura, o peso e a robustez física são fundamentais no futebol actual. (...) Os dois centrais do FC Porto são altos, os laterais são relativamente altos mas dominam bem o jogo pelo ar, mas daí para a frente os jogadores não são muito altos e esses lances reflectem isso mesmo.
O melhor mercado
- Queremos encontrar soluções que produzam efeito rapidamente. Os mercados português e o dos jogadores que já estão na Europa são os que mais nos interessam, porque não há adaptação, nem um processo de aprendizagem tão longo. Há rotinas e métodos assimilados, o que é diferente quando se recorre ao mercado africano ou ao sul-americano. Mas, o FC Porto nunca recusa um bom negócio, venha ele de onde vier.
A colagem ao Benfica
- Magoa-me um bocadinho que tentem servir-se do meu passado como treinador para fazer uma colagem ao Benfica pela negativa. Custa-me, não gosto. Posso entender que as pessoas se refiram a isso, já não aceito muito bem que constituam uma linha de comportamento por ter sido treinador do Benfica, como se a minha vida tenha de ficar para sempre ligada onde trabalhei, onde cumpri o meu contrato, fiz as minhas obrigações. (...) Agora, uma coisa é certa: estou no FC Porto, sou do FC Porto e defendo a minha equipa até aos limites. Aí não dou hipóteses.

Uma desilusão chamada Rui Costa
- Tive sempre muito carinho e respeito por ele, trabalhámos juntos desde quando ele era um menino, ainda no início da carreira dele. Durante muito tempo mostrávamos essa consideração quando os encontros se proporcionavam. Nessa dia, aconteceu que ainda ia a caminho da entrevista rápida, o Rui Costa estava muito perto dessa zona e eu dirigi-me a ele para o cumprimentar. A verdade é que ele, e há testemunhas, teve uma atitude desabrida, pouco educada até, falando de diversas coisas, acusando-me de já não ser o mesmo. Acho que não merecia isso. Se eu tivesse ripostado, entrando na mesma telenovela, teríamos tido uma coisa fantástica. O que eu disse, perante a reacção dele, foi que falaríamos depois, ao que o Rui Costa respondeu que não, que falava já, que eu já não era o mesmo. Depois disso fui falar para a televisão e quando voltei o Rui Costa já lá não estava.
Prejudicados pela arbitragem
- O que senti é que houve muitos jogos em que os árbitros reagiram com critérios diferentes. Por que razão? Não sei. (...) Em Leiria e cinco dias depois do Benfica-FC Porto, quando me perguntaram se achava que o golo do Benfica tinha sido em fora-de-jogo. Como não sou cego, disse que sim. O que resultou numa polémica tremenda. Como deu polémica, aproveitei para dizer mais algumas coisa de que não gostei nesse jogo. Foram dois jogos determinantes nesse aspecto de condução de arbitragem. Estou seguro que mesmo o senhor Pedro Henriques, árbitro muito liberal, teria marcado falta, se fosse fora da área do Sporting, na entrada do Polga sobre o Pepe que ocorreu mesmo no final do jogo. Só que na altura era complicado e passou. Quando vejo durante toda a época um clube falar sistematicamente no Apito Dourado e outros falarem do lance da mão do Ronny... E mais, como por exemplo ler que o Sporting teria sido campeão se este campeonato tivesse sido disputado no sistema de dois pontos por vitória...
Campeões contra tudo e contra todos
- Acho que o FC Porto, como clube grande que é, o clube que nos últimos 20 anos mais títulos ganhou, é aquele que é menos apoiado pelo que faz. Senti desde que trabalho aqui que ganhar no FC Porto redobra, triplica a satisfação, mas também obriga todos a trabalhar ainda mais. Sentimos que para ganhar temos que ser muito mais fortes. E o FC Porto tem sido...
- Não sei se faltava alguma coisa na minha carreira. Sei que este título permitiu-me alcançar alguma coisa que não tinha conseguido nunca antes. Quer queiramos, quer não, para a avaliação das pessoas, especialmente em futebol, os títulos são fundamentais. Quem não ganha não é reconhecido e, às vezes, mesmo ganhando também não.

Vítor Baía
- A dado momento o Vítor Baía foi colocado como adjunto, até como treinador. Sem saber, era um mister aqui dentro. Ora, todos sabemos, da equipa técnica fazem parte dois ex-jogadores do FC Porto de grande prestígio, o João Pinto e o Rui Barros, pessoas que não mereciam isto. O Wil Coort, seu treinador específico, também não merecia. E havia ainda dois treinadores, o Jesualdo e o Azenha, que tinham funções claras. A equipa técnica foi, durante algum tempo, colocada em causa por um fantasma que quiseram criar. Portanto, todo e qualquer relacionamento com o Baía era considerado como algo negativo. Acho que isso foi indecente para o Baía, porque se serviram dele para tentar chegar a outras áreas e para a equipa técnica, que é boa, fantástica e formada por elementos de grande qualidade humana e técnica.
Capitães atipicos
- O FC Porto viveu uma situação atípica. Dos quatro capitães, Baía não jogava, embora estivesse sempre presente, o Pedro não jogava e passou boa parte do tempo no departamento médico, e o Ricardo Costa não jogava. Apenas o Lucho fazia parte do onze. Mas também isso o grupo foi capaz de vencer. Este plantel foi fantástico, de uma seriedade e capacidade profissional impecável, mostrando-se capaz de resolver coisas negativas, conflituosidades que foram resolvidas de forma serena
Bosingwa e a lição
- Esteve fora alguns jogos, voltou, voltou bem e agora está na Selecção. Fantástico. Há situações em que as pessoas tem um comportamento menos ajustado e nós fomos resolvendo. Agora, fico satisfeito por o ver na selecção.
A primeira
- A primeira volta do FC Porto indiciava um claro campeão. Recordo-me perfeitamente a imprensa naquela altura dizia: acabou o campeonato, o FC Porto é campeão. Eu, pelo contrário, sempre disse: atenção, não acabou o campeonato, atenção porque os outros adversários são muito fortes, o campeonato ainda tem mais 15 jogos e as dificuldades vão aumentar nas últimas dez jornadas.
Não se podem fazer comparações, porque uma coisa é fazer 15 jornadas, outra é fazer 17, mas creio que quando o FC Porto virou a primeira volta com 13 vitórias, um empate e uma derrota, isso constituía um dos melhores registos de sempre da história do clube
E a segunda volta
- A própria oscilação do FC Porto também foi aumentada pelas dificuldades que as outras equipas criaram, nomeadamente, a subida do Benfica e, a sete jornadas do fim, só a sete jornadas do fim, a subida do Sporting
Fez-se justiça
- Quando os nossos adversários directos dizem que o FC Porto foi o justo campeão, não posso ter outra opinião. O FC Porto foi melhor do que o Sporting e o Benfica durante nove ou dez meses. Se tivemos momentos maus, eles também tiveram, só que eles tiveram mais
Aposta vai ser feita em jogadores altos?
- O FC Porto não é uma equipa alta. E a altura, o peso e a robustez física são fundamentais no futebol actual. (...) Os dois centrais do FC Porto são altos, os laterais são relativamente altos mas dominam bem o jogo pelo ar, mas daí para a frente os jogadores não são muito altos e esses lances reflectem isso mesmo.
O melhor mercado
- Queremos encontrar soluções que produzam efeito rapidamente. Os mercados português e o dos jogadores que já estão na Europa são os que mais nos interessam, porque não há adaptação, nem um processo de aprendizagem tão longo. Há rotinas e métodos assimilados, o que é diferente quando se recorre ao mercado africano ou ao sul-americano. Mas, o FC Porto nunca recusa um bom negócio, venha ele de onde vier.
A colagem ao Benfica
- Magoa-me um bocadinho que tentem servir-se do meu passado como treinador para fazer uma colagem ao Benfica pela negativa. Custa-me, não gosto. Posso entender que as pessoas se refiram a isso, já não aceito muito bem que constituam uma linha de comportamento por ter sido treinador do Benfica, como se a minha vida tenha de ficar para sempre ligada onde trabalhei, onde cumpri o meu contrato, fiz as minhas obrigações. (...) Agora, uma coisa é certa: estou no FC Porto, sou do FC Porto e defendo a minha equipa até aos limites. Aí não dou hipóteses.
Uma desilusão chamada Rui Costa
- Tive sempre muito carinho e respeito por ele, trabalhámos juntos desde quando ele era um menino, ainda no início da carreira dele. Durante muito tempo mostrávamos essa consideração quando os encontros se proporcionavam. Nessa dia, aconteceu que ainda ia a caminho da entrevista rápida, o Rui Costa estava muito perto dessa zona e eu dirigi-me a ele para o cumprimentar. A verdade é que ele, e há testemunhas, teve uma atitude desabrida, pouco educada até, falando de diversas coisas, acusando-me de já não ser o mesmo. Acho que não merecia isso. Se eu tivesse ripostado, entrando na mesma telenovela, teríamos tido uma coisa fantástica. O que eu disse, perante a reacção dele, foi que falaríamos depois, ao que o Rui Costa respondeu que não, que falava já, que eu já não era o mesmo. Depois disso fui falar para a televisão e quando voltei o Rui Costa já lá não estava.
Prejudicados pela arbitragem
- O que senti é que houve muitos jogos em que os árbitros reagiram com critérios diferentes. Por que razão? Não sei. (...) Em Leiria e cinco dias depois do Benfica-FC Porto, quando me perguntaram se achava que o golo do Benfica tinha sido em fora-de-jogo. Como não sou cego, disse que sim. O que resultou numa polémica tremenda. Como deu polémica, aproveitei para dizer mais algumas coisa de que não gostei nesse jogo. Foram dois jogos determinantes nesse aspecto de condução de arbitragem. Estou seguro que mesmo o senhor Pedro Henriques, árbitro muito liberal, teria marcado falta, se fosse fora da área do Sporting, na entrada do Polga sobre o Pepe que ocorreu mesmo no final do jogo. Só que na altura era complicado e passou. Quando vejo durante toda a época um clube falar sistematicamente no Apito Dourado e outros falarem do lance da mão do Ronny... E mais, como por exemplo ler que o Sporting teria sido campeão se este campeonato tivesse sido disputado no sistema de dois pontos por vitória...
Campeões contra tudo e contra todos
- Acho que o FC Porto, como clube grande que é, o clube que nos últimos 20 anos mais títulos ganhou, é aquele que é menos apoiado pelo que faz. Senti desde que trabalho aqui que ganhar no FC Porto redobra, triplica a satisfação, mas também obriga todos a trabalhar ainda mais. Sentimos que para ganhar temos que ser muito mais fortes. E o FC Porto tem sido...
02/06/07
O mercado continua a mexer para os lados do Dragão
«Estou a realizar um sonho.
Sou jovem, mas queria vir para a Europa. O F.C. Porto é um grande clube, tem uma estrutura grandiosa. Qualquer jogador gostaria de jogar aqui. Este foi mais um objectivo conquistado. Vou trabalhar para aprender muito com o F.C. Porto e continuar a crescer. Quero evoluir e aprender a ser um jogador melhor. O futebol na Europa é muito diferente, por isso venho para trabalhar e aprender. Vamos ver qual será o futuro próximo. Para já estou muito contente por ter assinado pelo F.C. Porto».Boa. Nunca pensei dizer isto, mas embora ainda existam alguns tentáculos do polvo que Valentim Loureiro e Luís Filipe Vieira construíram, estou a começar a gostar desta liga.
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