Pelo menos nos próximos dias, o treinador do FC Porto está livre da maré de elogios de que ainda na semana passada se mostrou desconfiado. Mas o estado de graça é, provavelmente, o que menos incomoda Vítor Pereira, tal como ele próprio não tem de ser o protagonista automático das duas primeiras nódoas no currículo portista desta época. Tanto no holocausto algo surrealista da Taça como em Paris, a prioridade é a constatação, para lá de qualquer dúvida razoável, de que a equipa não chega. Em particular, Kléber não atinge os requisitos mínimos. O FC Porto agoniza por um segundo avançado que acoberte algum azar de Jackson Martinez e, ao mesmo tempo, complemente, com novas habilidades, o atual painel de atacantes para que as alternativas de banco não sejam apenas a previsível e repetitiva troca de jogadores da mesma posição.
José Manuel Ribeiro
Sempre acreditei que Kléber podia ser um bom avançado. Tem caracteristicas mais que suficientes para isso acontecer mas nunca mais dá o "salto" e o FC Porto não pode esperar mais tempo. Vender? Emprestar? Preferia o empréstimo no próximo mercato a um clube estrangeiro que pudesse pagar o seu salário na integralidade.
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