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05/03/12

O Pinóquio

A verdade desportiva de um mentiroso. Para Rui Santos dizer a verdade sobre o FC Porto é inversamente proporcional às nossas vitórias. Quanto mais ganhamos mais Rui Santos mente e se lhe crescesse o nariz a cada mentira que diz...

Do alto do púlpito que lhe oferece a SIC Notícias, Santos inventou agora que não houve controlo antidoping no jogo Benfica-FC Porto. Mentira. Mais uma. Houve sim senhor, os jogadores João Moutinho e Sapunaru foram controlados.

De resto, ainda na semana passada, como foi amplamente noticiado pela comunicação social, quatro jogadores do FC Porto foram controlados no final de um treino. O mesmo aconteceu após o jogo com o Feirense ou após ambos os jogos com o Manchester City, só para falar dos mais recentes.

O FC Porto orgulha-se de estar na primeira linha da luta antidoping, tem atrás de si um passado, no futebol e nas outras modalidades, que outros não podem exibir, e nunca deixará de desmascarar mentirosos que julgam assim beliscar as nossas vitórias.
http://www.fcporto.pt/index.asp

06/11/10

Já nem a Uefa pode controlar os jogadores do Benfica?

O controlo antidoping esteve no Seixal a controlar os jogadores do Benfica. E algo que devia merecer aplausos, deu direito a muitas vozes de protesto, com a ajuda da comunicação social portuguesa, sempre pronta a apoiar o clube do regime.

Da primeira página do jornal A Bola:
“Três dias antes do clássico [FC Porto–Benfica] ‘Vampiros’ atacam no Benfica”

Vampiros. Claro está que, perante tamanha pressão, os membros da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) viram-se obrigados a emitir um comunicado antes que fossem obrigados a pedir a demissão, em que esclarecem que o controlo antidoping é responsabilidade da UEFA.

Ufa, parece que já se safaram desta!

Enfim, depois de uns anos, entre 2007 e 2009, em que tiveram liberdade para controlar os atletas do Benfica (com bons resultados), neste momento os médicos da ADOP cagam-se todos quando o assunto tem a ver com o clube do regime.

E mesmo Domingos Gomes, membro da Unidade de Controlo Anti-Doping da UEFA, viu-se obrigado a explicar tal «afronta».
«Não sei a razão, há um grupo restrito de três ou quatro pessoas que tomam a decisão em relação ao clube a visitar e ao momento da recolha. Sei apenas que pode abranger entre sete e dez jogadores e não é obrigatório sorteá-los»

Para os lados da Luz não gostam de controlos. Será que lhes fazem lembrar o Nuno Assis?

Do DN:
Justiça desportiva.
Apesar de obrigatórios por lei, os inquéritos para determinar o envolvimento do clube e do departamento médico no caso de 'doping' só foram abertos dois anos depois, após o DN ter solicitado várias vezes acesso às conclusões.

Foi em Janeiro de 2007 que o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) colocou um ponto final a um dos casos de doping mais polémicos em Portugal, suspendendo Nuno Assis, na altura jogador do Benfica, por um ano. Derrotado, o clube da Luz recorreu para o Supremo Tribunal suíço, mas voltou a perder. Tendo o caso sido encerrado com uma condenação, este deveria de imediato ter dado origem a inquéritos para determinar qual a responsabilidade da SAD encarnada e do seu staff no caso de dopagem, mas a justiça do futebol português não o fez: a notificação oficial para actualizar o registo disciplinar do jogador só foi enviada à Liga de Clubes (LPFP), pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em 2009; Nuno Assis não continuou a jogar nas provas internas apenas porque o Benfica cumpriu a sanção, já que formalmente a Liga não o podia impedir.

O Decreto-Lei nº 183/97, que na altura regulava o combate ao doping em Portugal, diz que um teste positivo "determina automaticamente a abertura de inquérito" para averiguar um eventual "envolvimento e o grau de responsabilidade" do pessoal de apoio ao atleta, inclusive funcionários e dirigentes dos clubes/equipas.

Se a lei tivesse sido cumprida na altura, deveriam ter sido investigados "médicos, paramédicos e técnicos" que acompanhavam "directamente a carreira desportiva" do atleta, assim como "todos os agentes desportivos" que mantinham com o jogador "uma relação particularmente estreita, nomeadamente de superintendência, de orientação ou de apoio".

Como o Benfica é um clube profissional, a entidade competente para investigar seria a Comissão Disciplinar (CD) da Liga, o mesmo órgão que em 2006 tomou a primeira decisão sobre o caso Nuno Assis, aplicando uma suspensão de seis meses. Mas a CD não avançou com os inquéritos ao Benfica. Aguardou que a FPF reconhecesse formalmente que o acórdão do seu Conselho de Justiça (CJ), que arquivara o caso, tinha sido revogado pela resolução do TAS.

O TAS comunicou a sua decisão às partes envolvidas - FPF, Benfica, Nuno Assis e Agência Mundial Antidopagem - a 4 de Janeiro de 2007 e publicou o acórdão a 24 de Janeiro. A nota formal da FPF devia ter sido enviada de imediato para a Liga, mas isso só aconteceu a 17 de Março de 2009, mais de dois anos depois do acórdão arbitral e semanas depois de o DN ter pedido várias vezes o acesso às conclusões dos inquéritos, obrigatório por lei, sem saber que estes não tinham sido realizados.

Três dias depois de a FPF ter emitido a nota formal, a CD da Liga instaurou os dois inquéritos, ambos fechados e arquivados a 19 de Junho deste ano. Um por "não se terem revelado indícios de responsabilidade disciplinar do 'pessoal de apoio ao praticante desportivo'", o outro por "não se ter demonstrado a culpa da sociedade desportiva acusada". Ou seja, o Benfica.

A nível formal, para a CD da Liga, "até 12 de Março de 2009 era a absolvição transitada em julgado [decretada pelo Conselho de Justiça] que constava do 'cadastro disciplinar' do atleta para a época 2006/07". Apenas com a nota da FPF, sobre o acórdão do TAS, a Liga considerou revogada a decisão do CJ, o registo do actual jogador do Vitória de Guimarães foi actualizado e foram abertos os inquéritos à SAD do Benfica e ao seu pessoal médico e técnico.


Por falar em jogadores do Benfica, alguém pode dizer com certeza absoluta de que morreu o húngaro Miklos Fehér?

Mudando um pouco de assunto, esta semana li uma entrevista antiga do Eusébio em que o jogador diz que apenas foi expulso uma vez na carreira e que o juizo do árbitro tinha sido de tal maneira injusto que nunca chegou a ser castigado. E ri. Se agora os jogadores do Benfica nunca são castigados pela (in)justiça desportiva porque razão haviam de ser castigados nos gloriosos tempos da ditadura salazarista?

Voltando ao controlo surpresa, será que os dirigentes e adeptos do Benfica revoltaram-se porque se lembraram dos jogadores de râguebi, basquetebol, andebol...e sei lá que mais, que também foram apanhados nas semanas seguintes?

Ou os ciclistas que eles doparam têm algo a ver com as reacções exageradas que assistimos esta semana?

Do jornal O Jogo em 2008:
Benfica viu recusado wild card da UCI

A equipa do Benfica viu recusada pela UCI (União Ciclista Internacional) o "wild card" que lhe permitiria, como equipa Continental, disputar esta época algumas provas do calendário ProTour. A ausência de resultados desportivos, a presença na equipa de Ruben Plaza (indiciado na Operação Puerto) e recentes casos de doping envolvendo ciclistas do clube da Luz terão estado na origem do "não" da UCI.


Enfim, voltando às explicações de Domingos Gomes, já todos sabiamos que a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) estava proibida de controlar os jogadores do Benfica, mas quererem proibir também a Uefa é algo novo.

29/06/09

Pergunta do dia

  • Se todos nós tentavamos mudar de empresa no dia seguinte se uma concorrente nos oferecesse um salário três ou quatro vezes superior, porque razão temos a mania de criticar os jogadores do FC Porto por fazerem o mesmo?

  • Mais duas perguntas que continuam sem resposta

    1- Porque será que, ao contrário do que aconteceu com os atletas, o Benfica nunca chegou a ser condenado pelos vários casos de doping que teve nas suas modalidades?

    2- E porque razão ficou provado que o Conselho de Justiça da Federação violou a lei para beneficiar o Benfica no caso de doping do Nuno Assis e o assunto foi imediatamente abafado sem que alguém tivesse sido responsabilizado?
  • 30/07/08

    Sistema é...

    Segundo o DN, "0s organizadores da maior corrida velocipédica portuguesa justificam a decisão"de não convidar a equipa de ciclismo LA-MSS" com os "elementos de suspeição de dopagem organizada, relacionados com a equipa em questão e publicamente denunciados pelas autoridades portuguesas" e, ainda, após as posições oficiais da própria Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) e da Comissão de Ciclismo de Estrada, que aconselharam o afastamento da equipa."

    Resposta imediata do director desportivo da LA-MSS, Manuel Zeferino:
    "Os grandes responsáveis são a FPC e a PAD/João Lagos Sports". "Estão a dar um tiro no pé. Ainda por cima, a equipa deles teve dois casos positivos no ano passado", continuou Zeferino, referindo-se aos casos de de doping que levaram ao despedimento de Sérgio Ribeiro e do espanhol José Pecharroman pela Benfica-Lagos Bike, equipa gerida pela empresa do grupo João Lagos Sports.

    Aliás, não foi por acaso que a equipa de ciclismo do Benfica viu recusada pela UCI (União Ciclista Internacional) o "wild card" que lhe permitiria, como equipa Continental, disputar esta época algumas provas do calendário ProTour. A ausência de resultados desportivos, a presença na equipa de Ruben Plaz (indiciado na Operação Puerto) e recentes casos de doping envolvendo ciclistas do clube da Luz terão estado na origem do "não" da UCI. Mas como em Portugal controlam quem devia decidir com isenção, continuam a pedalar, a usar produtos para a queda do cabelo e ainda afastam equipas concorrentes.

    Como também não foi por acaso que, para além da equipa de ciclismo, o Benfica tenha registado há cerca de um ano uma arrepiante sucessão de casos de doping (futebol, basquetebol, râguebi...) sem que o CNAD tenha utilizado todos os meios que estavam ao seu dispor.

    Porque de acordo com a Lei n.º 183/97, o CNAD pode “determinar e instruir a realização de inquéritos extraordinários e dos inerentes controlos antidopagem sempre que receba ou reúna fortes indícios de procedimentos habituais ou continuados de dopagem por parte de algum praticante ou nalgum sector de actividade desportiva”.

    Só que o CNAD ficou parado. Porquê? A resposta é óbvia: Porque o sistema (e aqui também entra o DIAP e outras forças obscuras) não estava interessado em apurar a verdade. Aliás, se o PGR e Maria José Morgado (parece que vai analisar a última reunião do CJ da FPF depois de não ter encontrado nada de anormal nas ofertas de terrenos da CM de Lisboa ao Benfica e Sporting) quisessem ser um pouquinho honestos podiam ter investigado toda a trampa que rodeou o arquivamento do processo Nuno Assis. De certeza que encontrariam matéria criminal mais do que suficiente para darem por bem empregue o dinheiro dos contribuintes.

    01/08/07

    "Antidoping", perseguição, Dragon Seats, nomes feios e vitórias na secretaria

  • "Antidoping" e perseguição

    Em editorial no jornal O Jogo, Manuel Tavares, escreve, hoje, "sobre a ingente missão de combater o "doping" os factos do "Tour" aí estão para as desfazer. E para dar razão a Laurentino Dias quanto ao princípio de que esta é uma grande guerra. Mas uma grande guerra não precisa de desculpas nem de justificações sobre se há ou não perseguidos". E dá como exemplo a entrevista que Laurentino Dias deu ao Expresso, onde revelou que "o FC Porto tinha sido vigiado em termos de controlo antidoping por comparação com os outros grandes – 30 visitas ao futebol portista, contra 18 ao sportinguista e 11 ao benfiquista – para provar que não há nenhuma perseguição ao emblema da águia." E pergunta: "E havia necessidade?"

    Se havia necessidade? Não. Laurentino Dias, como secretário de Estado do Desporto, devia saber que para calar os benfiquistas, não precisa de andar a dizer o que eles gostam de ouvir e que por acaso até é verdade. Que afinal o clube perseguido é o FC Porto. Porque isso fica mal. Está bem que se persiga, sempre, o FC Porto, afinal de contas é normal e já estamos habituados, mas sem divulgações. Compreendeu a mensagem senhor Laurentino Dias?

  • Objectivo: 32 mil Dragon Seats

    O FC Porto está a fazer um grande esforço no sentido de aproximar o clube dos adeptos. Depois da introdução no novo conceito de associado, está em marcha uma campanha promocional dos Dragon Seats que visa atingir os 32 mil lugares vendidos no Estádio do Dragão para a nova temporada. Um objectivo que não deverá ser complicado, atendendo ao facto de ainda faltarem três semanas para o arranque do campeonato e já estarem assegurados mais de 28500, contabilizando nestes números os 3500 lugares "corporate". Em termos de encaixe financeiro, já entraram na SAD mais de 5,3 milhões de euros só relativos aos lugares vendidos a sócios. Os valores encaixados com os camarotes de empresa são muito maiores, mas não foram revelados.
    Carlos Gouveia

  • Sektioui
    Um nome feio

    Se há um tipo de futebolista que me confunde, é aquele que não é ponta-de-lança nem extremo, médio nem avançado. Joga "ali". Jogando acolá, já não se sente bem, sendo que o "ali" vai mudando de longitude consoante os fracassos. Se corre mal no meio, é porque o "ali" era nas alas; se é um desastre na área, é porque ele está talhado para jogar fora dela, etc. Mas o contrário também pode ser problemático. Tarik é um extremo e sendo visto como o extremo que é encalha em Quaresma, Lisandro e Mariano Gonzalez. Mas o que eu vi no Bessa foi o melhor desempenho individual num contra-ataque em algumas épocas de FC Porto. Portanto, e se o problema fosse resolvido chamando-lhe outra coisa qualquer?
    José Manuel Ribeiro

  • No final, ganhe quem ganhar, vão perder as duas.

    Dando primazia agora às gémeas Salgado, a verdade é que, descontando os valores putativamente recebidos pelas duas, é minha firme convicção que no final deste filme, vão ficar as duas a perder, ganhe quem ganhar.

    Aliás, espero que neste prejuízo estejam também inscritos todos os artistas que se aprestaram a explorar o caso, passando-o ao prelo e à tela. Já sabemos que no dia em que os processos que se adivinham os sentarem no banco dos réus, vamos ter a dona Leonor e o seu estimado Botelho a clamarem a maior das inocências, porque o Nicolau Breyner é um "presidente" sem nome e a Sofia uma personagem sem mácula. Habilidosos como sempre, tentam ganhar na mentira ficcionada da secretaria o que não conseguem vencer no campo da verdade e do trabalho.
    Manuel Serrão
  • 20/02/07

    Doping no Benfica

    Por mais que os dirigentes do Benfica digam que a culpa é do CNAD, da queda do cabelo dos atletas ou dos enganos do médicos encarnados, a verdade é que já começam a ser casos a mais e algo deve ser feito para acabar com esta palhaçada.

    Um inquérito extraordinário como a lei permite? Talvez, desde que haja coragem para tal.

    Aliás, nem seria a primeira vez que isso acontecia e por curiosidade, diga-se, que Maria José Morgado conhece bem o assunto porque em 2002, devido a uma sucessão de testes positivos (por nandrolona) e de dezenas de outros cujos resultados estiveram perto da positividade, o CNAD decidiu fazer uma queixa às autoridades judiciais, que seguiu depois para a Direcção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira, da Polícia Judiciária (PJ), então dirigida pela Morgadinha. O problema é que uma queixa nesta altura do campeonato não ia adiantar grande coisa porque ela anda tão preocupada com os importantissimos jogos que o FC Porto fez no passado contra o Estrela e Beira-Mar que não tem tempo para coisas insignificantes como o doping.

    15/02/07

    Lá diz o velho ditado:

    Não há duas sem três!!

    Mais um atleta do clube vermelho a acusar positivo em controlo anti-doping, desta vez no râguebi.

    Obviamente que os dirigentes vermelhos já falam em perseguição, como se a luta contra o doping fosse uma qualquer bricadeira, ao estilo de enganar crianças para poder vender mais uns "kits"!!

    A luta contra o doping é uma das mais importantes causas do desporto MUNDIAL, e ao que parece só se concentrou num único clube... nem quero imaginar o que se passará com a equipa de ciclismo!! Medo!!!

    Recordo que o TRIBUNAL ARBITRAL DO DESPORTO, considerou que a defesa feita pelo clube vermelho no caso Nuno Assis, e passo a citar, «fez um número de alegações selvagens e não comprovadas, as quais não tentou suportar com provas"!! Portanto, para além do Secretário de Estado do Desporto e do responsável pelo CNAD, também a AMA e o TAD, estão de conluio para prejudicar a grande nação vermelha!!

    Caramba, porque não levaram o Pai Natal com eles quando fizeram a defesa do jogador... se eles lhes mostrassem porque é que o Pai Natal é vermelho, talvez assim tivessem conseguido convencer alguém... porque toda a gente gosta de receber prendas no Natal!!

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