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11/07/13

Burro de Carvalho e a guerra que está perdida à nascença

Há uns anos atrás vi um filme sobre um tipo que tinha o sonho de chegar longe na politica mas nunca tinha conseguido ganhar grandes apoios até ao dia em que encontrou uns 'amigos' muito especiais. Com esses 'amigos', o José (peço desculpa mas não me lembro do verdadeiro nome dele) aprendeu a ser politico, a encontrar-se apenas com quem o podia ajudar, começou a vencer eleições, a ser conhecido e chegou ao poder.

Chegou também a altura dos 'amigos' cobrarem por todos os serviços prestados. E o José pagava, e pagava cada vez mais favores politicos. 

Não tinha amigos verdadeiros já que, pelo caminho, tinha sido obrigado a ver-se livre deles. Estava só, chantageado e resolveu revoltar-se contra quem o tinha levado ao poder. Novo erro. Se a ascenção durou alguns anos a queda durou poucas semanas. No final suicidou-se.

Não estou a tentar dizer que Burro de Carvalho se vai suicidar mas vai acabar mal. Entrou no futebol português de paraquedas e nem foi ele que saltou, foi empurrado. Não admira, portanto, que, para começar a pagar o apoio de quem o empurrou tenha imediatamente cortado relações com o FC Porto assim que chegou ao poder. Se o destino dos portistas é vencer, o do Burro de Carvalho éra começar uma guerra com o melhor clube português que está perdida à nascença.

Presidente de um clube na  falência e que nos últimos anos foi obrigado a vender todo o património que possuia para poder pagar aos bancos sem que a divida tivesse diminuido, Burro de Carvalho não devia ser tão arrogante nem entrar em guerra com quem sempre respeitou o Sporting, mesmo quando ficou provado que os seus dirigentes tinham ficheiros secretos de arbitros e familiares e compravam os que não se deixavam intimidar fazendo chantagem depois de depositarem alguns milhares de euros nas suas contas pessoais.

Errou. Não soube escolher os bons amigos, agora terá de assumir as responsabilidades.

08/07/13

Ghilas assina por quatro épocas


Nabil Ghilas já é jogador do FC Porto. O argelino assinou esta segunda-feira até Junho de 2017, num contrato que prevê uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros. Em exclusivo para o Porto Canal e para o www.fcporto.pt, Ghilas prestou as primeiras declarações como jogador do clube tricampeão nacional.

O avançado de 23 anos, ex-Moreirense e Cassis Carnoux (França), confessou que está muito contente por este novo passo na carreira. “É um clube muito grande, a maior equipa em Portugal e um dos grandes da Europa. Foi o clube de que mais gostei quando cheguei aqui a Portugal”, declarou. “Os meus objectivos passam por trabalhar muito e jogar o mais possível. Venho para aprender e espero ser campeão este ano”, rematou o reforço.

Em relação ao seu novo clube, Ghilas demonstrou faro para golo: “Sei que o FC Porto tem muitos adeptos e que é o clube do coração de muitos. Estou muito feliz por estar aqui”, completou o argelino.

www.fcporto.pt

07/07/13

Presidente, o que é demais é exagero

Ainda não percebi se Pinto da Costa fala de Jorge Jesus para gozar com os lamps e os obrigar a pagar-lhe os milhões que ele  recebe ou se tem mesmo uma admiração cega pelo burro. Mas chateia ouvir sempre o mesmo porque está a dar valor a quem não merece.

Para além de não saber falar português (talvez aprenda alguma coisa de sérvio nos próximos tempos mas tenho muitas duvidas), o burro também é fraco treinador. Que adianta espremer as equipas na primeira volta se depois acabam a época de rastos? E já ofendeu o FC Porto em varias ocasiões. Enfim, no Dragão só o queremos de joelhos...é verdade que estraga a relva mas como a mudamos todas as épocas não é grave.

05/07/13

Estou indeciso

Gostaria de sofrer menos esta época mas este jogo foi inesquecivel e não me importava de o viver novamente só para ter o prazer de os ver de joelhos outra vez.

03/07/13

A co-propriedade dos passes de jogadores: uma ferramenta transparente para o sucesso desportivo

O professor António Samagaio escreveu um texto de opinião neste jornal sobre o que chama "face menos transparente do negócio", relativo à partilha de direitos económicos de jogadores e em que, a par de algumas interrogações, lança uma série de insinuações sobre o FC Porto e a SAD do FC Porto. Com estas linhas não pretendo polemizar, mas sim esclarecer o autor e os leitores.
Não há em Portugal, e, sem grande risco de errar, atrevo-me mesmo a acrescentar, em toda a Europa, clube ou sociedade anónima de futebol que preste tanta e tão pormenorizada informação ao mercado e ao público como o FC Porto. Isso não tem, no entanto, impedido jornalistas, analistas e outros de ditarem sentenças sem nexo e sem verdade.
O professor António Samagaio parte de premissas erradas para chegar, naturalmente, a conclusões erradas, e demonstra um profundo desconhecimento do negócio futebol. Afirma não ser plausível que as motivações do FC Porto para a cedência parcial de direitos económicos de jogadores sejam a redução do custo e risco de investimento ou a existência de dificuldades de tesouraria. Caro professor, a verdade é que não há outras motivações a não ser precisamente a redução do custo e risco de investimento e as dificuldades pontuais de tesouraria.
Como é sabido, há bancos que cortaram o financiamento a sectores de actividade como a construção civil, as associações religiosas ou os clubes de futebol. Apesar de o FC Porto ter um histórico perfeito de cumpridor, também está a ser afectado pela dificuldade de acesso a crédito que assegure capacidade de investimento, tanto mais que a indústria do futebol exige uma enorme capacidade de capital. Infelizmente, já não é possível recorrer ao financiamento bancário para suprir todas as necessidades financeiras para o desenvolvimento da actividade e a associação de participação económica com investidores é a alternativa para mantermos um modelo que nos tem assegurado um apreciável sucesso desportivo, sem nunca ter posto em causa a sobrevivência económica - só para reforçar esta ideia, gostaria de lembrar que o FC Porto é o clube europeu com mais troféus conquistados no séc. XXI e apenas é batido pelo FC Barcelona e pelo Milan no total de troféus internacionais neste mesmo século.
Às vezes mais vale não ver fantasmas onde eles não existem e, pelo menos no caso do FC Porto, a transparência e o detalhe com que informamos o mercado deveriam ajudar o professor António Samagaio a tirar outras conclusões.
O FC Porto informa o mercado das associações de participação económica quando elas estão formalmente constituídas, como está legalmente obrigado. É claro que essas associações foram estabelecidas aquando da efectivação da aquisição do passe de um atleta. Pegando, por exemplo, no caso de João Moutinho: o FC Porto acordou com o MamersBV/Soccer Invest Fund a cedência de 37,5% do passe do atleta aquando do acordo para a transferência do Sporting para o FC Porto, tendo-o comunicado ao mercado quando todas as formalidades relacionadas com o negócio estavam concluídas. E por que o fez? Porque só desta forma conseguiu reunir os fundos necessários para garantir um jogador que, do nosso ponto de vista, nos garantia sucesso desportivo e eventualmente algum retorno financeiro. É claro que se tivéssemos os fundos do Manchester United ou do Real Madrid, clubes de dimensão global, com estrutura de receitas baseada em direitos televisivos e comerciais, não precisaríamos dos investidores para nada...
Importa também esclarecer que nestas associações de participação económica não há qualquer menos-valia para o FC Porto. Quando o FC Porto comunica uma determinada aquisição, inclui o valor do passe e os outros encargos associados, como são direitos de imagem do atleta, prémios de fidelidade ou comissões de intermediação. Se à terceira parte é razoável, como fazemos, repercutir os custos das comissões, já não o são os direitos de imagem, que revertem totalmente para o FC Porto, ou os prémios de fidelidade.
Conseguiram estes investidores elevadas rendibilidades com as transferências de João Moutinho e James Rodríguez? Conseguiram, sim senhor, o que muito nos orgulha, porque só ilustra como normalmente é bom para qualquer investidor partilhar custo e risco com o FC Porto, mas convém esclarecer que as contas do professor António Samagaio estão hipervalorizadas, porque esquecem os custos de capital, os custos de estrutura e os impostos sobre os rendimentos financeiros (entre os 15 e os 25 por cento).
De repente, parece que se tornou moda diabolizar a partilha de direitos económicos, servindo desta forma os interesses dos clubes das ligas financeiramente mais fortes. A verdade é que no FC Porto temos conseguido com recursos imensamente mais parcos ter mais sucesso desportivo do que todos os clubes franceses ou ingleses e iremos continuar a lutar pela defesa de todas as formas de financiamento que nos permitam ser competitivos e acrescentar valor aos accionistas da sociedade, como temos sido mesmo no plano internacional.
É verdade que este modelo de associação de participação económica pode e deve ser melhorado, mas só agora começa a haver massa crítica e experiência para melhorar a que tem sido uma ferramenta essencial à competitividade dos clubes portugueses.
Os investidores têm ganho dinheiro connosco? Têm e esperemos que assim continue a ser, porque a marca FC Porto é uma garantia importante de bom investimento, mas convém não esquecer que a partilha de custos e risco nem sempre corre bem, como se vê actualmente noutros clubes portugueses e não só.
Nota Caro professor António Samagaio, a aquisição de James Rodríguez foi considerada investimento a 30 de Junho de 2010, porque foi nesse dia que efectivamente foram assinados os contratos, em Buenos Aires, na Argentina. Foi comunicada à CMVM a 6 de Julho porque foi nesse dia que nos chegou ao Porto toda a documentação relativa à transferência e foi nesse dia que o atleta realizou, no Porto, os exames médicos que validaram a transferência. E é na posse de toda a documentação que o mercado deve ser informado, sem risco de qualquer volte-face em que às vezes o futebol é pródigo, e não só dentro do campo. Mais transparência é impossível.

Angelino Ferreira, Administrador da FC Porto, Futebol SAD

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