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28/12/03

Pedido de desculpas

Nesta semana de Natal o movimento na internet e particularmente no portogal tem sido menor como facilmente se compreende e por esse motivo fiz algumas experiências.
No entanto quem apareceu de certeza que achou estranho estes aparecimentos e desaparecimentos de sondagens.
Posso-vos garantir que não foram visões. Foi mesmo verdade e o culpado disto tudo fui eu e por esse motivo peço desculpa.
Prometo que a partir de hoje tudo voltará à normalidade no portogal.
Obrigado pela vossa compreensão.

Pinto da Costa.

66 anos de vida.
21 anos como Presidente do F.C.Porto
36 troféus ganhos
E outros virão...muitos outros...nós, portistas, esperamos por eles.

26/12/03

"O jogo" de Jorge Costa

As injustiças da CD da Liga ainda nos dão mais força

P | Sentem algum tipo de pressão especial. Da Comissão Disciplinar, por exemplo...
R | Nas última semanas, tem-se falado muito em pressão. Diz-se que nós estamos pressionados pelos adversários e nós achamos alguma piada a isso. Se há equipa em Portugal habituada a lidar com pressão somos nós e, felizmente, temo-nos dado sempre muito bem com isso. Sobre a Comissão Disciplinar, já estamos habituados. Não vou dar uma opinião porque sei que posso ter problemas por causa disso. Penso apenas que tem de haver um pouco mais de coerência.

P | Mas a vossa forma de estar em campo é afectada pelos episódios com a Comissão Disciplinar?
R | Quando jogamos não pensamos nisso. Às vezes, durante a semana constatamos alguns factos e sentimos alguma revolta. Contudo, até isso nos dá mais força para seguirmos em frente e manter o rendimento de sempre.
(jornal o jogo)

(Não nos podemos esquecer que ainda esta semana os elementos da CD deram mais uma prenda ao seu patrão (o tal lampião que prefere os lugares na liga aos bons jogadores) ao não ter visto o que todos vimos ou seja a agressão de Tiago a Juba.
Nada que não estivesse à espera, pois um jogador do F.C.Porto pode ser castigado sem agredir enquanto que um lampião mesmo que agrida nunca deve ser castigado!
Mas assim até sabe melhor pois como diz o nosso Grande Capitão, são estas injustiças que nos dão mais força e são estas injustiças que dão mais força aos nossos titulos!)

"O Jogo" de Jorge Costa - 1

Era impensável dividir o plantel por causa da braçadeira

P | O Vítor Baía teve uma atitude bonita, no início da temporada, quando se colocou a questão da eleição do capitão de equipa...

R | É verdade. Estava prevista uma eleição para a escolha do capitão. Eu tinha saído, o Vítor tinha ficado como capitão. Num gesto que a mim não surpreendeu, o Vítor abdicou dizendo que, se tivesse que votar, votava em mim. No FC Porto, as coisas funcionam um pouco assim. Era impensável dividir o balneário por causa da braçadeira. O facto de usar a braçadeira não faz com que eu seja mais importante que os outros. Tem de haver um capitão, um líder dentro do campo mas, no FC Porto, temos jogadores com alguns anos de clube e quando é preciso tomar uma decisão, ela nunca parte exclusivamente de mim. Há o Vìtor, o Secretário, o Costinha, há vários jogadores que estão no clube há alguns anos. Felizmente, também nunca houve a necessidade de tomar decisões muito complicadas.
(jornal o jogo)

"O Jogo" de Jorge Costa - 2

Espero que Pinto da Costa continue à frente do clube

P | Pinto da Costa está em final de mandato. Assinaria o abaixo assinado a pedir-lhe que se recandidate?
R | Assinaria. Não como jogador e não como puxa-saco, mas como portista. O FC Porto é o que é e cresceu como cresceu desde que o nome do presidente é Pinto da Costa. Neste momento, em que temos um centro de estágio, em que temos um estádio novo e em que nos queremos afirmar como uma das melhores equipas da Europa, acredito que só o poderemos conseguir com Pinto da Costa à frente do clube.

P | Tem sido fácil o relacionamento com ele? Afinal, têm ambos personalidades muito fortes...
R | Fazendo o balanço da minha relação pessoal com o presidente ao longo dos 12 anos como sénior e cinco nas camadas jovens, o balanço é, sem dúvida, positivo.
(jornal o jogo)

"O Jogo" de Jorge Costa - 3

Preferia ter dado cabo dos joelhos do que ter sido forçado a emigrar

No fim de um ano tão excessivo como foi 2003, exigia-se uma entrevista excessiva a Jorge Costa. O "bicho" personificou o renascimento do clube depois de três anos de jejum forçado. Ele próprio renasceu das cinzas de uma época de pesadelo, acordando para o sonho de erguer a Taça UEFA em Sevilha, de lhe juntar o campeonato, a Taça de Portugal e a Supertaça. Agora, como seria de esperar, quer mais
JORGE MAIA e HUGO SOUSA

"Pensei só em coisas boas, nas pessoas que estavam contentes por eu ter conseguido dar a volta por cima, por ter voltado ao FC Porto e ter conseguido ganhar tudo o que havia para ganhar".
Sevilha, 21 de Maio de 2003. Depois de 120 minutos de prolongamento, um golo de Derlei resolvia a final da Taça UEFA a favor do FC Porto. Jorge Costa foi o primeiro a pegar na Taça, mas não a quis para si, como João Pinto fizera em Viena. Partilhou-a com Vítor Baía antes de a partilhar com a família. Para trás, bem para trás, tinha ficado o pesadelo da temporada anterior. O Charlton recebeu-o de braços abertos, mas Jorge Costa não gostou de se ter sentido empurrado. De volta a casa, depois de ter ganho tudo com a braçadeira de capitão, faz o balanço de um ano de sonho.

O JOGO | É Natal e os jogadores do FC Porto portaram-se muito bem neste último ano. Fizeram algum pedido especial ao Pai Natal?
Jorge Costa | (risos) É. Como nos portámos bem este ano acho que ganhámos o direito a pedir umas prendinhas ao Pai Natal. É uma tentação pedir que o próximo ano corra tão bem como este e, fazendo um balanço deste ano foi tudo absolutamente fantástico. Mesmo perdendo a Supertaça Europeia, mesmo sem essa cereja em cima do bolo, o balanço é mais que positivo. Parece-me que, neste momento, qualquer equipa europeia tem inveja daquilo que o FC Porto conseguiu. Portanto, se pedíssemos alguma coisa, seria certamente uma segunda dose.

P | Depois de um ano como 2003, depois do campeonato, da Taça de Portugal e da Taça UEFA, acha que podem pedir ainda mais?
R | Temos sempre de querer mais. Aliás, será quando pensarmos de outra forma que as coisas vão começar a correr mal. Numa equipa como a nossa, cujos jogadores estão habituados a ganhar e sabem como é bom ganhar, há sempre vontade e motivação para ganhar mais e ganhar provas cada vez mais importantes.
(jornal o jogo)

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