Pois é meus amigos, andam os benfiquistas por aí a proclamar aos "sete-ventos" que são o maior clube de Portugal, no entanto posso afirmar que desde Domingo às 15:00 que nenhum clube em Portugal tem tantos adeptos quanto o Atlético (o de Lisboa, não o de Guimarães, o que é pena pois o de Guimarães bem que merecia ter mais adeptos e sócios!). Durante o resto do ano até pode ser verdade que o SLB tenha uma imensidão de adeptos, no entanto nunca tantos quantos o que o Atlético tem por esta altura.
É ver adeptos do SLB e do SCP rejubilar com o feito do Atlético (é ver nas ruas, nas TV's, nos jornais e nas rádios,) é ver adeptos que nem sabiam que este clube existia, e que agora é o clube que lhes deu das maiores felicidades na vida... Aliás pessoas vi que, mais importante que uma vitória da sua equipa no próprio dia ou no dia anterior, foi mesmo a vitória do Atlético no estádio do Dragão (alguns ainda ontem diziam que Domingo foi um dia perfeito para eles, mesmo que a mulher eventualmente lhes tenha colocado uns "palitos" à frente da testa)... feliz descoberta esta do seu novo clube do coração!!
Eu aqui gostava de deixar os meus parabéns à equipa do Atlético, pois fez pela vida, teve o seu dia de sorte, e seguiu em frente na Taça de Portugal. Ao mesmo tempo, com esta vitória cimentou a posição que conseguiu Domingo ao início da tarde, tornando-se no maior clube de Portugal, ao conseguir vencer o melhor clube de Portugal.
Depois de na última vez, terem tido prejuízo aquando da deslocação às Antas (fruto da fraca assistência que o jogo teve), este último jogo com mais de 30.000 pessoas a assistir dará seguramente uma receita aceitável, e seguramente que na sua próxima jornada disputada em casa para o campeonato, terá casa a abarrotar com estes seus novos adeptos.
Agora resta esperar que não "caia" (o que até seria natural), já na próxima ronda da Taça, para que este clima de felicidade no país se mantenha e a festança perdure!!
Parabéns ao maior clube de Português, o Atlético Clube de Portugal!!
09/01/07
Para os anti-portistas do Record e d'A Bola
Infelizmente, para contrariar, Sócrates é benfiquista como Guterres era benfiquista.
Acresce dizer que Marques Mendes é benfiquista e Jerónimo de Sousa também.
Mais Ribeiro e Castro é benfiquista e Francisco Louçã também.
O regime é benfiquista, tal como o Benfica já foi "o clube do regime".
De qualquer modo, o anterior presidente da agremiação, para dar razão a esta guerra, foi em tempos apresentar-se a um comício do PSD jurando fidelidade a Durão Barroso em nome do Benfica. Eles passam-se frequentemente, lá pela Luz."
07/01/07
David venceu o Golias
Muito embora já tenha dado uma vista de olhos pela net para ler alguns comentários ao jogo (pouco favoráveis à equipa do FC Porto como seria de esperar), não vou poder dar a minha opinião porque não vi nem sequer ouvi o relato. No entanto posso escrever sobre o que sempre escrevi, a minha oposição à taça de Oeiras.
Se fosse presidente do FC Porto recusava-me a jogar com os séniores nestes jogos da Taça. Porquê? Porque é um clube de classe mundial e não precisa disto para nada, mas principalmente porque a final desta taça é sempre realizada no antigo campo de treinos do Benfica e enquanto isso acontecer não merece ser levada a sério. Ou se quiserem, um campo onde a Uefa e a Fifa não permitem que se realizem jogos internacionais, não merece ser levado a sério. Principalmente num país onde existem no minimo dez magníficos estádios, uns a funcionar em pleno como é o caso do Dragão, outros simplesmente abandonados e a final da taça seria uma boa oportunidade para, quem os fez, mostrar que o dinheiro dos contribuintes serviu para alguma coisa.
Mas fiquei chateado pelos jogadores que apanharam um choque e não mereciam. Principalmente Vítor Baía pelas razões que apontei no post anterior. Volto a repetir: "Vítor Baía não precisava deste "prémio" para nada. Até porque terá à sua frente a pior dupla de centrais do clube e isso não lhe deve dar muita confiança. Ainda por cima, em caso de derrota ou de um simples remate em que a bola entra na baliza, os aziáticos anti-Baía que costumam dar o cú e dois centimos por cada golo que ele sofre, vão fazer-se ouvir durante toda a semana."
No entanto, como há males que vêm por bem, tenho a impressão que amanhã os Recordistas da Mentira nos vão brindar, pela primeira vez nos últimos seis meses, com capas iguais para o norte e para o sul. É que eles têm uma boa oportunidade para darem destaque por todo o país a um jogador do FC Porto e não acredito que não a aproveitem.
Se fosse presidente do FC Porto recusava-me a jogar com os séniores nestes jogos da Taça. Porquê? Porque é um clube de classe mundial e não precisa disto para nada, mas principalmente porque a final desta taça é sempre realizada no antigo campo de treinos do Benfica e enquanto isso acontecer não merece ser levada a sério. Ou se quiserem, um campo onde a Uefa e a Fifa não permitem que se realizem jogos internacionais, não merece ser levado a sério. Principalmente num país onde existem no minimo dez magníficos estádios, uns a funcionar em pleno como é o caso do Dragão, outros simplesmente abandonados e a final da taça seria uma boa oportunidade para, quem os fez, mostrar que o dinheiro dos contribuintes serviu para alguma coisa.
Mas fiquei chateado pelos jogadores que apanharam um choque e não mereciam. Principalmente Vítor Baía pelas razões que apontei no post anterior. Volto a repetir: "Vítor Baía não precisava deste "prémio" para nada. Até porque terá à sua frente a pior dupla de centrais do clube e isso não lhe deve dar muita confiança. Ainda por cima, em caso de derrota ou de um simples remate em que a bola entra na baliza, os aziáticos anti-Baía que costumam dar o cú e dois centimos por cada golo que ele sofre, vão fazer-se ouvir durante toda a semana."
No entanto, como há males que vêm por bem, tenho a impressão que amanhã os Recordistas da Mentira nos vão brindar, pela primeira vez nos últimos seis meses, com capas iguais para o norte e para o sul. É que eles têm uma boa oportunidade para darem destaque por todo o país a um jogador do FC Porto e não acredito que não a aproveitem.
06/01/07
Porque hoje é sábado...
Jesualdo Ferreira deve dar a titularidade a Vítor Baía frente ao Atlético em jogo a contar para a quarta eliminatória da Taça de Oeiras. Acto que merece ser aplaudido se o jogador mais experiente do plantel, e também aquele que mais títulos conquistou não só no FC Porto ou em Portugal mas também em todo o Mundo, continue a merecer a confiança do treinador nos outros jogos da taça caso o FC Porto fique apurado como todos esperamos. Porque caso isso não aconteça, Vítor Baía não precisava deste "prémio" para nada. Até porque terá à sua frente a pior dupla de centrais do clube e isso não lhe deve dar muita confiança. Ainda por cima, em caso de derrota ou de um simples remate em que a bola entra na baliza, os aziáticos anti-Baía que costumam dar o cú e dois centimos por cada golo que ele sofre, vão fazer-se ouvir durante toda a semana.
Mas como hoje é sábado, vou esquecer o que de mau pode acontecer amanhã, aproveitar este regresso do melhor guarda-redes português de sempre, e recuar treze anos no tempo. Para lembrar uma entrevista que o jovem Vítor Baía deu à revista Dragões em que comentou a entrada do novo treinador, o brasileiro Carlos Alberto Silva, e o facto da equipa estar a travessar um momento menos mau depois de um começo de campeonato algo complicado.
Estavamos em janeiro de 1994, e os portistas que se deslocavam ao Estádio das Antas apercebiam-se do começo das obras para a nova sede, o FC Porto empatava no Bessa em dia de chuva intensa e com mais um roubo do árbitro Jorge Coroado que expulsou três dragões, Zé Carlos, Rui Jorge e Paulinho Santos. Só quando o jogo já estava decidido é que resolveu mandar tomar banho mais cedo o boavisteiro Tavares, aos 90 minutos.
Mas para compensar, Drulovic acabava de assinar pelo FC Porto para, como ele disse na altura, realizar "o sonho de chegar a um grande clube europeu", enquanto os nosso jogadores continuavam a ser reconhecidos mundialmente: Kostadinov como o oitavo melhor jogador da Europa, e Vítor Baía, o segundo melhor guarda-redes do mundo, acabava de receber o troféu "luvas de Prata". Reparem como muito do que ele diz nesta entrevista continua bastante actual:
Vítor Baía, mãos de ouro.

Vítor Baía é mais do que o segundo melhor guarda-redes do mundo. É também um "gentleman" do futebol e da vida. Com palavras calmas, medidas e correctas, abre o seu pensamento, em discurso escorreito, para dizer sempre o que lhe vai na alma, e na convicção do que para si faz sentido, e não se limitando a sublinhar as impressões do jornalista. Não é dificil ser cúmplice deste grande talento desportivo, desde que as linhas se cruzem, sem ruídos, e a mensagem seja entendida na integridade, dispensando os subterfúgios e os equívocos.
O títular da baliza portista respeita, mas exige, no silêncio entre as palavras, que o mesmo parta de quem se aventura a conversar com ele. A partir daí, os dados ficam lançados, e é como estar a falar com o cidadão, que por acaso é profissional da "peladinha". Sem truques, peneiras, vaidades ou falsidades, este é um homem talhado para os grandes desafios que se colocam na vida, seja particular ou laboral, não recusando dar a mão à palmatória, sempre que preciso, mas também sabendo cobrar o que lhe é devido por parte dos outros: palavras, acções, recompensas, responsabilidades.
Vítor Baía parece ter sido sempre assim: competente, cumpridor, regular, trabalhador. Mesmo nas camadas jovens, os técnicos visionavam um futuro auspicioso para este jovem nascido em terra de boa gente, a Afurada. E de palavra em palavra, de ano em ano, o valor foi crescendo, sem nunca desprender os pés, bem assentes na terra. Não admira, portanto, que hoje seja o guarda-redes de um dos melhores clubes do mundo, o "guardião" das malhas nacionais, e um excelente exemplo para a juventude, não hesitando em dar o nome à Escola de Guarda-Redes do FC Porto.
É, todavia, um mortal com sonhos. Como qualquer homem ou mulher que assuma a sua especificidade de ser pensante. Sonhos que podem ter variantes intermináveis e desembocar em veredas infinitas. Quando se fala de um guarda-redes como Vítor Baía vem logo à colação - é inevitável? - a uma hipotética transferência para um clube estrangeiro. O próprio jogador poderá, por vezes, sentir-se pressionado a ter de encarar essa hipótese, quando, afinal, está num dos melhores clubes do mundo. É esse raciocínio que normalmente adopta Vítor Baía, não deixando de entender que não falta por aí quem gostasse de o ver longe.
Não lhe interessa o seu peso em ouro, como pretexto para subida do seu estatuto na "cotação de valores" do futebol. Preocupa-se muito mais que a "máquina" das Antas não avarie, e continue na senda dos grandes triunfos, porque é no seio dos portistas que o jogador se sente em "casa". Encara o futuro com optimismo, e mais satisfeito fica, quando as pessoas manifestam respeito pelo clube que mantém a hegemonia na modalidade em Portugal. Uma coisa é certa: este "dragão" vai ficar certamente na história secular do Porto.
Dragões - Apenas isto: foi considerado o segundo melhor guarda-redes do Mundo pela publicação francesa "L'Équipe". Comentários?
Vítor Baía - Os comentários têm que ser favoráveis. É algo de extraordinário...fui apanhado um pouco de surpresa. E digo isto porque é muito dificil ser galardoado com um prémio de prestigio quando não estive presente em nenhuma fase final de um campeonato do Mundo ou campeonato da Europa. Isso deixa-me ainda mais satisfeito, e é de enaltecer esse feito pois foi conseguido com o trabalho aqui no clube e na "poule" dos Campeões.
Dragões - Quer dizer que se tivesse disputado uma dessas provas, estaria provavelmente no primeiro lugar? É um sinal para o passo seguinte?
Vítor Baía - Nem é bem isso, porque acabei por estar até numa fase de apuramento para o Mundial, mas o número um foi campeão da Europa, o que é significativo. Se não o tivesse sido também dificilmente estaria na posição que ocupa. Julgo que esse é o tipo de critério que eles têm utilizado. Por outro lado, sou jovem ainda, posso ambicionar a mais conquistas, e mesmo este galardão vai certamente marcar a minha carreira e assumir uma grande importância para o resto dela, tendo que me influenciar quanto ao meu futuro.
Dragões - Ficou surpreendido, no bom sentido?
Vítor Baía - Fiqui, não estava nada à espera. Sei do meu valor, das minhas potencialidades, como o sei também relativamente aos outros nomes da lista, e poderia imaginar que estaria colocado entre os melhores. Todavia não pensava ser distinguido desta maneira e com uma pontuação tão elevada e à frente de grandes nomes do futebol europeu. Não se trata da ideia de que "sou o melhor", mas devemos reconhecer o nosso trabalho, e no meu íntimo sei até onde poderei chegar. Qual é o jogador que não sonha, em início de carreira, em vir a ser o melhor? Eu não fujo à regra. E da forma que as coisas me têm corrido bem, leva-me a pensar que posso ir longe.
Dragões - Noutra perspectiva, e atendendo à época, acabou igualmente por ser uma prenda de Natal para o clube e associados, ou não?
Vítor Baía - Foi mais do que isso: foi uma prenda para todos nós. E as felicitações têm sido muito grandes por parte de toda a gente. Mas sei também que a partir de agora a responsabilidade é maior e que tenho de continuar nesta linha para não defraudar as expectativas, as pessoas e o clube, especialmente estes últimos que têm apostado em mim e concedido meritórias ovações.
Dragões - Conhece exactamente os critérios que levam a estas classificações?
Vítor Baía - Não faço a minima ideia. Mas julgo que assenta na necessidade de terem que estar muito bem informados e atentos ao desenrolar de um ano desportivo. De facto, e pela minha parte, só tenho que estar feliz com o meu trabalho e por merecer a distinção de um orgão de comunicação de prestigio internacional.
Dragões - O que pensa do primeiro classificado, Schmeichel? Conhece-o bem?
Vítor Baía - Conheço-o fundamentalmente do campeonato da Europa e de o ver nos jogos recentes do campeonato inglês. Foi só aí que tive a oportunidade de o observar e penso que ganhou com mérito.
A tranquilidade mora no F.C.P.
Dragões - O Vítor Baía sonha com o futebol estrangeiro?
Vítor Baía - Iria mentir se dissesse que não. Pelo menos experimentar, mas experimentar sem correr grandes riscos e não sair só por sair. Teria que ser para algo que me desse garantias de que iria continuar a lutar por títulos e que ia continuar no top do futebol europeu.
Dragões - Admira algum figurino de futebol em especial?
Vítor Baía - O futebol latino, claro. É o que mais se adapta à nossa maneira de jogar e de ser. Mas, naturalmente, se tivesse que sair para um futebol diferente teria que me adaptar, como é o futebol inglês ou alemão, que é mais de força e contacto.
Dragões - Curiosamente a maioria dos seus colegas de profissão pensa de imediato no futebol espanhol ou italiano, não havendo tradição de portugueses a "saltarem" para a Alemanha ou Inglaterra?
Vítor Baía - É verdade, mas alguma vez terá que acontecer. E se ainda não aconteceu é porque talvez as caracteristicas dos jogadores portugueses, na maneira de ver das pessoas, não sejam as mais indicadas para aquele tipo de futebol. Mas nós também temos uma qualidade muito grande, que é saber adaptar-nos a todo o tipo de futebol e circunstâncias. Por isso é que não temos problema quando confrontados com questões como as condições do tempo: quando se fala em chuva, no estado do terreno, em muita lama, tira-se a ideia de que o jogador português não consegue, mas é mentira. As equipas portuguesas já demonstraram que o futebolista está apto para tudo: já jogaram em neve, lama, terra, chuva, e deram-se sempre bem.
Dragões - O dinheiro anda sempre associado ao mundo do futebol? Ganha-se muito, ganha-se pouco?
Vítor Baía - Os que jogam bem, ganham muito. Os bons ganham sempre bem, são sempre recompensados. Acho que ainda faz muita confusão às pessoas um jogador ganhar determinada verba mas, se formos analisar, Portugal deve ser o país que paga menos bem aos jogadores, e isto também deve ser considerado. Para além disso, é o país que dá menos contrapartidas aos próprios jogadores: eu não me importava de chegar ao fim do mês e descontar cinquenta por cento daquilo que ganho, se soubesse que depois de acabar a minha carreira o iria receber em reforma, como nos restantes países europeus. Aquilo que pudermos ganhar nunca é muito, porque vamos ter muito tempo sem uma actividade profissional. A não ser que, depois do futebol, iniciemos outro trabalho, o que é difícil.
Dragões - A quem compete então esse poder negocial e melhoria de condições?
Vítor Baía - Ao governo. A todas as entidades responsáveis. Não vou culpar ninguém directamente, porque se calhar todos somos culpados, até os próprios jogadores, os clubes, o sindicato. E não tem apenas a ver com este problema. A componente escolar não tem sido tratada da forma necessária: não se consegue compatibilizar os estudos e o futebol. Porquê? Porque não se consegue criar condições para que isso aconteça como noutros países, em que os jogadores, mesmo estando em competições, se não podem ir realizar os exemes ou testes, o fazem nos próprios estágios? Portanto, não admira que os futebolistas abandonem precocemente a educação escolar, visto que algo está mal na sociedade.
Clube deve ser tratado com respeito
Dragões - O que representa o F.C.P. na sua vida?
Vítor Baía - Nesta altura é grande parte do que eu sou. Tudo o que tenho e sou a ele o devo, é o meu clube desde a infância e por quem eu tenho, em termos quase umbilicais, uma profunda admiração e respeito.
Dragões - E como o situa no quadro nacional de clubes?
Vítor Baía - Penso que os números falam por si e que temos a hegemonia do futebol português, o que é muito bom. Temos estado sempre em competições europeias importantes, com destaque para duas "poules" seguidas dos Campeões, de onde o prestígio do F.C.P. tem saído intacto depois de todas as conquistas em anos brilhantes do passado recente. E aos quais se tem dado uma continuidade, embora não com a mesma grandeza, mas com a suficiente para dignificarmos bem o clube, após todos aqueles êxitos importantes.
Dragões - A propósito de hegemonia portista, ainda recentemente proferiu umas declarações para um jornal desportivo em que se notava a sua admiração por se duvidar deste poder do clube...
Vítor Baía - Tenho que ficar forçosamente admirado, pois uma equipa como a do F.C.P. não pode, de um momento para o outro, ser tratada com falta de respeito. E nós já demos provas mais do que suficientes, não só às pessoas que não estão directamente ligadas ao clube, como aos próprios sócios, que algumas vezes não nos têm compreendido e têm tomado atitudes que não são favoráveis. Nós queremos o bem do clube e lutamos pelo melhor do clube, ainda que por vezes as coisas não saiam como desejaríamos.
Dragões - Quem são os responsáveis pelos triunfos do F.C.P.?
Vítor Baía - Não se pode particularizar. Os jogadores têm uma grande dose de responsabilidade, mas o Porto funciona como uma máquina, à volta da qual tudo gira e funciona; os jogadores, os dirigentes, os roupeiros, os médicos, os enfermeiros, as senhoras da limpeza, o sapateiro, os porteiros, enfim toda a gente. Mas também é uma máquina, no sentido inverso, quando perdemos. Quando sofremos uma derrota, não se deve dizer que o culpado é o Vítor Baía, porque se quando ganhamos, ganham todos, quando perdemos, perdem todos também.
Dragões - Mas as grandes vitórias começam ainda mais atrás, com toda a dinâmica que é imprimida este universo imenso...
Vítor Baía - Não há dúvida que o clube tem tido pessoas responsáveis e à altura para solucionar todos os problemas. Claro que também tivemos duas Ligas dos Campeões que nos vieram ajudar, mas se as pessoas não soubessem administrar e gerir como aqui se faz, as coisas podiam não ser resolvidas.
Dragões - Sente que o clube mudou, se transformou, desde o tempo em que chegou pela primeira vez?
V.B. - A mística deste clube está muito bem vincada, nos jogadores e em todos, e desde há muitos anos. Se as coisas estão bem, então há pouco a mudar. Mudar é só quando algo está mal, e felizmente uma das características deste clube tem sido a estabilidade e a regularidade de todos os intervenientes.
Mas como hoje é sábado, vou esquecer o que de mau pode acontecer amanhã, aproveitar este regresso do melhor guarda-redes português de sempre, e recuar treze anos no tempo. Para lembrar uma entrevista que o jovem Vítor Baía deu à revista Dragões em que comentou a entrada do novo treinador, o brasileiro Carlos Alberto Silva, e o facto da equipa estar a travessar um momento menos mau depois de um começo de campeonato algo complicado.
Estavamos em janeiro de 1994, e os portistas que se deslocavam ao Estádio das Antas apercebiam-se do começo das obras para a nova sede, o FC Porto empatava no Bessa em dia de chuva intensa e com mais um roubo do árbitro Jorge Coroado que expulsou três dragões, Zé Carlos, Rui Jorge e Paulinho Santos. Só quando o jogo já estava decidido é que resolveu mandar tomar banho mais cedo o boavisteiro Tavares, aos 90 minutos.
Mas para compensar, Drulovic acabava de assinar pelo FC Porto para, como ele disse na altura, realizar "o sonho de chegar a um grande clube europeu", enquanto os nosso jogadores continuavam a ser reconhecidos mundialmente: Kostadinov como o oitavo melhor jogador da Europa, e Vítor Baía, o segundo melhor guarda-redes do mundo, acabava de receber o troféu "luvas de Prata". Reparem como muito do que ele diz nesta entrevista continua bastante actual:
Vítor Baía, mãos de ouro.

Vítor Baía é mais do que o segundo melhor guarda-redes do mundo. É também um "gentleman" do futebol e da vida. Com palavras calmas, medidas e correctas, abre o seu pensamento, em discurso escorreito, para dizer sempre o que lhe vai na alma, e na convicção do que para si faz sentido, e não se limitando a sublinhar as impressões do jornalista. Não é dificil ser cúmplice deste grande talento desportivo, desde que as linhas se cruzem, sem ruídos, e a mensagem seja entendida na integridade, dispensando os subterfúgios e os equívocos.
O títular da baliza portista respeita, mas exige, no silêncio entre as palavras, que o mesmo parta de quem se aventura a conversar com ele. A partir daí, os dados ficam lançados, e é como estar a falar com o cidadão, que por acaso é profissional da "peladinha". Sem truques, peneiras, vaidades ou falsidades, este é um homem talhado para os grandes desafios que se colocam na vida, seja particular ou laboral, não recusando dar a mão à palmatória, sempre que preciso, mas também sabendo cobrar o que lhe é devido por parte dos outros: palavras, acções, recompensas, responsabilidades.
Vítor Baía parece ter sido sempre assim: competente, cumpridor, regular, trabalhador. Mesmo nas camadas jovens, os técnicos visionavam um futuro auspicioso para este jovem nascido em terra de boa gente, a Afurada. E de palavra em palavra, de ano em ano, o valor foi crescendo, sem nunca desprender os pés, bem assentes na terra. Não admira, portanto, que hoje seja o guarda-redes de um dos melhores clubes do mundo, o "guardião" das malhas nacionais, e um excelente exemplo para a juventude, não hesitando em dar o nome à Escola de Guarda-Redes do FC Porto.
É, todavia, um mortal com sonhos. Como qualquer homem ou mulher que assuma a sua especificidade de ser pensante. Sonhos que podem ter variantes intermináveis e desembocar em veredas infinitas. Quando se fala de um guarda-redes como Vítor Baía vem logo à colação - é inevitável? - a uma hipotética transferência para um clube estrangeiro. O próprio jogador poderá, por vezes, sentir-se pressionado a ter de encarar essa hipótese, quando, afinal, está num dos melhores clubes do mundo. É esse raciocínio que normalmente adopta Vítor Baía, não deixando de entender que não falta por aí quem gostasse de o ver longe.
Não lhe interessa o seu peso em ouro, como pretexto para subida do seu estatuto na "cotação de valores" do futebol. Preocupa-se muito mais que a "máquina" das Antas não avarie, e continue na senda dos grandes triunfos, porque é no seio dos portistas que o jogador se sente em "casa". Encara o futuro com optimismo, e mais satisfeito fica, quando as pessoas manifestam respeito pelo clube que mantém a hegemonia na modalidade em Portugal. Uma coisa é certa: este "dragão" vai ficar certamente na história secular do Porto.
Dragões - Apenas isto: foi considerado o segundo melhor guarda-redes do Mundo pela publicação francesa "L'Équipe". Comentários?
Vítor Baía - Os comentários têm que ser favoráveis. É algo de extraordinário...fui apanhado um pouco de surpresa. E digo isto porque é muito dificil ser galardoado com um prémio de prestigio quando não estive presente em nenhuma fase final de um campeonato do Mundo ou campeonato da Europa. Isso deixa-me ainda mais satisfeito, e é de enaltecer esse feito pois foi conseguido com o trabalho aqui no clube e na "poule" dos Campeões.
Dragões - Quer dizer que se tivesse disputado uma dessas provas, estaria provavelmente no primeiro lugar? É um sinal para o passo seguinte?
Vítor Baía - Nem é bem isso, porque acabei por estar até numa fase de apuramento para o Mundial, mas o número um foi campeão da Europa, o que é significativo. Se não o tivesse sido também dificilmente estaria na posição que ocupa. Julgo que esse é o tipo de critério que eles têm utilizado. Por outro lado, sou jovem ainda, posso ambicionar a mais conquistas, e mesmo este galardão vai certamente marcar a minha carreira e assumir uma grande importância para o resto dela, tendo que me influenciar quanto ao meu futuro.
Dragões - Ficou surpreendido, no bom sentido?
Vítor Baía - Fiqui, não estava nada à espera. Sei do meu valor, das minhas potencialidades, como o sei também relativamente aos outros nomes da lista, e poderia imaginar que estaria colocado entre os melhores. Todavia não pensava ser distinguido desta maneira e com uma pontuação tão elevada e à frente de grandes nomes do futebol europeu. Não se trata da ideia de que "sou o melhor", mas devemos reconhecer o nosso trabalho, e no meu íntimo sei até onde poderei chegar. Qual é o jogador que não sonha, em início de carreira, em vir a ser o melhor? Eu não fujo à regra. E da forma que as coisas me têm corrido bem, leva-me a pensar que posso ir longe.
Dragões - Noutra perspectiva, e atendendo à época, acabou igualmente por ser uma prenda de Natal para o clube e associados, ou não?
Vítor Baía - Foi mais do que isso: foi uma prenda para todos nós. E as felicitações têm sido muito grandes por parte de toda a gente. Mas sei também que a partir de agora a responsabilidade é maior e que tenho de continuar nesta linha para não defraudar as expectativas, as pessoas e o clube, especialmente estes últimos que têm apostado em mim e concedido meritórias ovações.
Dragões - Conhece exactamente os critérios que levam a estas classificações?
Vítor Baía - Não faço a minima ideia. Mas julgo que assenta na necessidade de terem que estar muito bem informados e atentos ao desenrolar de um ano desportivo. De facto, e pela minha parte, só tenho que estar feliz com o meu trabalho e por merecer a distinção de um orgão de comunicação de prestigio internacional.
Dragões - O que pensa do primeiro classificado, Schmeichel? Conhece-o bem?
Vítor Baía - Conheço-o fundamentalmente do campeonato da Europa e de o ver nos jogos recentes do campeonato inglês. Foi só aí que tive a oportunidade de o observar e penso que ganhou com mérito.
A tranquilidade mora no F.C.P.
Dragões - O Vítor Baía sonha com o futebol estrangeiro?
Vítor Baía - Iria mentir se dissesse que não. Pelo menos experimentar, mas experimentar sem correr grandes riscos e não sair só por sair. Teria que ser para algo que me desse garantias de que iria continuar a lutar por títulos e que ia continuar no top do futebol europeu.
Dragões - Admira algum figurino de futebol em especial?
Vítor Baía - O futebol latino, claro. É o que mais se adapta à nossa maneira de jogar e de ser. Mas, naturalmente, se tivesse que sair para um futebol diferente teria que me adaptar, como é o futebol inglês ou alemão, que é mais de força e contacto.
Dragões - Curiosamente a maioria dos seus colegas de profissão pensa de imediato no futebol espanhol ou italiano, não havendo tradição de portugueses a "saltarem" para a Alemanha ou Inglaterra?
Vítor Baía - É verdade, mas alguma vez terá que acontecer. E se ainda não aconteceu é porque talvez as caracteristicas dos jogadores portugueses, na maneira de ver das pessoas, não sejam as mais indicadas para aquele tipo de futebol. Mas nós também temos uma qualidade muito grande, que é saber adaptar-nos a todo o tipo de futebol e circunstâncias. Por isso é que não temos problema quando confrontados com questões como as condições do tempo: quando se fala em chuva, no estado do terreno, em muita lama, tira-se a ideia de que o jogador português não consegue, mas é mentira. As equipas portuguesas já demonstraram que o futebolista está apto para tudo: já jogaram em neve, lama, terra, chuva, e deram-se sempre bem.
Dragões - O dinheiro anda sempre associado ao mundo do futebol? Ganha-se muito, ganha-se pouco?
Vítor Baía - Os que jogam bem, ganham muito. Os bons ganham sempre bem, são sempre recompensados. Acho que ainda faz muita confusão às pessoas um jogador ganhar determinada verba mas, se formos analisar, Portugal deve ser o país que paga menos bem aos jogadores, e isto também deve ser considerado. Para além disso, é o país que dá menos contrapartidas aos próprios jogadores: eu não me importava de chegar ao fim do mês e descontar cinquenta por cento daquilo que ganho, se soubesse que depois de acabar a minha carreira o iria receber em reforma, como nos restantes países europeus. Aquilo que pudermos ganhar nunca é muito, porque vamos ter muito tempo sem uma actividade profissional. A não ser que, depois do futebol, iniciemos outro trabalho, o que é difícil.
Dragões - A quem compete então esse poder negocial e melhoria de condições?
Vítor Baía - Ao governo. A todas as entidades responsáveis. Não vou culpar ninguém directamente, porque se calhar todos somos culpados, até os próprios jogadores, os clubes, o sindicato. E não tem apenas a ver com este problema. A componente escolar não tem sido tratada da forma necessária: não se consegue compatibilizar os estudos e o futebol. Porquê? Porque não se consegue criar condições para que isso aconteça como noutros países, em que os jogadores, mesmo estando em competições, se não podem ir realizar os exemes ou testes, o fazem nos próprios estágios? Portanto, não admira que os futebolistas abandonem precocemente a educação escolar, visto que algo está mal na sociedade.
Clube deve ser tratado com respeito
Dragões - O que representa o F.C.P. na sua vida?
Vítor Baía - Nesta altura é grande parte do que eu sou. Tudo o que tenho e sou a ele o devo, é o meu clube desde a infância e por quem eu tenho, em termos quase umbilicais, uma profunda admiração e respeito.
Dragões - E como o situa no quadro nacional de clubes?
Vítor Baía - Penso que os números falam por si e que temos a hegemonia do futebol português, o que é muito bom. Temos estado sempre em competições europeias importantes, com destaque para duas "poules" seguidas dos Campeões, de onde o prestígio do F.C.P. tem saído intacto depois de todas as conquistas em anos brilhantes do passado recente. E aos quais se tem dado uma continuidade, embora não com a mesma grandeza, mas com a suficiente para dignificarmos bem o clube, após todos aqueles êxitos importantes.
Dragões - A propósito de hegemonia portista, ainda recentemente proferiu umas declarações para um jornal desportivo em que se notava a sua admiração por se duvidar deste poder do clube...
Vítor Baía - Tenho que ficar forçosamente admirado, pois uma equipa como a do F.C.P. não pode, de um momento para o outro, ser tratada com falta de respeito. E nós já demos provas mais do que suficientes, não só às pessoas que não estão directamente ligadas ao clube, como aos próprios sócios, que algumas vezes não nos têm compreendido e têm tomado atitudes que não são favoráveis. Nós queremos o bem do clube e lutamos pelo melhor do clube, ainda que por vezes as coisas não saiam como desejaríamos.
Dragões - Quem são os responsáveis pelos triunfos do F.C.P.?
Vítor Baía - Não se pode particularizar. Os jogadores têm uma grande dose de responsabilidade, mas o Porto funciona como uma máquina, à volta da qual tudo gira e funciona; os jogadores, os dirigentes, os roupeiros, os médicos, os enfermeiros, as senhoras da limpeza, o sapateiro, os porteiros, enfim toda a gente. Mas também é uma máquina, no sentido inverso, quando perdemos. Quando sofremos uma derrota, não se deve dizer que o culpado é o Vítor Baía, porque se quando ganhamos, ganham todos, quando perdemos, perdem todos também.
Dragões - Mas as grandes vitórias começam ainda mais atrás, com toda a dinâmica que é imprimida este universo imenso...
Vítor Baía - Não há dúvida que o clube tem tido pessoas responsáveis e à altura para solucionar todos os problemas. Claro que também tivemos duas Ligas dos Campeões que nos vieram ajudar, mas se as pessoas não soubessem administrar e gerir como aqui se faz, as coisas podiam não ser resolvidas.
Dragões - Sente que o clube mudou, se transformou, desde o tempo em que chegou pela primeira vez?
V.B. - A mística deste clube está muito bem vincada, nos jogadores e em todos, e desde há muitos anos. Se as coisas estão bem, então há pouco a mudar. Mudar é só quando algo está mal, e felizmente uma das características deste clube tem sido a estabilidade e a regularidade de todos os intervenientes.
05/01/07
Canal F.C.Porto TV
Acabei de encontrar isto na net sem querer e como não fazia ideia que o FC Porto ia ter em breve um canal de televisão, achei que podia ser útil se postasse aqui...
Canal F.C.Porto TV
Porto - O Canal F.C.Porto TV, que está tecnicamente pronto a arrancar desde Fevereiro deste ano, aguarda luz verde para dar início às emissões em formato digital, apurou a PNN junto de fonte segura.
Tecnicamente evoluída, a plataforma será semelhante à usada pelos canais Lusomundo ou Sport TV, prometendo inovar, a nível europeu, o conceito de canal de clube.
Este novo conceito de canal, cuja estratégia só será revelada em meados de Novembro deste ano, pretende chegar a todos os lares europeus, de modo a fortalecer ainda mais os laços que unem o clube aos seus adeptos.
Será então o primeiro canal, a nível mundial, a chegar de raiz a todos os que vivem o futebol e, principalmente, são adeptos do Futebol Clube do Porto. As expectativas de audiência média diária para o primeiro ano atingem os cerca de um milhão de espectadores.
Inicialmente o canal irá arrancar com 35 profissionais, dos quais cinco serão jornalistas. Os conteúdos serão uma total novidade, não havendo ainda mais detalhes.
(c) PNN Portuguese News Network
Canal F.C.Porto TV
Porto - O Canal F.C.Porto TV, que está tecnicamente pronto a arrancar desde Fevereiro deste ano, aguarda luz verde para dar início às emissões em formato digital, apurou a PNN junto de fonte segura.
Tecnicamente evoluída, a plataforma será semelhante à usada pelos canais Lusomundo ou Sport TV, prometendo inovar, a nível europeu, o conceito de canal de clube.
Este novo conceito de canal, cuja estratégia só será revelada em meados de Novembro deste ano, pretende chegar a todos os lares europeus, de modo a fortalecer ainda mais os laços que unem o clube aos seus adeptos.
Será então o primeiro canal, a nível mundial, a chegar de raiz a todos os que vivem o futebol e, principalmente, são adeptos do Futebol Clube do Porto. As expectativas de audiência média diária para o primeiro ano atingem os cerca de um milhão de espectadores.
Inicialmente o canal irá arrancar com 35 profissionais, dos quais cinco serão jornalistas. Os conteúdos serão uma total novidade, não havendo ainda mais detalhes.
(c) PNN Portuguese News Network
Post dedicado a Pôncio Monteiro
Na minha visita matinal pela imprensa desportiva, comecei como habitualmente pelo meu jornal favorito, O Jogo, e o que vejo? Que o Nuno Assis foi castigado pelo Tribunal Arbitral do Desporto. Algo normal pois os juízes não são portugueses. Mas depois de uma visita às páginas interiores reparo que o Ricardo Lemos continua com dúvidas sobre quem fala verdade ou mente em todo este processo. Diz ele que: "O TAS condenou Nuno Assis, depois de uma decisão do CJ da FPF ter sido favorável ao jogador, anulando um castigo da CD da LPFP... Entre tantas siglas, fica a enorme dúvida em torno de todo este caso: quem está a falar a verdade?" Óra bem, ou o cronista é ingénuo, o que eu não acredito, ou está a fazer-se de ingénuo porque já devia saber que este castigo do TAS (mais duro do que seria de esperar) prova duas coisas. - Que Nuno Assis se drogou ao contrário do que disseram os dirigentes do Benfica e que o CJ da FPF anulou o castigo ao jogador a mando de alguém e sem razões para tal.
Mais palavras para quê? O Simulão quando fala mostra o carácter que os jogadores do Benfica têm:
"É triste ver um profissional nesta situação, sendo inocente"
Sobre este assunto, na sondagem do Correio da Manhã, 74% dos leitores acham que o castigo a Nuno Assis é injusto e nem outra coisa seria de esperar.
Depois vejo que o Lucas (é assim que ele quer que o chamem, pois é?) conseguiu chegar antes do carnaval. Nada mau. Agora só precisa de começar a mostrar o que vale em campo já que fora dele parece ser um jogador interessante: "FC Porto é o melhor clube em Portugal"
E o Diego regressa ao Dragão. Quer dizer, não é o mesmo que Adriaanse despediu e com aquele apelido dificilmente vamos conseguir esquecer o outro mas como quem manda, pode...ou será antes ao contrário?
Já Ricardo Costa é imprescindivel. Adriano, não. E esta hein?
Carla Pinto vai reclamar a João Vieira Pinto 2,1 dos 4,2 milhões de euros que ele recebeu do Sporting a título de direitos desportivos. Claro. Ela não é loira.
Mas sobre este asunto, com que cara estão neste momento os "honestos" dirigentes do Sporting?
O presidente da Liga de Futebol quer que os árbitros profissionais ganhem dinheiro ou se quiserem, que os árbitros ganhem mais dinheiro do que já ganham e não é pouco. Só não disse quem vai pagar mas isso não é importante pois não?
Quem disse que já não existem milagres de Natal como antigamente?
Obrigado, Senhor!
Mais palavras para quê? O Simulão quando fala mostra o carácter que os jogadores do Benfica têm:
"É triste ver um profissional nesta situação, sendo inocente"
Sobre este assunto, na sondagem do Correio da Manhã, 74% dos leitores acham que o castigo a Nuno Assis é injusto e nem outra coisa seria de esperar.
Depois vejo que o Lucas (é assim que ele quer que o chamem, pois é?) conseguiu chegar antes do carnaval. Nada mau. Agora só precisa de começar a mostrar o que vale em campo já que fora dele parece ser um jogador interessante: "FC Porto é o melhor clube em Portugal"
E o Diego regressa ao Dragão. Quer dizer, não é o mesmo que Adriaanse despediu e com aquele apelido dificilmente vamos conseguir esquecer o outro mas como quem manda, pode...ou será antes ao contrário?
Já Ricardo Costa é imprescindivel. Adriano, não. E esta hein?
Carla Pinto vai reclamar a João Vieira Pinto 2,1 dos 4,2 milhões de euros que ele recebeu do Sporting a título de direitos desportivos. Claro. Ela não é loira.
Mas sobre este asunto, com que cara estão neste momento os "honestos" dirigentes do Sporting?
O presidente da Liga de Futebol quer que os árbitros profissionais ganhem dinheiro ou se quiserem, que os árbitros ganhem mais dinheiro do que já ganham e não é pouco. Só não disse quem vai pagar mas isso não é importante pois não?
Quem disse que já não existem milagres de Natal como antigamente?
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