Seja bem-vindo. Hoje é

31/12/04

Um



para todo o



azul (e branco)!!

30/12/04

Feliz 2005!



28/12/04

O Papa títulos completa hoje 67 anos de idade

Parabéns Presidente!
O império azul
Em dia de aniversário de Pinto da Costa, O JOGO fez as contas aos títulos conquistados em 22 anos de presidência, que dão eles próprios outros dois recordes ao presidente do FC Porto: o de longevidade e o do número de troféus

- 184 títulos em 22 anos de presidência, contando só o futebol e as modalidades de referência. Oito por ano e mais de um por cada dois meses

- Entre o futebol e o hóquei em patins já conquistou 13 troféus internacionais

- Na história do futebol português, não encontra concorrência possível. Borges Coutinho, presidente do Benfica, ficou-se pelos nove, e António José Ribeiro Ferreira, do Sporting, juntou oito

- Antes de chegada à presidência do FC Porto, o hóquei em patins ainda não tinha ganho qualquer título. Já vai em 41
Mais do mesmo no jornal O Jogo)

E ainda todos os títulos do FC Porto nas várias modalidades

23/12/04

Virar o ano em 1º

O FCP, com naturalidade, acaba por virar o ano em 1º lugar... já o faria de qualquer forma, no entanto, após o empate de ontem na Madeira, acaba por se isolar.

Curiosamente, graças a este resultado, os clubes da 2ª circular trocam de posições na tabela.

O FCP podia facilmente ter chegado à vitória, não fossem as ultimamente habituais facilidades concedidas aos adversários... lá na frente falham-se golos feitos, e atrás acabam por "oferecer" golos (enormíssima falha do Baía) que a nós ninguém "oferece".

Um jogo marcado por 2 más decisões do árbitro assistente na 1ª parte, 1º ao interromper um lance de ataque do FCP em que o McCarthy estava já com a bola dominada e completamente isolado perante o GR do Marítimo (curiosamente, ou talvez não, a SportTv mostrou somente uma repteição do lance, e parou a imagem quando a bola já ia a meio caminho e nessa altura já o McCarthy estava à frente dos defensores... os comentadores dessa vez não comentaram...), para mais tarde deixar passar um fora-de-jogo que acabou por dar o golo do empate do FCP (num 1º momento dá a ideia que o Bosingwa havia cabeceado para trás, no entanto não foi isso que sucedeu).

De resto, um jogo totalmente dominado... e em que haver um vencedor só podia (e devia) ser o FCP, que foi quem mais buscou a vitória, quem nunca se contentou com o empate até ao último minuto da partida.

Para o ano há mais...

16/12/04

Magia do FC Porto não foi esquecida na escolha dos nomeados para a equipa ideal da UEFA de 2004

Já que foram nomeados os jogadores do FC Porto, Vitor Baía, Maniche e Seitaridis e ainda os ex. Drgões Ricardo Carvalho, Jorge Andrade, Paulo Ferreira, Deco e José Mourinho. Só faltam os árbitros mas é compreensivel pois esta eleição não é feita pelos jornais da segunda circular. De notar que embora Portugal seja o país com mais nomeados, não foram contemplados os três heróis nacionais, o penteado do Simão Sabrosa, a capoeira do Ricardo e o soldadinho de chumbo do Scolari.

Nomeados:
Guarda-redes:
Vítor Baía (F.C. Porto/Portugal)
Nikopolidis (Olympiakos/Grécia)
Buffon (Juventus/Itália)
Petr Cech (Chelsea/Rep. Checa)
Iker Casillas (Real Madrid/Espanha)

Defesa Direito
Seitaridis (F.C. Porto/Grécia)
Paulo Ferreira (Chelsea/Portugal)
William Gallas (Chelsea/França)
Cafu (Milan/Brasil)
Miguel (Benfica/Portugal)

Defesa Central
Ricardo Carvalho (Chelsea/Portugal)
Jorge Andrade (Deportivo/Portugal)
Paolo Maldini (Milan/Itália)
Nesta (Milan/Itália)
Jaap Stam (Milan/Holanda)
Puyol (Barcelona/Espanha)
Sol Campbell (Arsenal/Inglaterra)
John Terry (Chelsea/Inglaterra)
Traianos Dellas (Roma/Grécia)
Roberto Ayala (Valência/Argentina)

Defesa Esquerdo
Patrice Evra (Mónaco/França)
Gianluca Zambrotta (Juventus/Itália)
Fyssas (Benfica/Grécia)
Philipp Lahm (Estugarda/Alemanha)
Ashley Cole (Arsenal/Inglaterra)

Médio Direito
Clarence Seedorf (Milan/Holanda)
Fredrik Ljungberg (Arsenal/Suécia)
Figo (Real Madrid/Portugal)
Cristiano Ronaldo (Manchester United/Portugal)
Ludovic Giuly (Barcelona/França)

Médio Centro
Maniche (F.C. Porto/Portugal)
Steven Gerrard (Liverpool/Inglaterra)
Ruben Baraja (Valência/Espanha)
Patrick Vieira (Arsenal/França)
Theo Zagorakis (Bolonha/Grécia)

Médio Ofensivo
Deco (Barcelona/Portugal)
Johan Micoud (Werder Bremen/França)
Kaká (Milan/Brasil)
Ronaldinho (Barcelona/Brasil)
Frank Lampard (Chelsea/Inglaterra)

Médio Esquerdo
Robert Pires (Arsenal/França)
Arjen Robben (Chelsea/Holanda)
Jerome Rothen (PSG/França)
Pavel Nedved (Juventus/Rep. Checa)
Vicente (Valência/Espanha)

Avançado
Adriano (Inter/Brasil)
Ibrahimovic (Juventus/Suécia)
Morientes (Real Madrid/Espanha)
Drogba (Chelsea/Costa do Marfim)
Milan Baros (Liverpool/Rep. Checa)
Van Nistelrooy (Manchester United/Holanda)
Henrik Larsson (Barcelona/Suécia)
Shevchenko (Milan/Ucrânia)
Wayne Rooney (Manchester United/Inglaterra)
Thierry Henry (Arsenal/França)

Treinador
José Mourinho (Chelsea/F.C. Porto)
Thomas Schaaf (Werder Bremen)
Rafael Benitez (Liverpool/Valência)
Arséne Wenger (Arsenal)
Otto Rehaggel (Grécia)

15/12/04

Campeões no Mundo, suspeitos nos arredores

Como imaginam que nós, portistas, vemos e sentimos tudo isto? Esta inveja doentia, que os leva a desprezar o que deveria ser motivo de orgulho para todos os portugueses, que os leva, não a tentar imitar os feitos do FC Porto, mas sim a retirar-lhes importância, rodeá-los de eternas suspeitas e calúnias?

É sabido que a justiça é cega. Não fosse a justiça cega e seria incompreensível que, após um ano e meio de invocadas investigações policiais e do Ministério Público, se decidisse actuar contra o presidente do FC Porto exactamente nas vésperas de o clube viver os dias decisivos que lhe poderiam garantir a continuidade em prova e a defesa do título de campeão europeu e acrescentar-lhe o de campeão do Mundo de futebol.

Compreende-se, pois, que as gravíssimas suspeitas que recairão sobre o presidente do FC Porto, no esperançoso caso Apito Dourado - e traduzidas, designadamente, no pagamento por alguém estranho ao clube de umas meninas de alterne a uns árbitros, para que eles não se esquecessem de favorecer o FC Porto nos decisivos jogos contra a Académica, então último classificado, nas Antas (4-1), e contra o Beira-Mar, em Aveiro (0-0), bem como a oferta do relógio oficial dos 100 anos, no valor de 15 contos, ao major Valentim Loureiro, ou ainda um telefonema a Pinto de Sousa em que o presidente do FC Porto terá intercedido a favor de Deco e Mourinho, para que a Comissão Disciplinar da Liga suavizasse momentaneamente a sua tradicional e famosa senha antiportista - tudo isso, todos esses gravíssimos supostos indícios que, todavia, não justificaram mais que medidas mínimas de contrapartida à liberdade condicional do suspeito, não podia esperar nem mais uma semana para ser trazido à praça pública.

Imaginava-se que todo o showoff montado à roda da «detenção prévia para interrogatório» (essa curiosa e moderna figura processual que parece importada de uma qualquer ditadura africana) conduzisse, como conduziu, à imediata transformação do «suspeito » em criminoso - não só aos olhos de uma opinião pública desinformada mas também aos dos fazedores de opinião pública, ávidos por notícias destas.

Imaginava-se que tivesse o condão mágico de instantaneamente propiciar, como propiciou, o esperado discurso de «estão a ver, nós não dizíamos que só por causa dos árbitros é que o FC Porto tem dominado o futebol português nos últimos 20 anos?».

(Sim, porque alguma vez o FC Porto de Mourinho, o FC Porto do ano em que ganhou o campeonato com 12 pontos de avanço, a Taça de Portugal e a Supertaça e ainda a Taça UEFA, seria capaz de vencer a Académica nas Antas ou empatar com o Beira-Mar em Aveiro sem pôr antes umas meninas a distrair os árbitros?)

Imaginava-se ainda que, com um tiro no almirante, toda a esquadra se afundaria e o país futebolístico não teria de passar pelo horror de ver um clube português vencer o invencível Chelsea, ultrapassar a fase de grupos da Liga dos Campeões, acumular mais pontos a favor dos demais clubes portugueses no ranking das competições europeias e ainda, supremo desplante, trazer do Japão, e pela segunda vez, o título de campeão do Mundo.

Imaginava-se mas, aqui, as expectativas saíram traídas. Passado o primeiro momento de choque, que ainda poderá ter ajudado à derrota caseira contra o Beira-Mar, o FC Porto demonstrou que os grandes clubes são mais que apenas um presidente, por melhor que ele seja: são adeptos, treinadores, dirigentes, jogadores, uma mística, uma vontade, uma crença, uma capacidade de resistência à adversidade, em todas as situações e em todos os cenários.

O FC Porto resistiu às coincidências temporais do Apito Dourado, resistiu em silêncio às calúnias, difamações e falsificações históricas grosseiras que os arautos dos medíocres de imediato atearam, resistiu ao cansaço, aos fusos horários, a um adversário em campo que só jogou para o 0-0, aos golos mal anulados, à profusão de bolas na trave, resistiu a tudo e trouxe de Yokohama a tão merecida e tão desejada Taça Intercontinental, fazendo do FC Porto um dos membros do selectíssimo clube dos 10 que mais títulos internacionais conquistaram em toda a história do futebol mundial.

Contra o desprezo e maledicência da própria pátria, são hoje campeões da Europa e campeões do Mundo.

Haverá alguma outra coisa, desportiva ou não desportiva, em que Portugal se possa orgulhar de ter obtido o título de melhor do Mundo?

Aparentemente o mundo não chega aqui, aos arredores portugueses.

Lembro o Presidente Jorge Sampaio, que correu a condecorar o presidente da Federação, o seleccionador nacional e toda a Selecção que, em condições extremamente favoráveis, foi vice campeã da Europa mas esqueceu-se de condecorar o FC Porto, que por si só, sem ajudas nacionais, fora campeão europeu, dois meses antes.

Lembro a primeira página dos nossos três jornais desportivos neste sábado, totalmente ocupados com o palpitante Sporting-Braga dessa noite, remetendo o jogo do FC Porto em Yokohama, da manhã seguinte, para um rodapé de página.

Lembro a mesma imprensa de domingo, com as manchetes ocupadas com as incidências do Sporting-Braga ou a magna questão de saber se o Benfica jogaria contra o Belenenses com ou sem o Sokota de início e o FC Porto de novo remetido para uma notinha cá em baixo, a par... do Boavista.

E lembro, porque não consigo calá-lo, a histórica e tristíssima edição de ontem deste jornal em que escrevo, em que o desastre do Benfica no Restelo ocupava 75 por cento da primeira página e o êxito do FC Porto não ocupava mais de 15 por cento, de novo cá nos baixios da página e sem ao menos ter a menção - detalhe - de que tinha conquistado o título de... campeão do Mundo! Enfim, lembro os telejornais de domingo da TVI e da SIC, que abriram, não com a notícia da vitória do FC Porto no Japão,
mas sim com a notícia de uma ameaça de bomba no Real Madrid-Real Sociedad...

Faço uma pergunta a sério aos leitores de outras cores que não as minhas: como imaginam que nós, portistas, vemos e sentimos tudo isto?

Esta inveja doentia, que os leva a desprezar o que deveria ser motivo de orgulho para todos os portugueses, que os leva, não a tentar imitar os feitos do FC Porto, mas sim a retirar-lhes importância, rodeá-los de eternas suspeitas e calúnias?

Se somos campeões europeus é preciso desconfiar de um Porto-Académica de há dois anos atrás; se somos campeões do Mundo é preciso desconfiar de um Sporting-Braga em que o árbitro auxiliar anulou um golo ao Sporting por offside (embora tenha também cortado uma jogada de golo ao Braga, em situação idêntica, mas isso claro que não interessa).

Imaginem por um instante que o Benfica ou o Sporting tinham ganho na véspera um título mundial de clubes: acham que algum jornal desportivo português daria ao facto quase tanto destaque na primeira página como aos protestos de Pinto da Costa por ter sido mal anulado um golo ao Porto, contra o Braga, dois dias antes?

O que nos dói, como portistas e como portugueses, é olhar para a imprensa desportiva internacional, no dia seguinte à vitória do FC Porto sobre o milionário e inacessível Chelsea, e constatar que o que os ocupa são as notícias, retransmitidas da imprensa portuguesa, sobre a «prisão» por «corrupção» do presidente do FC Porto e por causa de suspeitas levantadas a propósito de jogos contra a Académica e o Beira-Mar- nós, que levámos de vencida, até ao título europeu, Chelsea, Arsenal e Manchester, Real Madrid, Barcelona, Corunha e Valência, Juventus, Inter e Milan, Bayern, Schalke, Ajax e Galatasaray, enfim, tantos e tantos milionários do futebol europeu, que dificilmente perdoaram a afronta cometida por um clube desse país periférico que é Portugal.

P. S. 1- Luís Filipe Vieira diz que em breve vai fazer muitas mais revelações, para acrescentar aos capítulos do Apito Dourado. Sendo certo que nada, obviamente, dirá sobre a anedota da arbitragem do ano - que foi aquele penalty a favor do Karadas e que valeu dois pontos contra o Estoril-, ele deveria explicar o que faziam dois jogadores do Benfica, que não participavam no jogo e não podiam ali estar, no túnel de acesso à cabine da filial estorilense, discutindo com dois adversários, durante o intervalo do jogo. E, em particular, deveria talvez explicar o que quererá ter dito o Petit ao seu ex-colega do Boavista Paulo Sousa quando ao intervalo lhe reclamou que «não complicasse» as coisas. Sim, o que quereria ele dizer com isso? Também parece que houve algumas cenas menos próprias, no final do Sporting-Braga, no tal túnel de Alvalade, onde o Sporting diz ter câmaras de filmar montadas. Seria possível vermos o filme ou o único túnel suspeito é o do Dragão?

P. S. 2 - Interrogado no final do Porto-Chelsea sobre o envolvimento de Pinto da Costa no Apito Dourado, José Mourinho limitou-se a dizer que seguia a coisa à distância, como se isso lhe fosse totalmente alheio. Fez mal. Primeiro porque o presidente do FC Porto era ainda o seu patrão há poucos meses atrás e, embora o clube muito deva a Mourinho, ele também deve a Pinto da Costa e ao clube a sua rápida projecção internacional. Segundo porque, a fazer fé nas notícias, o que está em causa são suspeitas que recaem sobre jogos do Porto quando Mourinho era o seu treinador. Ou seja, o que o país futebolístico faz por acreditar é que não foi graças à organização do clube, à gestão de Pinto da Costa, à categoria de Mourinho ou à classe dos jogadores que o FC Porto registou os êxitos dos últimos anos: tudo terá sido devido a umas meninas de alterne, intermediadas por um empresário de Avintes e a favor de uns árbitros do Alentejo. José Mourinho não se sentirá atingido também?
Miguel Sousa Tavares

05/12/04

04/12/04

FC Porto 0-1 Beira Mar e segunda circular

Estão de parabéns todos aqueles que tudo tem feito para que o FC Porto perca este campeonato. Não...não estou a falar da equipa técnica pois esses não tem culpa do que ontem se passou nem sequer estou a falar da equipa do Beira Mar que embora tenham feito o melhor que podem e sabem e por isso merecem a minha admiração, de certeza que num dia normal não teriam ganho este jogo.

Aliás, o problema das duas derrotas seguidas em casa está mesmo aí. Na maneira anormal como elas foram conseguidas pelos nossos adversários.

Contra o Boavista todos vimos como o dourado Lucílio Baptista (porque será que este tipo não é investigado?) roubou mais uma vez o FC Porto mas também não se esperaria outra coisa de um árbitro que é amigo pessoal do senil Dias da Cunha.

No jogo de ontem, embora o árbitro tenha tido alguns erros não o podemos culpar pela derrota já que não tiveram influência no resultado. Mas os acontecimentos dos últimos dias tiveram! Ou acreditam que os jogadores do FC Porto são máquinas e conseguem esquecer os jornais e as televisões?

Meus amigos, tenho visto portistas que muito admiro culparem o Victor Fernandez por mais esta derrota.
Estão no seu direito pois estão habituados a ver o clube ganhar, mas se querem apontar o dedo aos culpados porque não se viram para o senil presidente do Sporting e o traficante de droga Luís Filie Vieira que em conjunto com uma comunicação social anti portista, estão desejosos por ver o futebol português recuar até aos gloriosos tempos em que os clubes da segunda circular éram a bandeira do regime ditatorial e fascista de Salazar e Marcelo Caetano?



02/12/04

Ó Escama

Parece que afinal o melhor ataque da europa e arredores, ontem não conseguiu marcar.
Estará a perder faculdades ou foi o Pinilla que fez falta?

(jornal A Bola)

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