Sempre que Pinto da Costa foi absolvido (e foi sempre, em todos os tribunais de norte a sul do país e mesmo em Lausanne, Suiça!), as desculpas dos fundamentalistas do clube mafioso foram sempre as mesmas: a justiça em Portugal não funciona. Sobre o TAS nem uma palavra.
No entanto, os fundamentalistas não deixam de ter razão até porque sabem o que se passa na casa deles. O actual presidente do Benfica já foi condenado por roubo mas desde que tomou o poder do clube do regime a justiça começou a fechar os olhos e nunca mais foi justa com esse mafioso.
Agora rouba à vontade e enriquece todos os dias porque sabe que não sentará o cú num tribunal enquanto não largar o poder. No dia em que isso acontecer será condenado outra vez como foi Vale e Azevedo e outros anteriores dirigentes do Benfica.
Porque provas contra ele não faltam. No caso Mantorras, por exemplo, a investigação da PJ estava numa fase bastante adiantada quando o MP de Lisboa parou com a...investigação.
Enfim, bastava a Mizé Tung ter gasto um por cento do que gastou com Pinto da Costa para que Luís Filipe Vieira fosse condenado por crimes fiscais e comissões paralelas nas transferências de jogadores entre o Benfica e o At. Madrid e Malaga. Mas tudo bem, o presidente cadastrado não vai ficar para sempre no clube mafioso e quando sair vai ter a mesma sorte que estes artistas:
João Pinto, Duque e Veiga condenados por fraude fiscal
O Tribunal Criminal de Lisboa condenou o antigo jogador João Vieira Pinto, o
empresário José Veiga, o administrador da Sporting SAD Luís Duque e o antigo
dirigente do clube Rui Meireles pela autoria de um crime de fraude fiscal. Os
arguidos foram sentenciados com pena suspensa e condenados ao pagamento de uma
multa de 169.629 euros.
José Veiga, avança a Lusa, foi ainda condenado
pela 6.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa a um crime de branqueamento de
capitais. Os restantes arguidos foram absolvidos desse crime.
O antigo
empresário foi quem recebeu a sentença mais pesada: foi condenado a dois anos e
dois meses de prisão pelo crime de fraude fiscal e a três anos e nove meses pelo
branqueamento de capitais. O tribunal declarou pena única suspensa por quatro
anos e meio, além de uma multa de 169.629 euros, a liquidar em quatro
prestações.
João Pinto teve a pena mais
leve, tendo-lhe sido aplicado um ano de prisão por crime de fraude fiscal,
suspensa por igual período.
Luís Duque e Rui Meireles, antigo responsável
pelo departamento financeiro do Sporting, foram condenados a dois anos de prisão
por evasão fiscal, com suspensão por quatro anos e três meses.
O tribunal
considerou provado que os quatro arguidos «desoneraram-se da responsabilidade»
de pagamento de impostos no prémio de assinatura de contrato de 4,2 milhões de
euros pago pelo Sporting a João Vieira Pinto, no verão de 2000. Esse valor foi
pago ao jogador através da empresa Goodstone.
«Todos os
arguidos sabiam e queriam omitir o pagamento ao Estado de impostos com o prémio
de assinatura de João Vieira Pinto, pago de comum acordo através da empresa
Goodstone», referiu a presidente do coletivo de juízes, Helena Susano,
sublinhando que houve «dolo específico» e que os quatro arguidos causaram «um
dano patrimonial ao Estado».
Luís Duque foi o único dos quatro arguidos
presente na leitura da sentença. João Vieira Pinto, atual diretor da Federação
Portuguesa de Futebol com a responsabilidade da seleção, pediu dispensa por se
encontrar em estágio com a equipa nacional, que defronta nesta terça-feira o
Azerbaijão na corrida ao Mundial 2014. Rui Meireles está em Angola, onde exerce
a sua atividade profissional, e José Veiga comprovou a realização de uma viagem
ao estrangeiro.
Mais Futebol
Sobre a condenação dos artistas dá para rir e chorar.
ResponderEliminarRir porque é sempre bom ver os mafiosos serem condenados e chorar porque eles se ficam a...rir.
São condenados mas não vão para a prisão nem serão obrigados a pagar os 4 milhões que roubaram ao estado...que rica pena sim senhor!
Já agora, neste momento João Pinto é pago com dinheiros publicos...roubou o estado e o estado continua a pagar-lhe!
ResponderEliminarQuanto a Luis Duque, foi adjunto do Secretário Estado da Justiça no VIII Governo; entre 1983 e 1989, Adjunto do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa entre 1990 e 1993, Administrador da Sociedade de Renovação Urbana do Campo Pequeno; entre 1997 e 1999 e deputado à Assembleia República na IX Legislatura; e desde 2003 e até à presente data é Vereador da Câmara Municipal de Sintra.
Espero que ambos tenham a dignidade de pedirem a demissão dos cargos que ocupam actualmente que nunca mais arranjem nenhum tacho estatal!
Olha se fosse alguem do FCP...
ResponderEliminarQuem é o Jovem Roberto que actua na Suiça e a quem ouvi grandes referencias hoje num programa desportivo?
E se for Bom toca de avisar o Departamento de scouting do Fcp por mail, utilizando o mais conhecido geral@portosad.pt
Eles vão recorrer...
ResponderEliminarSim, parece que sim.
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