A época começa bem...
Depois da escolha seguida de mais um roubo glorioso de Bruno Paixão para a Supertaça, da escolha de João Ferreira, o militar preferido de Luís Filipe Vieira, para Braga, das mentiras sobre o ordenado de Pinto da Costa, ditas pelos anormais Saldanha Sanches e Rui Santos, agora isto? E depois ainda há quem se admire quando Pinto da Costa diz que os títulos em Portugal são ganhos, sempre, contra tudo e contra todos.
Um representante da Associação Sindical da Polícia Judiciária (PJ) considera que o dossier Apito Encarnado é falso, embora diga que o timbre da PJ é verdadeiro. E sublinha ainda que há duas partes no documento que provam o que diz: Uma tem a ver com "actos processuais da PJ relacionados com processos de investigação da Moderna e das Finanças", enquanto a outra, com reuniões de dirigentes desportivos, empresários e jantares onde se combinam resultados porque "só quem está ou esteve relacionado poderá saber se é verdade". E aqui a porca torce o rabo porque se a ASPJ não conhece os autores como pode saber se eles ou um deles "está ou esteve relacionado"?
Também é falso porque é...anónimo. "Em qualquer documento autêntico estão identificados os seus autores, o que cobardemente neste dossier não é feito".
Mas se o documento tem duas partes, que, segundo o representante da ASPJ, são falsas, isso quer dizer que todas as outras são verdadeiras. E não são poucas. Para além disso, os autores do dossiê Apito Encarnado estão prontos a fornecer provas como fizeram questão de escrever: "Possuímos gravações de imagem e som, bem como documentação que comprova o aqui exposto e estaremos disponíveis para as ceder, desde que vejamos que o sentido a dar a estes casos seja o sentido da verdade e da justiça". Por isso a prgunta? Será que o representante da ASPJ não está interessado na investigação nem mesmo em saber de que provas se trata? É que eu estou...E muito.
Pois eu também...
ResponderEliminarAh e já agora se os autores são mesmo da Judite então deverão saber que a recolha de imagens, sons e outros meios de prova afins, sem a autorização de um JIC, são boas para limpar o...
E relativamente ao timbre também arranjo vários verdadeiros...
Sim senhores!Eu estou admirado com os profundos conhecimentos que estes cabrões dos lampeões e gusanos teem das leis da republica!Sinceramente,depois de tudo o que se escreveu e disse veem estes mentcaptos darem lições de jurisprudencia!Emfim,haja pachorra:leixões 1 glorigoso1!Investiga Morgado,que o campeonato começa inquinado!
ResponderEliminarEscama Dragões
ResponderEliminar8 - E porque não foi a notificação efectuada antes do jogo da Supertaça Cândido de Oliveira, que teve lugar a 11 de Agosto?
Se o castigo fosse antes da super taça aqui del rei que o que queriam era que o SCP ganhasse a super taça e que estavam a ser prejudicados, roubados etc etc enfim a ladainha do costume que já ninguém liga porque está estafada e cheia de nódoas de fruta e outras coisas do género.
O FCP não precisa desta argumentação para ganhar pois é um grande clube e uma grande equipa!!!
esta conversa é para mandar areia para os sócios e simpatizantes e assim camuflar outras coisas.
Saudações Leoninas
Ó Escama Dragões
ResponderEliminarO F.C.Porto, eventualmente preferiria que o castigo fosse cumprido com o sportem, porque já sabia desta paixão, bem descrita pelo Jorge Maia.
”Paixões
Bruno Paixão errou e prejudicou o FC Porto no jogo da Supertaça. Não viu a bola ser desviada pelo braço de Tonel na área do Sporting, deixando passar em claro uma grande penalidade que poderia ter colocado o campeão nacional em vantagem no marcador. Pior do que isso, até porque o lance da grande penalidade foi suficientemente rápido para lhe valer o benefício da dúvida, resolveu parar o jogo para permitir a assistência a Derlei com uma precisão quase cirúrgica, senão vejam: não parou o jogo quando o jogador se magoou num choque com o companheiro Romagnoli durante um ataque do Sporting; não parou o jogo enquanto a bola esteve na posse de Liedson que nunca mostrou vontade de a colocar fora de campo para o companheiro ser assistido; nem sequer parou o jogo quando o FC Porto lançou o contra-ataque, mas Adriano estava em desvantagem entre Polga e Abel. Parou-o apenas quando Adriano ficou em vantagem no lance e em situação privilegiada para alvejar a baliza de Stojkovic. Um decisão incompreensível e a destempo com prejuízo claro para os portistas. Mas não foi por causa do árbitro que o FC Porto perdeu o jogo. A verdade é que apesar das duas bolas desviadas nos postes da baliza do Sporting, o campeão nacional se satisfez durante demasiado tempo em manter o adversário controlado. Com Raul Meireles colado a João Moutinho e Lisandro amarrado a Miguel Veloso, o FC Porto manteve o lonsago de Paulo Bento controlado, mas perdeu iniciativa ofensiva, deixando Quaresma e Adriano entregues à sua sorte entre os defesas sportinguistas e limitando-se a reagir às incidências do jogo, sem nunca ser capaz de o definir. Uma postura a rever. Com urgência..”
Jorge Maia no OJOGO:
Claro que isto é tudo gente de bem.
Fica bem