Diário de Notícias
Corrida às farmácias sobe vendas em 20,9 milhões
Jornal de Notícias
PJ investiga suspeitas de prescrição irregular de antidepressivos
Porque será?
08/11/10
Dois erros de Ruben Micael
O meu amigo Augusto Bessa tinha previsto este resultado na Casa do FC Porto de Sion (que ambiente!) antes do jogo começar. Eu, que apostei no 4-1, sou testemunha. Para além disso, a melhor exibição da época foi, quanto a mim, diante do U. Leiria, onde também marcamos cinco (5) golos mas tivemos de lutar muito para sofrermos apenas um.
Nesse jogo o adversário criou-nos imensas dificuldades. Ontem isso nunca aconteceu. Aliás, os nossos jogadores levantaram o pé do acelerador depois do terceiro golo para não humilharem ainda mais o Benfica e os benfiquistas. Os guerreiros de André Villas-Boas marcaram mais dois golos, tantos como contra o U.Leiria, é verdade, mas apenas porque o adversário éra bastante inferior e estava no relvado do Dragão para perder por poucos.
PS- O Vítor Hugo Alvarenga fez, no site Mais Futebol, uma crónica muito interessante sobre André Villas-Boas
A frase do dia...são várias. Por incrivel que pareça, mais do que os cinco (5) golos com que o FC Porto humilhou o campeão dos tuneis.

Carlos Quevedo (Adepto do FCP): E pronto. Lá chegou o quinto. Acho que o Benfica merecia empatar.
Miguel Esteves Cardoso (Adepto do SLB): Acabou, graças a Deus! Nem o Benfica foi piroso ao ponto de marcar um golo de honra nem o Porto foi capaz de marcar o sexto.
Rui Reininho (Adepto do FCP): Estava a encarar com alguma apreensão este clássico, porque o jogo com o Besiktas deixara a equipa desgastada mas aconteceu o contrário, parecia que o Benfica tinha jogado quinta-feira.
Rui Moreira (Adepto do FCP): Foi um jogo normal, não acho que o Benfica tenha facilitado, provou-se que o FC Porto tem melhor equipa que o Benfica e melhor treinador.
Manuel Serrão (Adepto do FCP): O facto mais importante deste jogo foi que o Benfica levou cinco e o Roberto não sofreu qualquer frango.
Hulk: Se ele [cadastrado presidente do benfica] ainda não me conhecer, amanhã [hoje] vai abrir os jornais e ver o meu nome.
André Villas-Boas: Se o FC Porto é mais favorito? Faça essa pergunta ao treinador do Benfica e, a partir da resposta dele, terá a minha.
Pinto da Costa: Foi uma exibição fantástica e uma resposta à campanha que o jornal "A Bola" fez durante a semana com escritos baixos ao seu melhor nível e que só serviram para nos unir mais. Em dez jogos temos dez pontos de vantagem o que para muitos era impensável. É uma resposta para quem disse que fui contratar um treinador à pressa. O mesmo treinador que em dois jogos com este visitante já tem a o saldo de 7-0. Continuem a falar. Até admito que amanhã haja uma reunião de emergência com o senhor José Manuel Delgado e o senhor Fernando Guerra e isso dá-me um grande gozo porque respondemos à nossa maneira, ganhando com verdade desportiva como hoje fizemos.
André Villas-Boas: Acreditaram que um duelo poderia resolver os problemas, mas passou-se o contrário. Este não éra um jogo de duelos individuais, mas de organizações.
Pinto da Costa: Dou os parabéns ao ministro da Administração Interna porque todo este aparato vivido na cidade do Porto deve ter sido um ensaio para apanhar criminosos que andem à solta. Acho que ele deve estar todo satisfeito porque para todos, fora de campo, tudo correu bem. Dentro do campo, felizmente, correu bem para nós.
Carlos Quevedo (Adepto do FCP): Quero agradecer a Pinto da Costa por estas décadas de felicidade.
Já agora, também agradeço. Obrigado PRESIDENTE!
07/11/10
Sigam o exemplo dos Eneacampeões
E humilhem-nos!

«Póquer» de Reinaldo Ventura abate águias
O FC Porto Império Bonança continua na frente do nacional de hóquei em patins, a para da Oliveirense, depois de bater o Benfica, na Luz, por 5-7. Reinaldo Ventura, com quatro golos, foi o herói da partida. Os lisboetas ficaram a saber que é preciso mais do que palavras para destronar os eneacampeões.
Num encontro emocionante, a equipa da casa até foi a primeira a marcar, por Ricardo Pereira. Seria a única vantagem do Benfica no marcador. Ao intervalo, os Dragões venciam por 1-3, com tentos de Emanuel Garcia, Pedro Moreira e Reinaldo Ventura, de penalti.
Já na segunda parte, depois do FC Porto desperdiçar um livre directo e enviar uma bola ao poste, o Benfica chegou ao 3-3. O empate durou pouco tempo, já que dois minutos depois da igualdade, Reinaldo Ventura fez o 3-4, na transformação de um livre directo. O avançado repetiria o gesto mais duas vezes, até ao 3-6. O benfiquista Diogo Rafael e o seu técnico Luís Sénica foram então expulsos.
Nos últimos minutos, os locais ainda reagiram, chegando ao 5-6. A sete segundos do fim, Emanuel Garcia, de livre directo, colocou um ponto final na partida. Com este triunfo, e volvidas seis jornadas, o FC Porto Império Bonança soma 18 pontos, tantos quantos a Oliveirense.
http://www.fcporto.pt/

«Póquer» de Reinaldo Ventura abate águias
O FC Porto Império Bonança continua na frente do nacional de hóquei em patins, a para da Oliveirense, depois de bater o Benfica, na Luz, por 5-7. Reinaldo Ventura, com quatro golos, foi o herói da partida. Os lisboetas ficaram a saber que é preciso mais do que palavras para destronar os eneacampeões.
Num encontro emocionante, a equipa da casa até foi a primeira a marcar, por Ricardo Pereira. Seria a única vantagem do Benfica no marcador. Ao intervalo, os Dragões venciam por 1-3, com tentos de Emanuel Garcia, Pedro Moreira e Reinaldo Ventura, de penalti.
Já na segunda parte, depois do FC Porto desperdiçar um livre directo e enviar uma bola ao poste, o Benfica chegou ao 3-3. O empate durou pouco tempo, já que dois minutos depois da igualdade, Reinaldo Ventura fez o 3-4, na transformação de um livre directo. O avançado repetiria o gesto mais duas vezes, até ao 3-6. O benfiquista Diogo Rafael e o seu técnico Luís Sénica foram então expulsos.
Nos últimos minutos, os locais ainda reagiram, chegando ao 5-6. A sete segundos do fim, Emanuel Garcia, de livre directo, colocou um ponto final na partida. Com este triunfo, e volvidas seis jornadas, o FC Porto Império Bonança soma 18 pontos, tantos quantos a Oliveirense.
http://www.fcporto.pt/
06/11/10
Já nem a Uefa pode controlar os jogadores do Benfica?
O controlo antidoping esteve no Seixal a controlar os jogadores do Benfica. E algo que devia merecer aplausos, deu direito a muitas vozes de protesto, com a ajuda da comunicação social portuguesa, sempre pronta a apoiar o clube do regime.
Da primeira página do jornal A Bola:
“Três dias antes do clássico [FC Porto–Benfica] ‘Vampiros’ atacam no Benfica”
Vampiros. Claro está que, perante tamanha pressão, os membros da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) viram-se obrigados a emitir um comunicado antes que fossem obrigados a pedir a demissão, em que esclarecem que o controlo antidoping é responsabilidade da UEFA.
Ufa, parece que já se safaram desta!
Enfim, depois de uns anos, entre 2007 e 2009, em que tiveram liberdade para controlar os atletas do Benfica (com bons resultados), neste momento os médicos da ADOP cagam-se todos quando o assunto tem a ver com o clube do regime.
E mesmo Domingos Gomes, membro da Unidade de Controlo Anti-Doping da UEFA, viu-se obrigado a explicar tal «afronta».
«Não sei a razão, há um grupo restrito de três ou quatro pessoas que tomam a decisão em relação ao clube a visitar e ao momento da recolha. Sei apenas que pode abranger entre sete e dez jogadores e não é obrigatório sorteá-los»
Para os lados da Luz não gostam de controlos. Será que lhes fazem lembrar o Nuno Assis?
Do DN:
Justiça desportiva.
Apesar de obrigatórios por lei, os inquéritos para determinar o envolvimento do clube e do departamento médico no caso de 'doping' só foram abertos dois anos depois, após o DN ter solicitado várias vezes acesso às conclusões.
Foi em Janeiro de 2007 que o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) colocou um ponto final a um dos casos de doping mais polémicos em Portugal, suspendendo Nuno Assis, na altura jogador do Benfica, por um ano. Derrotado, o clube da Luz recorreu para o Supremo Tribunal suíço, mas voltou a perder. Tendo o caso sido encerrado com uma condenação, este deveria de imediato ter dado origem a inquéritos para determinar qual a responsabilidade da SAD encarnada e do seu staff no caso de dopagem, mas a justiça do futebol português não o fez: a notificação oficial para actualizar o registo disciplinar do jogador só foi enviada à Liga de Clubes (LPFP), pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em 2009; Nuno Assis não continuou a jogar nas provas internas apenas porque o Benfica cumpriu a sanção, já que formalmente a Liga não o podia impedir.
O Decreto-Lei nº 183/97, que na altura regulava o combate ao doping em Portugal, diz que um teste positivo "determina automaticamente a abertura de inquérito" para averiguar um eventual "envolvimento e o grau de responsabilidade" do pessoal de apoio ao atleta, inclusive funcionários e dirigentes dos clubes/equipas.
Se a lei tivesse sido cumprida na altura, deveriam ter sido investigados "médicos, paramédicos e técnicos" que acompanhavam "directamente a carreira desportiva" do atleta, assim como "todos os agentes desportivos" que mantinham com o jogador "uma relação particularmente estreita, nomeadamente de superintendência, de orientação ou de apoio".
Como o Benfica é um clube profissional, a entidade competente para investigar seria a Comissão Disciplinar (CD) da Liga, o mesmo órgão que em 2006 tomou a primeira decisão sobre o caso Nuno Assis, aplicando uma suspensão de seis meses. Mas a CD não avançou com os inquéritos ao Benfica. Aguardou que a FPF reconhecesse formalmente que o acórdão do seu Conselho de Justiça (CJ), que arquivara o caso, tinha sido revogado pela resolução do TAS.
O TAS comunicou a sua decisão às partes envolvidas - FPF, Benfica, Nuno Assis e Agência Mundial Antidopagem - a 4 de Janeiro de 2007 e publicou o acórdão a 24 de Janeiro. A nota formal da FPF devia ter sido enviada de imediato para a Liga, mas isso só aconteceu a 17 de Março de 2009, mais de dois anos depois do acórdão arbitral e semanas depois de o DN ter pedido várias vezes o acesso às conclusões dos inquéritos, obrigatório por lei, sem saber que estes não tinham sido realizados.
Três dias depois de a FPF ter emitido a nota formal, a CD da Liga instaurou os dois inquéritos, ambos fechados e arquivados a 19 de Junho deste ano. Um por "não se terem revelado indícios de responsabilidade disciplinar do 'pessoal de apoio ao praticante desportivo'", o outro por "não se ter demonstrado a culpa da sociedade desportiva acusada". Ou seja, o Benfica.
A nível formal, para a CD da Liga, "até 12 de Março de 2009 era a absolvição transitada em julgado [decretada pelo Conselho de Justiça] que constava do 'cadastro disciplinar' do atleta para a época 2006/07". Apenas com a nota da FPF, sobre o acórdão do TAS, a Liga considerou revogada a decisão do CJ, o registo do actual jogador do Vitória de Guimarães foi actualizado e foram abertos os inquéritos à SAD do Benfica e ao seu pessoal médico e técnico.
Por falar em jogadores do Benfica, alguém pode dizer com certeza absoluta de que morreu o húngaro Miklos Fehér?
Mudando um pouco de assunto, esta semana li uma entrevista antiga do Eusébio em que o jogador diz que apenas foi expulso uma vez na carreira e que o juizo do árbitro tinha sido de tal maneira injusto que nunca chegou a ser castigado. E ri. Se agora os jogadores do Benfica nunca são castigados pela (in)justiça desportiva porque razão haviam de ser castigados nos gloriosos tempos da ditadura salazarista?
Voltando ao controlo surpresa, será que os dirigentes e adeptos do Benfica revoltaram-se porque se lembraram dos jogadores de râguebi, basquetebol, andebol...e sei lá que mais, que também foram apanhados nas semanas seguintes?
Ou os ciclistas que eles doparam têm algo a ver com as reacções exageradas que assistimos esta semana?
Do jornal O Jogo em 2008:
Benfica viu recusado wild card da UCI
A equipa do Benfica viu recusada pela UCI (União Ciclista Internacional) o "wild card" que lhe permitiria, como equipa Continental, disputar esta época algumas provas do calendário ProTour. A ausência de resultados desportivos, a presença na equipa de Ruben Plaza (indiciado na Operação Puerto) e recentes casos de doping envolvendo ciclistas do clube da Luz terão estado na origem do "não" da UCI.
Enfim, voltando às explicações de Domingos Gomes, já todos sabiamos que a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) estava proibida de controlar os jogadores do Benfica, mas quererem proibir também a Uefa é algo novo.
Da primeira página do jornal A Bola:
“Três dias antes do clássico [FC Porto–Benfica] ‘Vampiros’ atacam no Benfica”
Vampiros. Claro está que, perante tamanha pressão, os membros da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) viram-se obrigados a emitir um comunicado antes que fossem obrigados a pedir a demissão, em que esclarecem que o controlo antidoping é responsabilidade da UEFA.
Ufa, parece que já se safaram desta!
Enfim, depois de uns anos, entre 2007 e 2009, em que tiveram liberdade para controlar os atletas do Benfica (com bons resultados), neste momento os médicos da ADOP cagam-se todos quando o assunto tem a ver com o clube do regime.
E mesmo Domingos Gomes, membro da Unidade de Controlo Anti-Doping da UEFA, viu-se obrigado a explicar tal «afronta».
«Não sei a razão, há um grupo restrito de três ou quatro pessoas que tomam a decisão em relação ao clube a visitar e ao momento da recolha. Sei apenas que pode abranger entre sete e dez jogadores e não é obrigatório sorteá-los»
Para os lados da Luz não gostam de controlos. Será que lhes fazem lembrar o Nuno Assis?
Do DN:
Justiça desportiva.
Apesar de obrigatórios por lei, os inquéritos para determinar o envolvimento do clube e do departamento médico no caso de 'doping' só foram abertos dois anos depois, após o DN ter solicitado várias vezes acesso às conclusões.
Foi em Janeiro de 2007 que o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) colocou um ponto final a um dos casos de doping mais polémicos em Portugal, suspendendo Nuno Assis, na altura jogador do Benfica, por um ano. Derrotado, o clube da Luz recorreu para o Supremo Tribunal suíço, mas voltou a perder. Tendo o caso sido encerrado com uma condenação, este deveria de imediato ter dado origem a inquéritos para determinar qual a responsabilidade da SAD encarnada e do seu staff no caso de dopagem, mas a justiça do futebol português não o fez: a notificação oficial para actualizar o registo disciplinar do jogador só foi enviada à Liga de Clubes (LPFP), pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em 2009; Nuno Assis não continuou a jogar nas provas internas apenas porque o Benfica cumpriu a sanção, já que formalmente a Liga não o podia impedir.
O Decreto-Lei nº 183/97, que na altura regulava o combate ao doping em Portugal, diz que um teste positivo "determina automaticamente a abertura de inquérito" para averiguar um eventual "envolvimento e o grau de responsabilidade" do pessoal de apoio ao atleta, inclusive funcionários e dirigentes dos clubes/equipas.
Se a lei tivesse sido cumprida na altura, deveriam ter sido investigados "médicos, paramédicos e técnicos" que acompanhavam "directamente a carreira desportiva" do atleta, assim como "todos os agentes desportivos" que mantinham com o jogador "uma relação particularmente estreita, nomeadamente de superintendência, de orientação ou de apoio".
Como o Benfica é um clube profissional, a entidade competente para investigar seria a Comissão Disciplinar (CD) da Liga, o mesmo órgão que em 2006 tomou a primeira decisão sobre o caso Nuno Assis, aplicando uma suspensão de seis meses. Mas a CD não avançou com os inquéritos ao Benfica. Aguardou que a FPF reconhecesse formalmente que o acórdão do seu Conselho de Justiça (CJ), que arquivara o caso, tinha sido revogado pela resolução do TAS.
O TAS comunicou a sua decisão às partes envolvidas - FPF, Benfica, Nuno Assis e Agência Mundial Antidopagem - a 4 de Janeiro de 2007 e publicou o acórdão a 24 de Janeiro. A nota formal da FPF devia ter sido enviada de imediato para a Liga, mas isso só aconteceu a 17 de Março de 2009, mais de dois anos depois do acórdão arbitral e semanas depois de o DN ter pedido várias vezes o acesso às conclusões dos inquéritos, obrigatório por lei, sem saber que estes não tinham sido realizados.
Três dias depois de a FPF ter emitido a nota formal, a CD da Liga instaurou os dois inquéritos, ambos fechados e arquivados a 19 de Junho deste ano. Um por "não se terem revelado indícios de responsabilidade disciplinar do 'pessoal de apoio ao praticante desportivo'", o outro por "não se ter demonstrado a culpa da sociedade desportiva acusada". Ou seja, o Benfica.
A nível formal, para a CD da Liga, "até 12 de Março de 2009 era a absolvição transitada em julgado [decretada pelo Conselho de Justiça] que constava do 'cadastro disciplinar' do atleta para a época 2006/07". Apenas com a nota da FPF, sobre o acórdão do TAS, a Liga considerou revogada a decisão do CJ, o registo do actual jogador do Vitória de Guimarães foi actualizado e foram abertos os inquéritos à SAD do Benfica e ao seu pessoal médico e técnico.
Por falar em jogadores do Benfica, alguém pode dizer com certeza absoluta de que morreu o húngaro Miklos Fehér?
Mudando um pouco de assunto, esta semana li uma entrevista antiga do Eusébio em que o jogador diz que apenas foi expulso uma vez na carreira e que o juizo do árbitro tinha sido de tal maneira injusto que nunca chegou a ser castigado. E ri. Se agora os jogadores do Benfica nunca são castigados pela (in)justiça desportiva porque razão haviam de ser castigados nos gloriosos tempos da ditadura salazarista?
Voltando ao controlo surpresa, será que os dirigentes e adeptos do Benfica revoltaram-se porque se lembraram dos jogadores de râguebi, basquetebol, andebol...e sei lá que mais, que também foram apanhados nas semanas seguintes?
Ou os ciclistas que eles doparam têm algo a ver com as reacções exageradas que assistimos esta semana?
Do jornal O Jogo em 2008:
Benfica viu recusado wild card da UCI
A equipa do Benfica viu recusada pela UCI (União Ciclista Internacional) o "wild card" que lhe permitiria, como equipa Continental, disputar esta época algumas provas do calendário ProTour. A ausência de resultados desportivos, a presença na equipa de Ruben Plaza (indiciado na Operação Puerto) e recentes casos de doping envolvendo ciclistas do clube da Luz terão estado na origem do "não" da UCI.
Enfim, voltando às explicações de Domingos Gomes, já todos sabiamos que a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADOP) estava proibida de controlar os jogadores do Benfica, mas quererem proibir também a Uefa é algo novo.
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