15/06/11
Pinto da Costa
Como acredito que Portugal e os portugueses teriam muito a ganhar se os nossos governantes e empresários copiassem o modelo de gestão que Pinto da Costa implantou no FC Porto, decidi votar no nosso Presidente.
08/06/11
Luís Filipe Vieira e as transparências de um presidente de um clube transparente - 3
Apito Encarnado: Texto Integral do Dossiê "Tu, Luís..."
Elementos da CD identificados
Cerca de uma hora depois de terem sido notificados da decisão do Conselho de Justiça, que reduziu as penas aplicadas pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga na sequência dos distúrbios no túnel da Luz, de quatro meses para três jogos no caso de Hulk e de seis meses para quatro jogos no caso de Sapunaru, os dois jogadores fizeram um requerimento ao secretário-geral da Liga no sentido da identificação de todos os membros da CD.No requerimento, para além dos dados individuais de cada um dos membros daquele órgão, foram ainda pedidos dados relativos ao estado civil de cada um, bem como os nomes dos respectivos cônjuges no caso dos que são casados e ainda as moradas. O requerimento apresentado pelos dois jogadores destina-se a fins judiciais, sendo pública a vontade de ambos actuarem judicialmente no sentido de reclamarem indemnizações por causa dos castigos de que foram alvo. A CD da Liga é composta por cinco elementos. Para além do mediático presidente, Ricardo Costa, fazem ainda parte daquele órgão, os vogais Jacinto Remígio Meca, Jorge Santos, Armando Russo Valente e José Manuel Araújo.
O Jogo
PSP chamada à Luz por «resistência» de Vieira
A PSP de Benfica foi chamada, esta quarta-feira, ao Estádio da Luz por «resistência» de Luís Filipe Vieira em assinar uma notificação das Finanças, apurou o tvi24.pt junto de fonte policial.
O presidente do Sport Lisboa e Benfica estava nas instalações da SAD quando, ao final da tarde, foi abordado por um inspector das Finanças para assinar uma notificação. No entanto, o presidente recusou assinar um documento, o que acabou por levar o inspector a chamar a polícia por «resistência» de Vieira.
Fonte oficial do Benfica explicou ao tvi24.pt que a notificação estava relacionada com uma empresa de Luís Filipe Vieira e que a assinatura requerida era na qualidade de «testemunha». O presidente do Benfica «preparava-se para assinar a notificação quando reparou que dizia respeito a uma empresa da qual já não era sócio há doze anos», disse a mesma fonte.
Vieira recusou o pedido do inspector, solicitou às Finanças que «corrigissem o erro» e «saiu». O inspector acabou por chamar a PSP, no entanto, ao que o tvi24.pt apurou quando os agentes da esquadra de Benfica chegaram ao local já o presidente do SLB tinha abandonado as instalações.
TVI24
Construtora Obriverca investigada pela Judiciária
O departamento de combate à criminalidade económica da Polícia Judiciária tem pendentes várias investigações sobre os negócios de empresas do grupo Obriverca. Alegadas irregularidades praticadas pela construtora, em Odivelas e Vila Franca de Xira, estão também a ser investigadas pelo Ministério Público, enquanto a Inspecção-Geral de Administração do Território enviou para o Tribunal de Almada um processo em que recomenda a nulidade do licenciamento de um imóvel, construído na orla costeira de Sesimbra. Em Odivelas, os inspectores encontram ainda indícios de violação dos deveres municipais em obras da construtora.
Detentora dos terrenos da ex-Sociedade Nacional de Sabões, pelos quais passa o canal de amarração da terceira travessia do Tejo, contemplada no PDM de Lisboa, o grupo empresarial viu-se envolvido na discussão entre a Câmara de Lisboa e o Governo sobre os direitos eventualmente adquiridos com a autorização de loteamento.
Num percurso de duas décadas, polémicas e críticas nunca faltaram à construtora, que optou por um core business quase exclusivamente de habitação residencial ou de negócios, apostando em projectos de vulto, diferentes da habitual traça portuguesa - há quem lhes chame urbanizações espanholadas - com re- levo para espaços verdes exóticos. À qualidade das urbanizações, defendida por uns, somam-se as críticas de outros: a empresa é acusada de actuar à revelia de licenciamentos, de não respeitar embargos dos tribunais, de fechar os olhos a servidões e outras condicionantes administrativas e de ultrapassar os índices de construção permitidos.
A ascensão da Obriverca, fundada em 1986 por Eduardo Rodrigues, Luís Filipe Vieira e Joaquim Marto (já falecido), com uma quota de 500 contos cada um, foi meteórica, sendo hoje o império económico constituído por mais de 40 empresas, em diferentes ramos de actividade.
O presidente do Sport Lisboa e Benfica veio a sair, formalmente, da Obriverca em 2001, mas alguns familiares seus ainda se mantêm na estrutura empresarial. É também na família que Eduardo Rodrigues se apoia: as duas filhas, Sandra e Ana Filipa, integram actualmente a administração de várias empresas do grupo.
Aproveitando as oportunidades de negócio que iam surgindo na sua área de influência - a Grande Lisboa -, a empresa foi revelando especial apetência para a requalificação de solos industriais (Fábrica de Material de Guerra, em Lisboa, fábrica de loiça, em Sacavém, ou Mague, em Alverca, por exemplo) e para a recuperação de edifícios inacabados (Mar da Califórnia e Quinta do Mocho).
Em 1999, essa visão empresarial resultou na constituição da sociedade Jardins de Braço de Prata, entre a Obriverca e Paulo Castro Nabais, da Somague. A empresa apanhou a meio a discussão sobre o Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, entretanto lançado pela câmara e pelo qual se viabilizaria a construção de uma urbanização nos terrenos da antiga fábrica.
Nabais abandonou o projecto já este ano, deixando Ana Filipa Rodrigues na administração. A trilogia familiar é partilhada na sociedade Alcântara Rio, formada em 2000. Nesse ano, em associação com Simão e Miguel Soares da Costa, Eduardo Rodrigues constituiu a Mar da Califórnia, empreendimentos. A designação-mãe foi aproveitada, em 2005, para a constituição da Mar da Califórnia, actividades hoteleiras.
O impulso pela oportunidade levou, em 2001, à constituição da Lismarvila, com 100 mil euros. Eduardo Rodrigues preside à administração, partilhada com Simão Soares da Costa e Joaquim do Vale Tarré.
Para a elaboração deste trabalho, o DN quis falar com Eduardo Rodrigues, que não estava disponível, o mesmo sucedendo com as outras administradoras.
DN
Elementos da CD identificados
Cerca de uma hora depois de terem sido notificados da decisão do Conselho de Justiça, que reduziu as penas aplicadas pela Comissão Disciplinar (CD) da Liga na sequência dos distúrbios no túnel da Luz, de quatro meses para três jogos no caso de Hulk e de seis meses para quatro jogos no caso de Sapunaru, os dois jogadores fizeram um requerimento ao secretário-geral da Liga no sentido da identificação de todos os membros da CD.No requerimento, para além dos dados individuais de cada um dos membros daquele órgão, foram ainda pedidos dados relativos ao estado civil de cada um, bem como os nomes dos respectivos cônjuges no caso dos que são casados e ainda as moradas. O requerimento apresentado pelos dois jogadores destina-se a fins judiciais, sendo pública a vontade de ambos actuarem judicialmente no sentido de reclamarem indemnizações por causa dos castigos de que foram alvo. A CD da Liga é composta por cinco elementos. Para além do mediático presidente, Ricardo Costa, fazem ainda parte daquele órgão, os vogais Jacinto Remígio Meca, Jorge Santos, Armando Russo Valente e José Manuel Araújo.
O Jogo
PSP chamada à Luz por «resistência» de Vieira
A PSP de Benfica foi chamada, esta quarta-feira, ao Estádio da Luz por «resistência» de Luís Filipe Vieira em assinar uma notificação das Finanças, apurou o tvi24.pt junto de fonte policial.
O presidente do Sport Lisboa e Benfica estava nas instalações da SAD quando, ao final da tarde, foi abordado por um inspector das Finanças para assinar uma notificação. No entanto, o presidente recusou assinar um documento, o que acabou por levar o inspector a chamar a polícia por «resistência» de Vieira.
Fonte oficial do Benfica explicou ao tvi24.pt que a notificação estava relacionada com uma empresa de Luís Filipe Vieira e que a assinatura requerida era na qualidade de «testemunha». O presidente do Benfica «preparava-se para assinar a notificação quando reparou que dizia respeito a uma empresa da qual já não era sócio há doze anos», disse a mesma fonte.
Vieira recusou o pedido do inspector, solicitou às Finanças que «corrigissem o erro» e «saiu». O inspector acabou por chamar a PSP, no entanto, ao que o tvi24.pt apurou quando os agentes da esquadra de Benfica chegaram ao local já o presidente do SLB tinha abandonado as instalações.
TVI24
Construtora Obriverca investigada pela Judiciária
O departamento de combate à criminalidade económica da Polícia Judiciária tem pendentes várias investigações sobre os negócios de empresas do grupo Obriverca. Alegadas irregularidades praticadas pela construtora, em Odivelas e Vila Franca de Xira, estão também a ser investigadas pelo Ministério Público, enquanto a Inspecção-Geral de Administração do Território enviou para o Tribunal de Almada um processo em que recomenda a nulidade do licenciamento de um imóvel, construído na orla costeira de Sesimbra. Em Odivelas, os inspectores encontram ainda indícios de violação dos deveres municipais em obras da construtora.
Detentora dos terrenos da ex-Sociedade Nacional de Sabões, pelos quais passa o canal de amarração da terceira travessia do Tejo, contemplada no PDM de Lisboa, o grupo empresarial viu-se envolvido na discussão entre a Câmara de Lisboa e o Governo sobre os direitos eventualmente adquiridos com a autorização de loteamento.
Num percurso de duas décadas, polémicas e críticas nunca faltaram à construtora, que optou por um core business quase exclusivamente de habitação residencial ou de negócios, apostando em projectos de vulto, diferentes da habitual traça portuguesa - há quem lhes chame urbanizações espanholadas - com re- levo para espaços verdes exóticos. À qualidade das urbanizações, defendida por uns, somam-se as críticas de outros: a empresa é acusada de actuar à revelia de licenciamentos, de não respeitar embargos dos tribunais, de fechar os olhos a servidões e outras condicionantes administrativas e de ultrapassar os índices de construção permitidos.
A ascensão da Obriverca, fundada em 1986 por Eduardo Rodrigues, Luís Filipe Vieira e Joaquim Marto (já falecido), com uma quota de 500 contos cada um, foi meteórica, sendo hoje o império económico constituído por mais de 40 empresas, em diferentes ramos de actividade.
O presidente do Sport Lisboa e Benfica veio a sair, formalmente, da Obriverca em 2001, mas alguns familiares seus ainda se mantêm na estrutura empresarial. É também na família que Eduardo Rodrigues se apoia: as duas filhas, Sandra e Ana Filipa, integram actualmente a administração de várias empresas do grupo.
Aproveitando as oportunidades de negócio que iam surgindo na sua área de influência - a Grande Lisboa -, a empresa foi revelando especial apetência para a requalificação de solos industriais (Fábrica de Material de Guerra, em Lisboa, fábrica de loiça, em Sacavém, ou Mague, em Alverca, por exemplo) e para a recuperação de edifícios inacabados (Mar da Califórnia e Quinta do Mocho).
Em 1999, essa visão empresarial resultou na constituição da sociedade Jardins de Braço de Prata, entre a Obriverca e Paulo Castro Nabais, da Somague. A empresa apanhou a meio a discussão sobre o Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, entretanto lançado pela câmara e pelo qual se viabilizaria a construção de uma urbanização nos terrenos da antiga fábrica.
Nabais abandonou o projecto já este ano, deixando Ana Filipa Rodrigues na administração. A trilogia familiar é partilhada na sociedade Alcântara Rio, formada em 2000. Nesse ano, em associação com Simão e Miguel Soares da Costa, Eduardo Rodrigues constituiu a Mar da Califórnia, empreendimentos. A designação-mãe foi aproveitada, em 2005, para a constituição da Mar da Califórnia, actividades hoteleiras.
O impulso pela oportunidade levou, em 2001, à constituição da Lismarvila, com 100 mil euros. Eduardo Rodrigues preside à administração, partilhada com Simão Soares da Costa e Joaquim do Vale Tarré.
Para a elaboração deste trabalho, o DN quis falar com Eduardo Rodrigues, que não estava disponível, o mesmo sucedendo com as outras administradoras.
DN
06/06/11
Top 10 dos jogadores mais eficazes em 2010/11
1- Cristiano Ronaldo (Real Madrid) :
40 golos, 11 passes decisivos em 2914 minutos, decisivo todos os 57,14 minutos
2- Lionel Messi (FC Barcelona) :
31 golos, 19 p.d. em 2857 min, decisivo todos os 57,14 min
3- Hulk (FC Porto) :
23 golos, 13 p.d. em 2291 min, decisivo todos os 63,64 min
4- Alex (Fenerbahçe) :
28 golos, 14 p.d. em 2726 min, decisivo todos os 64.90 min
5- Robin Van Persie (Arsenal) :
18 golos, 7 p.d. em 1769 min, decisivo todos os 70,76 min
6- Garra Dembele (Levski Sofia) :
26 golos, 1 p.d. em 2076 min, decisivo todos os 76,89 min
7- Dame N’Doye (FC Copenhague) :
25 golos, 9 p.d. em 2756 min, decisivo todos os 81,06 min
8- Mario Gomez (Bayern Munich) :
28 golos, 2 p.d. em 2445 min, decisivo todos os 81,50 min
9- Antonio Di Natale (Udinese) :
28 golos, 8 p.d. em 2935 min, decisivo todos os 81,53 min
10- Santiago Garcia (Nacional Montevideo) :
23 golos, 2 p.d. em 2049 min, decisivo todos os 81,96 min
40 golos, 11 passes decisivos em 2914 minutos, decisivo todos os 57,14 minutos
2- Lionel Messi (FC Barcelona) :
31 golos, 19 p.d. em 2857 min, decisivo todos os 57,14 min
3- Hulk (FC Porto) :
23 golos, 13 p.d. em 2291 min, decisivo todos os 63,64 min
4- Alex (Fenerbahçe) :
28 golos, 14 p.d. em 2726 min, decisivo todos os 64.90 min
5- Robin Van Persie (Arsenal) :
18 golos, 7 p.d. em 1769 min, decisivo todos os 70,76 min
6- Garra Dembele (Levski Sofia) :
26 golos, 1 p.d. em 2076 min, decisivo todos os 76,89 min
7- Dame N’Doye (FC Copenhague) :
25 golos, 9 p.d. em 2756 min, decisivo todos os 81,06 min
8- Mario Gomez (Bayern Munich) :
28 golos, 2 p.d. em 2445 min, decisivo todos os 81,50 min
9- Antonio Di Natale (Udinese) :
28 golos, 8 p.d. em 2935 min, decisivo todos os 81,53 min
10- Santiago Garcia (Nacional Montevideo) :
23 golos, 2 p.d. em 2049 min, decisivo todos os 81,96 min
04/06/11
Super Campeão!
Palmarés das equipas séniores do FC Porto
Futebol
Taça Intercontinental: 2
(1987, 2004)
Liga dos Campeões: 2
(1986/87, 2003/04)[16]
Taça UEFA/ Liga Europa: 2
(2002/03,2010/11)[17]
Supertaça Europeia: 1
(1986/87)[18]
Campeonato Português: 25
(1934/35, 1938/39, 1939/40, 1955/56, 1958/59, 1977/78, 1978/79, 1984/85, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93, 1994/95, 1995/96, 1996/97, 1997/98, 1998/99, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2006/07, 2007/08, 2008/09, 2010/11)
Campeonato de Portugal:4
(1921/22, 1924/25, 1931/32, 1936/37)
Taça de Portugal: 16
(1955/56, 1957/58, 1967/68, 1976/77, 1983/84, 1987/88, 1990/91, 1993/94, 1997/98, 1999/00, 2000/01, 2002/03, 2005/06, 2008/09,2009/10 ,2010/11)
Supertaça de Portugal: 17
(1980/81, 1982/83, 1983/84, 1985/86, 1989/90, 1990/91, 1992/93, 1993/94, 1995/96, 1997/98, 1998/99, 2000/01, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2008/09, 2009/10)
Liga Intercalar: 1
(2008/09)
Andebol de 7
Campeonato Nacional: 16
1953/54; 1956/57; 1957/58; 1958/59; 1959/60; 1962/63; 1963/64; 1964/65; 1967/68; 1998/99; 2001/02; 2002/03; 2003/04; 2008/09; 2009/10; 2010/11
Taça de Portugal: 7
1975/76; 1976/77; 1978/79; 1979/80; 1993/94, 2005/06, 2006/07
Taça da Liga: 3
2003/04; 2004/05; 2007/08
Supertaça Nacional: 5
1994/95; 1999/00; 2000/01; 2002/03; 2009/10
Campeonato Nacional (Reservas): 2
1972/73; 1973/74
Basquetebol
6 Campeonatos Nacionais
1951/52, 1952/53, 1971/72, 1978/79, 1979/80, 1982/83
4 Campeonatos da Liga Profissional (competição que sucedeu ao Campeonato Nacional de Basquetebol, competição realizada entre 1995/96 e 2007/2008)
1995/96, 1996/97, 1998/99, 2003/04
1 Campeonatos da Liga Portuguesa de Basquetebol (competição que sucedeu ao Campeonato da Liga Profissional, competição realizada desde 2008)
2010/11
3 Campeonatos Nacionais da 2ª divisão
1947/48, 1949/50, 1996/97
1 Campeonato Nacional da 2ª divisão B
1995/96
12 Taças de Portugal
1978/79, 1985/86, 1986/87, 1987/88, 1990/91, 1996/97, 1998/99, 1999/00, 2003/04, 2005/06, 2006/07, 2009/10
5 Taças da Liga
1999/00, 2001/2002, 2003/04, 2007/08, 2009/10
4 Supertaças de Portugal
1985/86, 1996/97, 1998/99, 2003/04
Hóquei
Liga dos Campeões Europeus: 2
1985/86; 1989/90
Taça CERS: 2
1993/94; 1995/96
Taça das Taças: 2
1981/82; 1982/83
Supertaça Europeia: 1
1985/86
Campeonato Nacional: 20
1982/83; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1988/89; 1989/90; 1990/91; 1998/99; 1999/00; 2001/02; 2002/03; 2003/04; 2004/05; 2005/06; 2006/07; 2007/08; 2008/09; 2009/10; 2010/11
Taça de Portugal: 13
1982/83; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1987/88; 1988/89; 1995/96; 1997/98; 1998/99; 2004/05; 2005/06; 2007/08; 2008/09
Supertaça Nacional: 17
1982/83; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1987/88; 1988/89; 1989/90; 1990/91; 1994/95; 1996/97; 1998/9; 2004/05; 2005/06; 2006/07; 2007/08; 2008/09
(Como não sou lampião (graças a Deus!) não editei os campeonatos distritais nem os torneios particulares conquistados pelo FC Porto)
Futebol
Taça Intercontinental: 2
(1987, 2004)
Liga dos Campeões: 2
(1986/87, 2003/04)[16]
Taça UEFA/ Liga Europa: 2
(2002/03,2010/11)[17]
Supertaça Europeia: 1
(1986/87)[18]
Campeonato Português: 25
(1934/35, 1938/39, 1939/40, 1955/56, 1958/59, 1977/78, 1978/79, 1984/85, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93, 1994/95, 1995/96, 1996/97, 1997/98, 1998/99, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2006/07, 2007/08, 2008/09, 2010/11)
Campeonato de Portugal:4
(1921/22, 1924/25, 1931/32, 1936/37)
Taça de Portugal: 16
(1955/56, 1957/58, 1967/68, 1976/77, 1983/84, 1987/88, 1990/91, 1993/94, 1997/98, 1999/00, 2000/01, 2002/03, 2005/06, 2008/09,2009/10 ,2010/11)
Supertaça de Portugal: 17
(1980/81, 1982/83, 1983/84, 1985/86, 1989/90, 1990/91, 1992/93, 1993/94, 1995/96, 1997/98, 1998/99, 2000/01, 2002/03, 2003/04, 2005/06, 2008/09, 2009/10)
Liga Intercalar: 1
(2008/09)
Andebol de 7
Campeonato Nacional: 16
1953/54; 1956/57; 1957/58; 1958/59; 1959/60; 1962/63; 1963/64; 1964/65; 1967/68; 1998/99; 2001/02; 2002/03; 2003/04; 2008/09; 2009/10; 2010/11
Taça de Portugal: 7
1975/76; 1976/77; 1978/79; 1979/80; 1993/94, 2005/06, 2006/07
Taça da Liga: 3
2003/04; 2004/05; 2007/08
Supertaça Nacional: 5
1994/95; 1999/00; 2000/01; 2002/03; 2009/10
Campeonato Nacional (Reservas): 2
1972/73; 1973/74
Basquetebol
6 Campeonatos Nacionais
1951/52, 1952/53, 1971/72, 1978/79, 1979/80, 1982/83
4 Campeonatos da Liga Profissional (competição que sucedeu ao Campeonato Nacional de Basquetebol, competição realizada entre 1995/96 e 2007/2008)
1995/96, 1996/97, 1998/99, 2003/04
1 Campeonatos da Liga Portuguesa de Basquetebol (competição que sucedeu ao Campeonato da Liga Profissional, competição realizada desde 2008)
2010/11
3 Campeonatos Nacionais da 2ª divisão
1947/48, 1949/50, 1996/97
1 Campeonato Nacional da 2ª divisão B
1995/96
12 Taças de Portugal
1978/79, 1985/86, 1986/87, 1987/88, 1990/91, 1996/97, 1998/99, 1999/00, 2003/04, 2005/06, 2006/07, 2009/10
5 Taças da Liga
1999/00, 2001/2002, 2003/04, 2007/08, 2009/10
4 Supertaças de Portugal
1985/86, 1996/97, 1998/99, 2003/04
Hóquei
Liga dos Campeões Europeus: 2
1985/86; 1989/90
Taça CERS: 2
1993/94; 1995/96
Taça das Taças: 2
1981/82; 1982/83
Supertaça Europeia: 1
1985/86
Campeonato Nacional: 20
1982/83; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1988/89; 1989/90; 1990/91; 1998/99; 1999/00; 2001/02; 2002/03; 2003/04; 2004/05; 2005/06; 2006/07; 2007/08; 2008/09; 2009/10; 2010/11
Taça de Portugal: 13
1982/83; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1987/88; 1988/89; 1995/96; 1997/98; 1998/99; 2004/05; 2005/06; 2007/08; 2008/09
Supertaça Nacional: 17
1982/83; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87; 1987/88; 1988/89; 1989/90; 1990/91; 1994/95; 1996/97; 1998/9; 2004/05; 2005/06; 2006/07; 2007/08; 2008/09
(Como não sou lampião (graças a Deus!) não editei os campeonatos distritais nem os torneios particulares conquistados pelo FC Porto)
02/06/11
Luís Filipe Vieira e as transparências de um presidente de um clube transparente - 2
Luis Filipe "Orelhas" Vieira, o penhorado
UM SILÊNCIO ENSURDECEDOR
"A Polícia Judiciária (PJ) queria prosseguir a investigação do designado caso Mantorras, em que eram visados o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e os empresários Jorge Manuel Mendes e Paulo Barbosa, mas o Ministério Público de Lisboa optou por arquivar o caso sem atender a uma proposta de quebra de sigilo bancário de duas contas sedeadas em paraísos fiscais. Em causa estava a averiguação da identidade dos verdadeiros beneficiários de cerca de 750 mil euros provenientes da venda, ao Alverca, de 50% do passe do futebolista que ainda eram propriedade da empresa de Jorge Manuel Mendes.
Esta foi uma das divergências implícitas entre a PJ e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do MP de Lisboa, liderado pela procuradora Maria José Morgado. Outra foi a circunstância de, no despacho final do processo, datado de 6 de Setembro, o MP apenas ter apreciado o eventual crime de participação económica em negócio enquanto a PJ catalogou a investigação em redor também do ilícito de peculato e eventual fraude fiscal. De acordo com informações recolhidas pelo JN, a PJ estava a averiguar todos os fluxos financeiros decorrentes dos direitos sobre o passe do jogador angolano - sobre o qual, recorde-se, houve a suspeita de que Vieira se teria apropriado de parte das verbas, por ter sido dono de 60% do passe e ter tido intervenção no negócio enquanto líder do Alverca e gestor do Benfica - e deparou-se com uma declaração falsa por parte de Jorge Manuel Mendes, que seria descoberta após o levantamento do sigilo bancário de uma conta das ilhas Caimão da "off-shore" "Almond". Por 50% do passe de Mantorras, este empresário recebeu 1,6 milhões de euros e desse dinheiro transferiu 750 mil euros para a referida Almond. De seguida, fez constar na contabilidade da PGD, a sua empresa portuguesa localizada em Coimbra, que essa verba seria para pagar a um empresário do Paraguai de nome Francisco Ocampo, com vista à aquisição de parte dos direitos de dois jogadores paraguaios. Acontece que, depois destas declarações de Mendes no processo, o sigilo bancário da conta da Almond nas ilhas Caimão foi levantado e a PJ descobriu que os titulares da conta eram o próprio empresário e a mulher e não qualquer emissário do Paraguai. Confrontado pela PJ com esta descoberta da investigação, Jorge Manuel Mendes remeteu-se ao silêncio. No mesmo procedimento de quebra de sigilo, os investigadores detectaram que os 750 mil euros foram desdobrados em duas tranches de 324 mil euros que seriam transferidas para contas de duas outras sociedades de paraísos fiscais a Minshall Management Inc. e a Hervey Management Ltd. As contas destas duas entidades estavam sedeadas em Caimão e na Zona Franca da Madeira. Razão pela qual a PJ sugeriu nova quebra de sigilo, a fim de conhecer os verdadeiros beneficiários do dinheiro e eventualmente confirmar se seriam Jorge Manuel Mendes e um sócio, que entretanto foi viver para o Brasil e nunca foi encontrado pela investigação. Só que o MP acabou por ignorar esta proposta e optou por arquivar o caso. Conforme o JN ontem noticiou, um dos principais argumentos foi o facto de não terem sido encontrados sinais de fluxos financeiros indiciadores de que Vieira possa ter ganho dinheiro ilicitamente com os negócios de Mantorras. Isto apesar de DIAP de Lisboa ter classificado como sem qualquer credibilidade a versão de Vieira no que toca à data de um contrato de cedência, ao Alverca, de 60% dos direitos sobre o passe de Mantorras de que era detentor em nome pessoal."
Nuno Miguel Maia, JN
Luis Filipe "Beirolas" Vieira, o caloteiro
A revista ‘Sábado’ avança com a notícia de que o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e o seu sócio e braço direito, Almerindo Duarte, terão sido alvos de buscas da Polícia Judiciária por serem suspeitos de participarem numa burla que prejudicou o Banco Português de Negócios (BPN) em 14 milhões de euros.
A mesma publicação informa ainda que “na manhã de 30 de Março deste ano, elementos da Polícia Judiciária e do Departamento Central de Investigação e Acção Penal fizeram-lhe [a Luís Filipe Vieira] buscas às suas duas casas (uma situada em Oeiras, outra em Corroios) e à sede do grupo Inland/Promovalor, que lhe pertence".
No âmbito da mesma investigação, que está a “ser coordenada pelo procurador Rosário Teixeira”, a residência de Almerindo Duarte, no Estoril, foi também alvo de buscas.
O inquérito em questão "partiu de uma queixa ao MP e investiga indícios de burla e falsificação de documentos, no âmbito de um empréstimo bancário destinado a adquirir acções da Sociedade Lusa de Negócios que pertenciam ao líder benfiquista".
UM SILÊNCIO ENSURDECEDOR
"A Polícia Judiciária (PJ) queria prosseguir a investigação do designado caso Mantorras, em que eram visados o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e os empresários Jorge Manuel Mendes e Paulo Barbosa, mas o Ministério Público de Lisboa optou por arquivar o caso sem atender a uma proposta de quebra de sigilo bancário de duas contas sedeadas em paraísos fiscais. Em causa estava a averiguação da identidade dos verdadeiros beneficiários de cerca de 750 mil euros provenientes da venda, ao Alverca, de 50% do passe do futebolista que ainda eram propriedade da empresa de Jorge Manuel Mendes.
Esta foi uma das divergências implícitas entre a PJ e o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) do MP de Lisboa, liderado pela procuradora Maria José Morgado. Outra foi a circunstância de, no despacho final do processo, datado de 6 de Setembro, o MP apenas ter apreciado o eventual crime de participação económica em negócio enquanto a PJ catalogou a investigação em redor também do ilícito de peculato e eventual fraude fiscal. De acordo com informações recolhidas pelo JN, a PJ estava a averiguar todos os fluxos financeiros decorrentes dos direitos sobre o passe do jogador angolano - sobre o qual, recorde-se, houve a suspeita de que Vieira se teria apropriado de parte das verbas, por ter sido dono de 60% do passe e ter tido intervenção no negócio enquanto líder do Alverca e gestor do Benfica - e deparou-se com uma declaração falsa por parte de Jorge Manuel Mendes, que seria descoberta após o levantamento do sigilo bancário de uma conta das ilhas Caimão da "off-shore" "Almond". Por 50% do passe de Mantorras, este empresário recebeu 1,6 milhões de euros e desse dinheiro transferiu 750 mil euros para a referida Almond. De seguida, fez constar na contabilidade da PGD, a sua empresa portuguesa localizada em Coimbra, que essa verba seria para pagar a um empresário do Paraguai de nome Francisco Ocampo, com vista à aquisição de parte dos direitos de dois jogadores paraguaios. Acontece que, depois destas declarações de Mendes no processo, o sigilo bancário da conta da Almond nas ilhas Caimão foi levantado e a PJ descobriu que os titulares da conta eram o próprio empresário e a mulher e não qualquer emissário do Paraguai. Confrontado pela PJ com esta descoberta da investigação, Jorge Manuel Mendes remeteu-se ao silêncio. No mesmo procedimento de quebra de sigilo, os investigadores detectaram que os 750 mil euros foram desdobrados em duas tranches de 324 mil euros que seriam transferidas para contas de duas outras sociedades de paraísos fiscais a Minshall Management Inc. e a Hervey Management Ltd. As contas destas duas entidades estavam sedeadas em Caimão e na Zona Franca da Madeira. Razão pela qual a PJ sugeriu nova quebra de sigilo, a fim de conhecer os verdadeiros beneficiários do dinheiro e eventualmente confirmar se seriam Jorge Manuel Mendes e um sócio, que entretanto foi viver para o Brasil e nunca foi encontrado pela investigação. Só que o MP acabou por ignorar esta proposta e optou por arquivar o caso. Conforme o JN ontem noticiou, um dos principais argumentos foi o facto de não terem sido encontrados sinais de fluxos financeiros indiciadores de que Vieira possa ter ganho dinheiro ilicitamente com os negócios de Mantorras. Isto apesar de DIAP de Lisboa ter classificado como sem qualquer credibilidade a versão de Vieira no que toca à data de um contrato de cedência, ao Alverca, de 60% dos direitos sobre o passe de Mantorras de que era detentor em nome pessoal."
Nuno Miguel Maia, JN
Luis Filipe "Beirolas" Vieira, o caloteiro
A revista ‘Sábado’ avança com a notícia de que o presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, e o seu sócio e braço direito, Almerindo Duarte, terão sido alvos de buscas da Polícia Judiciária por serem suspeitos de participarem numa burla que prejudicou o Banco Português de Negócios (BPN) em 14 milhões de euros.
A mesma publicação informa ainda que “na manhã de 30 de Março deste ano, elementos da Polícia Judiciária e do Departamento Central de Investigação e Acção Penal fizeram-lhe [a Luís Filipe Vieira] buscas às suas duas casas (uma situada em Oeiras, outra em Corroios) e à sede do grupo Inland/Promovalor, que lhe pertence".
No âmbito da mesma investigação, que está a “ser coordenada pelo procurador Rosário Teixeira”, a residência de Almerindo Duarte, no Estoril, foi também alvo de buscas.
O inquérito em questão "partiu de uma queixa ao MP e investiga indícios de burla e falsificação de documentos, no âmbito de um empréstimo bancário destinado a adquirir acções da Sociedade Lusa de Negócios que pertenciam ao líder benfiquista".
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