O "texto dos outros" de hoje é do benfiquista Carlos Daniel. Não estou de acordo em tudo o que diz mas aqui fica:
E o vencedor é...Vítor Pereira. Ganhou por ter a equipa mais consistente e
por nunca ter desistido, antes resistido até ao limite e quando tudo prenunciava
fracasso. E mais ainda por ter apostado na identidade da equipa como resposta à
saída de Hulk, o jogador mais determinante dos campeonatos anteriores. Com os
pseudorreforços que lhe deram em janeiro não dava para muito mais na Europa,
pelo que ganhou o mais importante que tinha ao alcance. E pela segunda vez, e
sem derrotas. Outros - Mourinho, Villas Boas - fizeram melhor, mas ele fez bem e
provou que é competente. Quantos o negaram e hoje mordem a língua?
Jorge Jesus é o maior derrotado, mesmo se a época esteve longe de ser má. Num
primeiro ano no clube até seria honroso e promissor o que conseguiu: lutar pelo
título até ao fim e chegar às finais da Liga Europa (mesmo desprezando a prova)
e da Taça de Portugal. Ao quarto ano é curto, e a derrota no campeonato, com a
meta à vista e repetindo os erros anteriores (má gestão do grupo e deficientes
definição e comunicação de objetivos), é pouco menos que inaceitável. Passado
este tempo, Jesus mantém todas as qualidades, e são muitas. O problema é que
mantém também os defeitos todos.
Curioso é o facto de o treinador que ganhou poder partir, sem que ninguém
exiba um só cartaz na bancada do Dragão a pedir "Vítor fica!", e o que perdeu
surja como o redentor indispensável aos olhos de um estádio que na hora da
derrota continua a gritar "Glorioso SLB", como se da orquestra do Titanic se
tratasse. Em grande parte, os clubes são os seus adeptos, e é a cultura de cada
um que aqui se espelha: habituados a grandes vitórias, os do FC Porto são
exigentes ao máximo e não se satisfazem em reinar internamente; os do Benfica
vivem os traumas de quando os campeonatos acabavam em dezembro e têm o grau de
exigência ao nível da indigência. Os do FC Porto consideram que ganham com
qualquer um como ganharam com Vítor Pereira. Os do Benfica consideram que só
Jorge Jesus lhes permite perder com tanta honra.
Não é só um problema de adeptos, que são diferentes construções de identidade
dos próprios clubes: o FC Porto quer sempre ser o melhor, acabar em primeiro, a
qualquer custo; o Benfica satisfaz-se em ser o "maior", em número de sócios, nas
audiências, nas receitas. Em Janeiro, o FC Porto contrata jogadores, e se não
melhora a equipa pelo menos demonstra ambição; já o Benfica dispensa jogadores e
não preenche as lacunas evidentes no plantel. Nos últimos anos, e sem tirar
mérito à boa gestão de Luís Filipe Vieira (que tem dado ao treinador um plantel
que permite lutar com o rival), há uma diferença que resume tudo e explica
muito: o negócio do FC Porto são as vitórias e as vitórias do Benfica são os
negócios.
In DN
22/05/13
21/05/13
Porque Vítor Pereira deve sair de qualquer maneira
Este texto é de António Norberto Queiroz, e foi escrito no Facebook antes do jogo de Paços de Ferreira:
Porque Vítor Pereira deve sair de qualquer maneira
Escrevo propositadamente antes do jogo decisivo em Paços de Ferreira já que quero deixar bem claro que a minha opinião nadea tem a ver com o resultado de hoje ou a vitória no Campeonato. Para mim Vítor Pereira deve mesmo sair aconteça o que acontecer basicamente porque o FC Porto precisa de um treinador melhor, capaz de aproveitar o material humano que tem à sua disposição e que consiga aumentrar o prestígio europeu do clube em vez de o desperdiçar com actuações fracas. Mas eis aqui as razões que me levam a fazer esta afirmaçãoL:
1 - Vítor Pereira tem uma concepção de futebol que está totalmente errada e que faz com que a equipa tenha um futebol de baixa qualidade e pouco eficaz. Para o treinador do Porto o jogo tem de ser feito devagar e a posse de bola é um objectivo em si mesmo e não um meio para chegar ao golo. Daí o ficar feliz quando a equipa tem 70 % de posse de bola mesmo que não tenha feito mais de 3 ou 4 remates à baliza adversária. A outra carcaterística dominante é a entreada sistemática, em diagonal, dos alas o que faz afunilar o jogo da equipa e fracilita, e de que maneira, o trabalho das defesas adversárias. Como os alas têm de se juntar ao meio, o ataque acaba por ter de viver demasiado do avanço dos laterais mas Alex Sandro nem sempre o pode fazer devido ás carcaterísticas dos alas contrários e Danilo regrediu em vez de progredir e é hoje um jogador que não vale metade do que o Porto pagou por ele. A lentidão de processos dos dragões faz com que os oponentes tenham sempre tempo de recuperar as posições sem que o Poreto consiga criar perigo.
2 - Péssima organização na defesa de bolas paradsas cruzadas. Tem sido uma constanhte, ainda que começada já por Jesualdo Ferreira, a defesa destas situações à zona mas com os jogadores do Porto muito mjunto à baliza. Esta forma de defender é demasiado vulnerável a cantos (poor ex.) marcados para a zona da marca de penalty com um contrário, bom cabeceador, a entrar de trás porque os defesas não têm espaço para embalarem além de, frequentemente, ficar um jogador mau no jogo aéreo a ter de defender um bom atacante. Exemplo claro foi o do golo mque ditou a eliminação frente ao Maiorca em que Jasmes apareceu a tert de se opôr a Roque Santa Cruz com o resultado que se sabe. Curiosamente, para o final da época, Jorge Jesus copiopu o sistema com o golo que ditou a perda da Liga Europa a ser sofrido da mesma maneira.
3 - Incapacidade de sair em contra-ataque - O Porto, ou por se encontrar a ganhar ou por opção táctica, erm muitas ocasiões defendeu muito atrás, com os alas a recuarem para junto dos laterais no sentido de ajudar estes. Com isso, os dragões têm de partir demasiado de trás e o contra-ataque nunca saiu. Apesar de dispor de jogadores talhados para contra-atacar perigosamente, por serem rápidos e de grande técnica, não sairam nunca os contras sobretudo na Europa onde fizeram muita falta. Curiosamente, Jorge Jesus fez o mesmo no Dragão e com os mesmos resultados como seria de esperar.
4 - Fraco aproveitamento das bolas paradas. Seja lá qual for o tipo de lance que se considere, a sensação é que faltou sempre trabalho de preparação essencial para se tirar proveito destas jogadas que são hoje muito importantes para qualquer equipa de topo. Até nas grandes penalidades o aproveitamento foi muito baixo
5 - Muito fraca intervenção nos jogos. Ainda que o essencial do trabalho dum treinador se concentre na preparação dos jogos, a sua intervenção durante os mesmos pode garantir pontos preciosos. Mas com Vítor Pereira, apesar da intervenção miraculosamente vitoriosa no Porto-Benfica, as suas mexidas são tardias e geralmente levam a piorar o futebol da equipa. Custou-me ver perder pontos com Sporting, Marítimo e Olhanense ou ser eliminado pelo Málaga, sem tentar jogar, sem tentar um "forcing" mesmo em desespero.
6 - Falta de alternativas tácticas - O Porto, com mais ou menos pressão, com os alas mais subidos ou menos, joga sempre da mesma maneira. E joga do primeiro ao último minuto. Falta mais imaginação e mais variabilidade táctica que obrigue os adversários a terem de se adaptar.
7 - Péssima gestão do plantel. Para Vítor Pereira há efectivos e suplentes. Desde que os pprimeiros estejam disponíveis jogfam esses, depois entram os suplentes principais e só depois os secundários. Não houve nunca competição entre os jogadores. Toda a gente sabe que o nº1 foi Helton que o quarteto defensivo foi formado com Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro, sendo que o 1º suplente é Maicon e o 2º Abdoulaye. Quiñones por exemplo fez um belo jogo quando não havia mais ninguém mas nunca mais foi chamado. No meio campo, quando havia uma falta era Defour que entrava fosse qual fosse a posição e Castro, apesar das boas exiubições sempre que entrou, apenas era chamado se não houvesswe mais ninguém. Na frente, apesar de alguns bons jogos de Atsu, Varela entrava sempre mesmo com exibições seguidas a rondar o péssimo e Liedson, por exemplo, nunca foi uma alternativa a Jackson mesmo para este descansar. Resumindo: não houve qualquer gestão do plantel e os jogadores foram-se acomodando. Para além dos suplentes não estarem preparados p+ara entrar quando era necessário, houve alguns efectivos (Danilo, Varela por ex) que se acomodaram e renderam muito pouco.
8 - Maus resultados - Para quem, como eu, quer um Porto que se afirma na Europa e que está para além da rivalidadezinha com o Benfica que tem de evoluir muito antes de estar à altura do Porto, os resultados de Vírtor Pereira são péssimos. Foi duas vezes cabeça de série nº1 na Liga dos Campeões e na primeira foi eliminado caindo para a Liga Europa onde perdeu de imediato e na segunda passou em 2º do Grupo para cair logo frente ao Málaga. Juntemos duas eliminações vergonhosas na Taça de Portugal, duas derrotas na Taça da Liga e duas vitórias sem brilho na Supertaça e teremos o perfil de Vítor Pereira.
9 - Baixas assistências. Como consequência do mau futebol e sobretudo de entrar em campo sempre a dormir, dandfo 45 minutos aos contrários, as assistências no Dragão foram as mais baixas de sempre. Na maioria dos encontros nem sequer uma plateia próxima dos detentores de lugar anual conseguiu reunir. Muita gente não vai ao estádio poara ver mau futebol e isso tem resultados negativos para a SAD.
10 - Desvalorização ddos activos (jogadores). Hoje, a esmagadora maioria dos futebolistas do FC Porto vale menos que há dois anos e até algo menos que há um ano. Isso obrigou a vender Hulk no defeso passado e vai provocar sérias dificuldades à SAD este ano já que ela necessita de fazer dinheiro com vendas. O caso mais extremo é o de Danilo que não vale hoje nem metade do que o clube pagou, mas há mais casos semelhantes. A excepção será porventura Mangala e a pergunta é até que ponto V.P. é responsável por isso.
Com tudo o que atrás fica escrito, só posso defender a saída de Vítor Pereira quer ganhe ou perca o campeonato. Penso que a estrutura do Porto é tão boa que qualquer treinador consegue ganhar. Mas quando tem um bom líder, o Porto impóe-se na Europa. É o que quero ver!
António Norberto Queiroz
Escrevo propositadamente antes do jogo decisivo em Paços de Ferreira já que quero deixar bem claro que a minha opinião nadea tem a ver com o resultado de hoje ou a vitória no Campeonato. Para mim Vítor Pereira deve mesmo sair aconteça o que acontecer basicamente porque o FC Porto precisa de um treinador melhor, capaz de aproveitar o material humano que tem à sua disposição e que consiga aumentrar o prestígio europeu do clube em vez de o desperdiçar com actuações fracas. Mas eis aqui as razões que me levam a fazer esta afirmaçãoL:
1 - Vítor Pereira tem uma concepção de futebol que está totalmente errada e que faz com que a equipa tenha um futebol de baixa qualidade e pouco eficaz. Para o treinador do Porto o jogo tem de ser feito devagar e a posse de bola é um objectivo em si mesmo e não um meio para chegar ao golo. Daí o ficar feliz quando a equipa tem 70 % de posse de bola mesmo que não tenha feito mais de 3 ou 4 remates à baliza adversária. A outra carcaterística dominante é a entreada sistemática, em diagonal, dos alas o que faz afunilar o jogo da equipa e fracilita, e de que maneira, o trabalho das defesas adversárias. Como os alas têm de se juntar ao meio, o ataque acaba por ter de viver demasiado do avanço dos laterais mas Alex Sandro nem sempre o pode fazer devido ás carcaterísticas dos alas contrários e Danilo regrediu em vez de progredir e é hoje um jogador que não vale metade do que o Porto pagou por ele. A lentidão de processos dos dragões faz com que os oponentes tenham sempre tempo de recuperar as posições sem que o Poreto consiga criar perigo.
2 - Péssima organização na defesa de bolas paradsas cruzadas. Tem sido uma constanhte, ainda que começada já por Jesualdo Ferreira, a defesa destas situações à zona mas com os jogadores do Porto muito mjunto à baliza. Esta forma de defender é demasiado vulnerável a cantos (poor ex.) marcados para a zona da marca de penalty com um contrário, bom cabeceador, a entrar de trás porque os defesas não têm espaço para embalarem além de, frequentemente, ficar um jogador mau no jogo aéreo a ter de defender um bom atacante. Exemplo claro foi o do golo mque ditou a eliminação frente ao Maiorca em que Jasmes apareceu a tert de se opôr a Roque Santa Cruz com o resultado que se sabe. Curiosamente, para o final da época, Jorge Jesus copiopu o sistema com o golo que ditou a perda da Liga Europa a ser sofrido da mesma maneira.
3 - Incapacidade de sair em contra-ataque - O Porto, ou por se encontrar a ganhar ou por opção táctica, erm muitas ocasiões defendeu muito atrás, com os alas a recuarem para junto dos laterais no sentido de ajudar estes. Com isso, os dragões têm de partir demasiado de trás e o contra-ataque nunca saiu. Apesar de dispor de jogadores talhados para contra-atacar perigosamente, por serem rápidos e de grande técnica, não sairam nunca os contras sobretudo na Europa onde fizeram muita falta. Curiosamente, Jorge Jesus fez o mesmo no Dragão e com os mesmos resultados como seria de esperar.
4 - Fraco aproveitamento das bolas paradas. Seja lá qual for o tipo de lance que se considere, a sensação é que faltou sempre trabalho de preparação essencial para se tirar proveito destas jogadas que são hoje muito importantes para qualquer equipa de topo. Até nas grandes penalidades o aproveitamento foi muito baixo
5 - Muito fraca intervenção nos jogos. Ainda que o essencial do trabalho dum treinador se concentre na preparação dos jogos, a sua intervenção durante os mesmos pode garantir pontos preciosos. Mas com Vítor Pereira, apesar da intervenção miraculosamente vitoriosa no Porto-Benfica, as suas mexidas são tardias e geralmente levam a piorar o futebol da equipa. Custou-me ver perder pontos com Sporting, Marítimo e Olhanense ou ser eliminado pelo Málaga, sem tentar jogar, sem tentar um "forcing" mesmo em desespero.
6 - Falta de alternativas tácticas - O Porto, com mais ou menos pressão, com os alas mais subidos ou menos, joga sempre da mesma maneira. E joga do primeiro ao último minuto. Falta mais imaginação e mais variabilidade táctica que obrigue os adversários a terem de se adaptar.
7 - Péssima gestão do plantel. Para Vítor Pereira há efectivos e suplentes. Desde que os pprimeiros estejam disponíveis jogfam esses, depois entram os suplentes principais e só depois os secundários. Não houve nunca competição entre os jogadores. Toda a gente sabe que o nº1 foi Helton que o quarteto defensivo foi formado com Danilo, Otamendi, Mangala e Alex Sandro, sendo que o 1º suplente é Maicon e o 2º Abdoulaye. Quiñones por exemplo fez um belo jogo quando não havia mais ninguém mas nunca mais foi chamado. No meio campo, quando havia uma falta era Defour que entrava fosse qual fosse a posição e Castro, apesar das boas exiubições sempre que entrou, apenas era chamado se não houvesswe mais ninguém. Na frente, apesar de alguns bons jogos de Atsu, Varela entrava sempre mesmo com exibições seguidas a rondar o péssimo e Liedson, por exemplo, nunca foi uma alternativa a Jackson mesmo para este descansar. Resumindo: não houve qualquer gestão do plantel e os jogadores foram-se acomodando. Para além dos suplentes não estarem preparados p+ara entrar quando era necessário, houve alguns efectivos (Danilo, Varela por ex) que se acomodaram e renderam muito pouco.
8 - Maus resultados - Para quem, como eu, quer um Porto que se afirma na Europa e que está para além da rivalidadezinha com o Benfica que tem de evoluir muito antes de estar à altura do Porto, os resultados de Vírtor Pereira são péssimos. Foi duas vezes cabeça de série nº1 na Liga dos Campeões e na primeira foi eliminado caindo para a Liga Europa onde perdeu de imediato e na segunda passou em 2º do Grupo para cair logo frente ao Málaga. Juntemos duas eliminações vergonhosas na Taça de Portugal, duas derrotas na Taça da Liga e duas vitórias sem brilho na Supertaça e teremos o perfil de Vítor Pereira.
9 - Baixas assistências. Como consequência do mau futebol e sobretudo de entrar em campo sempre a dormir, dandfo 45 minutos aos contrários, as assistências no Dragão foram as mais baixas de sempre. Na maioria dos encontros nem sequer uma plateia próxima dos detentores de lugar anual conseguiu reunir. Muita gente não vai ao estádio poara ver mau futebol e isso tem resultados negativos para a SAD.
10 - Desvalorização ddos activos (jogadores). Hoje, a esmagadora maioria dos futebolistas do FC Porto vale menos que há dois anos e até algo menos que há um ano. Isso obrigou a vender Hulk no defeso passado e vai provocar sérias dificuldades à SAD este ano já que ela necessita de fazer dinheiro com vendas. O caso mais extremo é o de Danilo que não vale hoje nem metade do que o clube pagou, mas há mais casos semelhantes. A excepção será porventura Mangala e a pergunta é até que ponto V.P. é responsável por isso.
Com tudo o que atrás fica escrito, só posso defender a saída de Vítor Pereira quer ganhe ou perca o campeonato. Penso que a estrutura do Porto é tão boa que qualquer treinador consegue ganhar. Mas quando tem um bom líder, o Porto impóe-se na Europa. É o que quero ver!
António Norberto Queiroz
Como se esperava depois do "menino" ter marcado um mágnifico golo no Dragão aos 92 minutos, o FC Porto lá venceu mais uma vez o campeonato. Perdão, o Tri-Campeonato. Esta vida de Dragão só dá Campeão...Não é por acaso que nos últimos noventa (90!) jogos para o campeonato apenas perdemos uma vez num roubo de capela cometido pelo mafioso Bruno Paixão. É obra! E o treinador esteve em todos eles, primeiro como adjunto e depois como treinador principal. Merece, portanto, os nossos aplausos.
O problema são as taças onde ele inventa em demasia. Vence supertaças como vence campeonatos, mas não chega. Queremos mais. Queremos, por exemplo, sonhar conquistar a Liga dos Campeões no nosso salão de festas e com Vitor Pereira será missão impossivel.
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Vitor Pereira
20/05/13
19/05/13
EU ACREDITO EM TRI PORTO!
Não será fácil. O Paços de Ferreira está a fazer uma boa época e as motivações são imensas para os seus jogadores neste jogo. Anda muito dinheiro no ar...para além disso foram buscar a outra capela um árbitro de Lisboa para apitar o encontro. Mas depois das conquistas no Andebol e Hóquei em patins, acredito que o futebol do FC Porto também vai ter um fim de semana de sonho. Contra tudo e contra todos, como já estamos habituados.
17/05/13
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