Não caindo na tentação fácil de me circunscrever à última impressão que fica do jogo (que é o que mais se vê e se ouve dos "comentadeiros" da rádio), analiso as diversas partes do jogo.
A 1ª a fase em que o Braga se remete ao seu meio-campo, assim, foi obviamente só Porto que se foi vendo... não criou lances de flagrante de golo, mas era a única equipa que o buscava. Esta fase terminou no 1º golo do Braga, que após um lançamento oferecido pelo assistente, lá consegue um canto, que lhe proporciona o golo, à 1ª. Que mais poderia querer uma equipa que tinha como plano de jogo não sair muito do seu meio-campo?
Após isto o FCP lança-se em busca do seu golo proporcionando assim muitos espaços para o contra-ataque do Braga (se bem que a grande parte eram "ofertas"), o qual acaba por conseguir, justamente, e quando poderia ser esse o tónico para uma 2ª parte em busca do golo da vitória, eis que o Braga chega ao 1-2... desmoralizante!!
Na 2ª parte, o FCP até entra bem no jogo (aliás o Quaresma falha logo no 1º minuto o golo do empate), novamente a controlar, em busca do golo, e agora com mais rapidez e objectividade, no entanto, quando o "gás" começou a acabar, quando o Leo Lima se começou a arrastar, quando o Quaresma começou a falhar, a equipa intranquilizou-se... o jogo começou a ser mauzinho... e o descalabro deu-se com o 3º golo do Braga... a partir daí, se já havia pouco Porto, o FCP acabou... e o Braga bem podia ter feito mais um ou outro golo.
O FCP não jogou mal o jogo todo, teve vários factores que foram condicionando a sua exibição, mas nunca conseguiu em momento algum jogar muito bem, mas conseguiu durante uma parte do jogo jogar muito mal. Não se viram muitos erros colectivos, no entanto viram-se vários pequenos e alguns grandes erros individuais que são inadmissíveis em jogadores de “top”… se precisam de um psicólogo arranjem-lhes um!!
Em relação ao treinador, ele não é culpado de tudo, mas há erros claros a apontar:
- Se o Claúdio treina conforme jogou, tem de ser titular de caras no FCP (foi talvez o melhor jogador do FCP em campo), porque não tem medo de assumir o jogo, de procurar as melhores opções, e não virou nunca a "cara à luta".
- Quando entra o Claúdio, não pode tirar o jogador do meio-campo que estava a controlar o mesmo, o jogador que até aí estava a equilibrar o meio-campo, ganhando bolas atrás de bolas, "duelos" atrás de "duelos".
- Obviamente que o jogador a sair teria de ser o Costinha, que, mais uma vez, passou o jogo a oferecer jogo ao adversário, e pior que isso, a oferecer lances de golo!!
- Leo Lima tinha de ter saído ao intervalo, passou o tempo que esteve em campo na 2ª parte a "arrastar-se".
- Lances de bola-parada constantemente perdidos, sobretudo na defesa, onde o Braga consegue fazer dois golos desta forma (o FCP era, repito, era a equipa que mais bem preparada estava para este tipo de lances).
Perder 15 pontos em casa é inadmissível, e o pior é que se calhar nem fica por aqui...
Quanto ao árbitro, nunca pensei que pudesse estar em campo uma equipa que conseguisse ser pior que o Bruno Paixão, mas o FCP daqueles últimos 10/15 minutos, parece-me que o terá conseguido... é muito fraco e teve uma arbitragem já esperada, disparates atrás de disparates, invenções atrás de invenções... se bem que os assistentes também tenham sido "bons ajudantes".
Não é que o Braga jogue alguma coisa de especial, mas tem bons jogadores, sobretudo para o contra-ataque, e mantendo a moral e aproveitando os erros dos adversários pode facilmente continuar lá por cima.
Seja bem-vindo. Hoje é
31/01/05
29/01/05
Sempre actual
Como não tinha nada que fazer, resolvi passar uma vista de olhos pelos arquivos e vejam o que encontrei numa página do "jornal da Praceta - o primeiro jornal eléctrónico de um bairro de Lisboa".
A Negociata do SLB e a CML
É sabido que as câmaras municipais de Portugal investem uma boa parte do seus recursos nos clubes de futebol.
Há muito que as suas prioridades não são a qualidade de vida dos seus munícipes, mas as negociatas do futebol.
A CML não é neste capítulo nenhuma excepção, bem pelo contrário. Basta recordar que Santana Lopes acaba de investir só no SLB, mil vezes mais do que a nos últimos 30 anos a CML investiu em todas as escolas de Lisboa.
Se não fosse assim, provavelmente Portugal não seria recordista na taxas de analfabetismo em toda a Europa.
Abril de 2002
A solução encontrada por Santana Lopes para financiar a construção do Estádio do Benfica, reuniu de imediato um consenso. A empresa SOMAGUE foi afastada da exploração imobiliária dos terrenos do Estádio da Luz, sendo substituída por um empresa municipal (EPUL). O dinheiro obtido com este e outro empreendimento será depois distribuído pelo Benfica, Sporting e outros clubes desportivos da cidade. Jornal da Praceta depois de ouvir técnicos da CML ficou com imensas dúvidas sobre a transparência deste processo. Foi-nos afirmado que este esquema torna mais fácil todas as trafulhices, dado que a empresas municipais estão acima de qualquer fiscalização. Desta forma, os munícipes nunca chegarão a saber quanto lhes foi retirado para alimentar a mafia do futebol.
Observação final: Acontecimentos posteriores vieram a confirmar os nossos receios.
Fins de Janeiro de 2002
Nesta altura, o caso Benfica-CML atingia dimensões surreais, tentando este Clube extorquir o máximo de verbas possível, e Santana Lopes, encontrar um modelo de engenharia financeira para tornar "aceitável" perante a opinião pública o "negócio".
Os últimos episódios sobre a construção da Estádio da Luz são próprios de uma qualquer república das bananas, não de um país europeu.Nunca o termo choldra, aplicado por D. Carlos para se referir a Portugal, foi mais apropriado para definir este país e em particular, o que se passa nesta cidade de Lisboa.
1º. Um ex-presidente da CML (João Soares) que se recusa a esclarecer sobre o que em privado andava a prometer a um clube de futebol, sem nunca ter dado, como devia, disso conhecimento aos orgãos representativos dos munícipes, revelando desta forma a mais completa ausência do sentido de equidade, imparcialidade e transparência que devem nortear as actuações dos dirigentes públicos.
2º.Um presidente de um Clube de Futebol (Sport Lisboa e Benfica) que se comporta como um reles chantagista junto de um orgão do Estado (a CML), e que vem só agora a público evocar um role de combinações secretas que teria feito com um ex-autarca. Neste processo não consegue sequer explicar a que título deve a CML "honrar" um compromisso realizado em privado entre três comparsas.
3º.Uma empresa de construção civil (SOMAGUE), envolvida nas obras do novo estádio e que irá explorar os terrenos a ele adjacentes, pela voz do seu presidente (Diogo Vaz Guedes), faz ameaças públicas de chantagem junto da CML para que esta ceda a combinações secretas que envolvem a utilização abusiva de dinheiros e do património público.
4º.Um membro do Governo (José Lello, Ministro da Juventude e Desporto) que em vez de colocar as coisas na sua correcta posição - a exigência da mais completa transparência e legalidade do processo -, embarca na mesma atitude chantagista de uma empresa de construção civil e de um presidente de um clube de futebol. O mínimo que se exigia que fizesse era a participação do caso à Procuradoria Geral da República para averiguar possíveis indícios de corrupção ou tráfico de influências, de modo a salvaguardar a imagem do Estado português já muito desacreditado no plano internacional.
Independentemente do desfecho deste processo - ceda ou não ceda a CML à chantagem que é alvo - uma coisa é certa: A partir deste momento qualquer cidadão deste país, tem razões suficientes para pensar que o Estado e as autarquias estão dominados por redes de mafiosos que actuam na mais completa impunidade nas costas nos cidadãos, extorquindo dinheiro e delapidando o património público.
------------------------------------
As Promessas Secretas de João Soares
A Chantagem do SLB & SOMAGUE
A Actuação de um Ministro Incompetente
A candidatura. Uma das medidas mais emblemáticas do Governo Socialista, conduzido por António Guterres, entre Dezembro de 1995 e Março de 2002, foi a apresentação de uma candidatura para realização, em Portugal, do Campeonato Europeu de 2004. Esta candidatura implicava o compromisso de construir ou remodelar profundamente 10 estádios de futebol, sendo o seu financiamento em parte assegurada pelo Estado. A candidatura acabou por sair vencedora.
Clubes Falidos. A questão nada tinha de especial se não fosse o facto da maioria dos clubes de futebol estarem falidos, e serem geridos por dirigentes para quem o futebol só lhes interessa como plataforma para os seus negócios privados e o tráfico de influências junto do Estado e das autarquias. A resolução dos seus frequentes buracos financeiros tem sido resolvida pelo Estado e as autarquias através de um sem número de compromissos, que rapidamente se tornam letra morta quando os clubes obtém os financiamentos pretendidos.
Ninguém tinha dúvidas que clubes, como o Benfica ou o Sporting, quando decidiram construir os seus próprios estádios estavam longe de ter assegurado o seu financiamento. Todos partiam do pressuposto que, nesta república das bananas, o dinheiro acaba sempre por aparecer sacado dos bolsos dos contribuintes portugueses. As dívidas dos clubes tem sido até ao momento sempre saldadas por políticos corruptos e dirigentes incompetentes e invertebrados.
A este respeito, o Benfica não tem sido diferente do Sporting ou do Belenenses. Ainda em 1995, a CML permitiu que o Benfica construísse uma urbanização junto ao Estádio, cujas verbas reverteram para os cofres do clube. A autorização da CML foi concedida na condição de no local serem também construídas uma piscina e campos de ténis, mas estes equipamentos desportivos jamais foram construídos, nem se prevê que o venham a ser. O que interessou ao Benfica, na altura, foi a pura especulação imobililiária. É um caso entre inúmeros outros.
Face a este panorama ninguém tinha dúvidas que a quase totalidade do financiamento para os novos estádios viria de obscuros negócios com as autarquias.De acordo com a prática corrente iríamos assistir a mais uma série de atropelos aos planos urbanísticos, a cedência de terrenos públicos a entidades privadas para especulação imobiliária, a concessão de licenças para bombas de gasolina, a transferência de dinheiros públicos para os clubes e os bolsos dos seus dirigentes, etc. Tudo isto perante a mais completa complacência de que tem por missão zelar pelo cumprimento da Constituição da República e da transparência, equidade e imparcialidade da administração pública.
As promessas. Em Lisboa, os dois principais clubes (o Sporting Club de Portugal e o Sport Lisboa e Benfica) decidiram construir dois novos estádios de futebol. O Estado entrou com o dinheiro que lhe correspondia e a CML, fechou os olhos a uma série de barbaridades urbanísticas e própria especulação imobiliária que preparava para se fazer nas áreas envolventes aos respectivos estádios. O problema é que os clubes estão falidos e acumulam enormes dívidas, e precisam de muito mais dinheiro do que o inicialmente prometido, não apenas para os novos estádios, mas para fazerem frente às despesas correntes. É aqui que começa o verdadeiro problema.
João Soares, então presidente da CML,percebe a situação e tenta reduzir os investimentos camarários, propondo a construção de um único estádio municipal. Os clubes não estão de acordo. Para agradar a gregos e a troianos, João Soares, começa a negociar em privado questões que deviam de ser assumidas publicamente e com toda a frontalidade. Às bocas esfomeadas dos clubes de futebol terá então prometido mundos e fundos que não lhe pertenciam.
Para calar o Futebol Clube Os Belenenses, garante-lhe 1,5 milhões de contos (de 7,75 milhões de euros) para a remodelação do seu estádio.
Para calar o Sporting Clube de Portugal, autoriza a urbanização dos terrenos adjacentes ao estádio já anteriormente cedidos pela autarquia.
Para calar o Sport Lisboa e Benfica, terá prometido idênticas contrapartidas às do Sporting. É de admitir que João Soares tem consciência que a situação financeira do Benfica é muito pior que a do Sporting. O seu anterior presidente, Vale e Azevedo, está preso e responde nesta altura em tribunal por falcatruas praticadas no Benfica. Nada aliás que já não tivesse acontecido a um dirigente sportiguista. Negociar com os clubes de futebol de Lisboa é uma tarefa de alto risco. O certo é que, após as eleições de 16 de Dezembro de 2001, quer o Benfica, quer a empresa construtora do seu estádio e promotora imobiliário dos terrenos adjacentes ao estádio (SOMAGUE), apresentam publicamente uma lista compromissos verbais de João Soares. Ameaçam também a CML e o próprio Estado que caso estes compromissos não fossem satisfeitos as obras de construção do novo estádio seriam de imediato suspensas. Fica-se então a saber que estes compromissos contemplariam entre outras as seguintes benesses:
1.A participação da CML com 12,5 milhões de euros (cerca de 2,5 milhões de contos) na construção do novo estádio.
2.A mudança do Plano Director Municipal para permitir a urbanização da área envolvente, por uma empresa de construção Civil (Somague), o que implicaria um aumento da volumetria da área de construção nos terrenos do actual estádio de 80 mil para 160 mil metros quadrados.
4.Autorização para a abertura de mais uma bomba de gasolina, em Lisboa, em terrenos cedidos pela CML, junto ao eixo Norte-Sul ou na Av. Lusiada.
A questão, agrava-se se tivermos em conta que se a CML desse estas benesses ao Benfica, teria que dar outras idênticas ao Sporting. Milhões de contos ou euros sairiam assim dos cofres do públicos, desbaratados em negociatas privadas.
As Contrapartidas
A história da CML está repleta de obscuros negócios de contrapartidas. Até ao momento os chantagistas tem levado sempre vantagem. Recordemos a título de exemplo, o célebre caso do Luna Park. Tudo começou em 1979, quando Félix Naharro Pires propõe ao então candidato Kruz Abecasis a criação de uma sociedade destinada à construção deste parque de diversões. A CML e o Jardim Zoológico, que também participa no negócio, começam por entrar com dinheiro e património para uma risonha sociedade. Pouco depois, quer a CML, quer o ZOO estão completamente envolvidos numa teia de compromissos e chantagens. Ao longo de 10 anos, a CML entra com milhões de contos e delapida parte do património público, numa fantasmagórica sociedade construtora de um parque que nunca passou da fase de projecto. Félix Pires que nunca entrou com um euro para a dita sociedade, no mesmo período e à conta da dita sociedade amealhou uma fortuna e torna-se administrador do Jardim Zoológico.
Este caso da negociata de Santana Lopes com o SLB promete novos e obscuros desenvolvimentos.
Jornal da Praceta
E DEPOIS DE APARECEREM ESTAS PROVAS NA IMPRENSA, PORQUE RAZÃO A PJ NÃO ACTUA?
DE QUEM É QUE ELES TÊM MEDO?
A Negociata do SLB e a CML
É sabido que as câmaras municipais de Portugal investem uma boa parte do seus recursos nos clubes de futebol.
Há muito que as suas prioridades não são a qualidade de vida dos seus munícipes, mas as negociatas do futebol.
A CML não é neste capítulo nenhuma excepção, bem pelo contrário. Basta recordar que Santana Lopes acaba de investir só no SLB, mil vezes mais do que a nos últimos 30 anos a CML investiu em todas as escolas de Lisboa.
Se não fosse assim, provavelmente Portugal não seria recordista na taxas de analfabetismo em toda a Europa.
Abril de 2002
A solução encontrada por Santana Lopes para financiar a construção do Estádio do Benfica, reuniu de imediato um consenso. A empresa SOMAGUE foi afastada da exploração imobiliária dos terrenos do Estádio da Luz, sendo substituída por um empresa municipal (EPUL). O dinheiro obtido com este e outro empreendimento será depois distribuído pelo Benfica, Sporting e outros clubes desportivos da cidade. Jornal da Praceta depois de ouvir técnicos da CML ficou com imensas dúvidas sobre a transparência deste processo. Foi-nos afirmado que este esquema torna mais fácil todas as trafulhices, dado que a empresas municipais estão acima de qualquer fiscalização. Desta forma, os munícipes nunca chegarão a saber quanto lhes foi retirado para alimentar a mafia do futebol.
Observação final: Acontecimentos posteriores vieram a confirmar os nossos receios.
Fins de Janeiro de 2002
Nesta altura, o caso Benfica-CML atingia dimensões surreais, tentando este Clube extorquir o máximo de verbas possível, e Santana Lopes, encontrar um modelo de engenharia financeira para tornar "aceitável" perante a opinião pública o "negócio".
Os últimos episódios sobre a construção da Estádio da Luz são próprios de uma qualquer república das bananas, não de um país europeu.Nunca o termo choldra, aplicado por D. Carlos para se referir a Portugal, foi mais apropriado para definir este país e em particular, o que se passa nesta cidade de Lisboa.
1º. Um ex-presidente da CML (João Soares) que se recusa a esclarecer sobre o que em privado andava a prometer a um clube de futebol, sem nunca ter dado, como devia, disso conhecimento aos orgãos representativos dos munícipes, revelando desta forma a mais completa ausência do sentido de equidade, imparcialidade e transparência que devem nortear as actuações dos dirigentes públicos.
2º.Um presidente de um Clube de Futebol (Sport Lisboa e Benfica) que se comporta como um reles chantagista junto de um orgão do Estado (a CML), e que vem só agora a público evocar um role de combinações secretas que teria feito com um ex-autarca. Neste processo não consegue sequer explicar a que título deve a CML "honrar" um compromisso realizado em privado entre três comparsas.
3º.Uma empresa de construção civil (SOMAGUE), envolvida nas obras do novo estádio e que irá explorar os terrenos a ele adjacentes, pela voz do seu presidente (Diogo Vaz Guedes), faz ameaças públicas de chantagem junto da CML para que esta ceda a combinações secretas que envolvem a utilização abusiva de dinheiros e do património público.
4º.Um membro do Governo (José Lello, Ministro da Juventude e Desporto) que em vez de colocar as coisas na sua correcta posição - a exigência da mais completa transparência e legalidade do processo -, embarca na mesma atitude chantagista de uma empresa de construção civil e de um presidente de um clube de futebol. O mínimo que se exigia que fizesse era a participação do caso à Procuradoria Geral da República para averiguar possíveis indícios de corrupção ou tráfico de influências, de modo a salvaguardar a imagem do Estado português já muito desacreditado no plano internacional.
Independentemente do desfecho deste processo - ceda ou não ceda a CML à chantagem que é alvo - uma coisa é certa: A partir deste momento qualquer cidadão deste país, tem razões suficientes para pensar que o Estado e as autarquias estão dominados por redes de mafiosos que actuam na mais completa impunidade nas costas nos cidadãos, extorquindo dinheiro e delapidando o património público.
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As Promessas Secretas de João Soares
A Chantagem do SLB & SOMAGUE
A Actuação de um Ministro Incompetente
A candidatura. Uma das medidas mais emblemáticas do Governo Socialista, conduzido por António Guterres, entre Dezembro de 1995 e Março de 2002, foi a apresentação de uma candidatura para realização, em Portugal, do Campeonato Europeu de 2004. Esta candidatura implicava o compromisso de construir ou remodelar profundamente 10 estádios de futebol, sendo o seu financiamento em parte assegurada pelo Estado. A candidatura acabou por sair vencedora.
Clubes Falidos. A questão nada tinha de especial se não fosse o facto da maioria dos clubes de futebol estarem falidos, e serem geridos por dirigentes para quem o futebol só lhes interessa como plataforma para os seus negócios privados e o tráfico de influências junto do Estado e das autarquias. A resolução dos seus frequentes buracos financeiros tem sido resolvida pelo Estado e as autarquias através de um sem número de compromissos, que rapidamente se tornam letra morta quando os clubes obtém os financiamentos pretendidos.
Ninguém tinha dúvidas que clubes, como o Benfica ou o Sporting, quando decidiram construir os seus próprios estádios estavam longe de ter assegurado o seu financiamento. Todos partiam do pressuposto que, nesta república das bananas, o dinheiro acaba sempre por aparecer sacado dos bolsos dos contribuintes portugueses. As dívidas dos clubes tem sido até ao momento sempre saldadas por políticos corruptos e dirigentes incompetentes e invertebrados.
A este respeito, o Benfica não tem sido diferente do Sporting ou do Belenenses. Ainda em 1995, a CML permitiu que o Benfica construísse uma urbanização junto ao Estádio, cujas verbas reverteram para os cofres do clube. A autorização da CML foi concedida na condição de no local serem também construídas uma piscina e campos de ténis, mas estes equipamentos desportivos jamais foram construídos, nem se prevê que o venham a ser. O que interessou ao Benfica, na altura, foi a pura especulação imobililiária. É um caso entre inúmeros outros.
Face a este panorama ninguém tinha dúvidas que a quase totalidade do financiamento para os novos estádios viria de obscuros negócios com as autarquias.De acordo com a prática corrente iríamos assistir a mais uma série de atropelos aos planos urbanísticos, a cedência de terrenos públicos a entidades privadas para especulação imobiliária, a concessão de licenças para bombas de gasolina, a transferência de dinheiros públicos para os clubes e os bolsos dos seus dirigentes, etc. Tudo isto perante a mais completa complacência de que tem por missão zelar pelo cumprimento da Constituição da República e da transparência, equidade e imparcialidade da administração pública.
As promessas. Em Lisboa, os dois principais clubes (o Sporting Club de Portugal e o Sport Lisboa e Benfica) decidiram construir dois novos estádios de futebol. O Estado entrou com o dinheiro que lhe correspondia e a CML, fechou os olhos a uma série de barbaridades urbanísticas e própria especulação imobiliária que preparava para se fazer nas áreas envolventes aos respectivos estádios. O problema é que os clubes estão falidos e acumulam enormes dívidas, e precisam de muito mais dinheiro do que o inicialmente prometido, não apenas para os novos estádios, mas para fazerem frente às despesas correntes. É aqui que começa o verdadeiro problema.
João Soares, então presidente da CML,percebe a situação e tenta reduzir os investimentos camarários, propondo a construção de um único estádio municipal. Os clubes não estão de acordo. Para agradar a gregos e a troianos, João Soares, começa a negociar em privado questões que deviam de ser assumidas publicamente e com toda a frontalidade. Às bocas esfomeadas dos clubes de futebol terá então prometido mundos e fundos que não lhe pertenciam.
Para calar o Futebol Clube Os Belenenses, garante-lhe 1,5 milhões de contos (de 7,75 milhões de euros) para a remodelação do seu estádio.
Para calar o Sporting Clube de Portugal, autoriza a urbanização dos terrenos adjacentes ao estádio já anteriormente cedidos pela autarquia.
Para calar o Sport Lisboa e Benfica, terá prometido idênticas contrapartidas às do Sporting. É de admitir que João Soares tem consciência que a situação financeira do Benfica é muito pior que a do Sporting. O seu anterior presidente, Vale e Azevedo, está preso e responde nesta altura em tribunal por falcatruas praticadas no Benfica. Nada aliás que já não tivesse acontecido a um dirigente sportiguista. Negociar com os clubes de futebol de Lisboa é uma tarefa de alto risco. O certo é que, após as eleições de 16 de Dezembro de 2001, quer o Benfica, quer a empresa construtora do seu estádio e promotora imobiliário dos terrenos adjacentes ao estádio (SOMAGUE), apresentam publicamente uma lista compromissos verbais de João Soares. Ameaçam também a CML e o próprio Estado que caso estes compromissos não fossem satisfeitos as obras de construção do novo estádio seriam de imediato suspensas. Fica-se então a saber que estes compromissos contemplariam entre outras as seguintes benesses:
1.A participação da CML com 12,5 milhões de euros (cerca de 2,5 milhões de contos) na construção do novo estádio.
2.A mudança do Plano Director Municipal para permitir a urbanização da área envolvente, por uma empresa de construção Civil (Somague), o que implicaria um aumento da volumetria da área de construção nos terrenos do actual estádio de 80 mil para 160 mil metros quadrados.
4.Autorização para a abertura de mais uma bomba de gasolina, em Lisboa, em terrenos cedidos pela CML, junto ao eixo Norte-Sul ou na Av. Lusiada.
A questão, agrava-se se tivermos em conta que se a CML desse estas benesses ao Benfica, teria que dar outras idênticas ao Sporting. Milhões de contos ou euros sairiam assim dos cofres do públicos, desbaratados em negociatas privadas.
As Contrapartidas
A história da CML está repleta de obscuros negócios de contrapartidas. Até ao momento os chantagistas tem levado sempre vantagem. Recordemos a título de exemplo, o célebre caso do Luna Park. Tudo começou em 1979, quando Félix Naharro Pires propõe ao então candidato Kruz Abecasis a criação de uma sociedade destinada à construção deste parque de diversões. A CML e o Jardim Zoológico, que também participa no negócio, começam por entrar com dinheiro e património para uma risonha sociedade. Pouco depois, quer a CML, quer o ZOO estão completamente envolvidos numa teia de compromissos e chantagens. Ao longo de 10 anos, a CML entra com milhões de contos e delapida parte do património público, numa fantasmagórica sociedade construtora de um parque que nunca passou da fase de projecto. Félix Pires que nunca entrou com um euro para a dita sociedade, no mesmo período e à conta da dita sociedade amealhou uma fortuna e torna-se administrador do Jardim Zoológico.
Este caso da negociata de Santana Lopes com o SLB promete novos e obscuros desenvolvimentos.
Jornal da Praceta
E DEPOIS DE APARECEREM ESTAS PROVAS NA IMPRENSA, PORQUE RAZÃO A PJ NÃO ACTUA?
DE QUEM É QUE ELES TÊM MEDO?
27/01/05
Movimentações (2)
Novas alterações se deram no plantel do FCP, com a entrada do avançado Claudio "Pitbull", e as saídas de Hugo Leal e César Peixoto (estas já confirmadas) e de Maciel (só falta saber o destino).
Relativamente às saídas, o César Peixoto irá ser emprestado ao Vitória de Guimarães, e o que tenho a dizer, é que já vai tarde, e que se continuar coma mesma mentalidade e qualidade, bem pode ficar lá por casa. Sobre o Hugo Leal, este irá ser emprestado à Académica, e aí terá seguramente oportunidade de jogar com regularidade, não deslumbrou no FCP, mas foi e seria um jogador útil, entendo este empréstimo como uma maior aposta em Raul Meireles (agora que está já recuperado da lesão) e mesmo em Paulo Machado, e assim sendo, acho que será lógica esta situação.
Quanto ao Maciel...
Sobre a entrada do Claudio, trata-se de um avançado que virá colmatar a saída do Derlei, veremos se trará mais valias à equipa... dentro do campo é que se verá.
De qualquer forma, o problema maior nem tem sido os "nomes", mas sim o empenho (ou a falta dele) dentro do campo, a atitude durante todo o jogo...
Relativamente às saídas, o César Peixoto irá ser emprestado ao Vitória de Guimarães, e o que tenho a dizer, é que já vai tarde, e que se continuar coma mesma mentalidade e qualidade, bem pode ficar lá por casa. Sobre o Hugo Leal, este irá ser emprestado à Académica, e aí terá seguramente oportunidade de jogar com regularidade, não deslumbrou no FCP, mas foi e seria um jogador útil, entendo este empréstimo como uma maior aposta em Raul Meireles (agora que está já recuperado da lesão) e mesmo em Paulo Machado, e assim sendo, acho que será lógica esta situação.
Quanto ao Maciel...
Sobre a entrada do Claudio, trata-se de um avançado que virá colmatar a saída do Derlei, veremos se trará mais valias à equipa... dentro do campo é que se verá.
De qualquer forma, o problema maior nem tem sido os "nomes", mas sim o empenho (ou a falta dele) dentro do campo, a atitude durante todo o jogo...
21/01/05
Sobre a reunião mafiosa que decorreu no bar do Ritz
"Já que acham que a Liga não funciona, o mínimo que seria de esperar é que se demitissem dos cargos antes de participar numa reunião desse tipo"
E ainda:
"Não tenho nada a ver com isso e o máximo que poderei acrescentar é que qualquer cidadão é livre de almoçar com outro cidadão, desde que algum deles pague".
Pinto da Costa
E ainda:
"Não tenho nada a ver com isso e o máximo que poderei acrescentar é que qualquer cidadão é livre de almoçar com outro cidadão, desde que algum deles pague".
Pinto da Costa
19/01/05
Estava a demorar!!
Foi instaurado um processo sumaríssimo ao McCarhty pela Liga de Clubes, sendo proposto um castigo de 2 jogos por pretensa agressão do Sul-Africano a um jogador da Académica.
Importa levantar aqui algumas questões:
- Não existiram mais casos durante as 16 jornadas anteriores??
- O campeonato só começou à 17ª jornada??
- Terá de ser sempre o FCP a servir de exemplo??
- Estas "regras" terão coeficientes de aplicação, tendo uma percentagem destas de ser significativamente maior no que diz respeito a jogadores do FCP??
- Haverá clubes com imudidade a este tipo de "regras"??
- Para quando justiça igual para todos??
- Porque é que as "regras" não são iguais para todos??
- Porque é que as regras não são aplicadas da mesma forma durante toda a temporada??
Enfim... nunca mais saíamos daqui...
Importa levantar aqui algumas questões:
- Não existiram mais casos durante as 16 jornadas anteriores??
- O campeonato só começou à 17ª jornada??
- Terá de ser sempre o FCP a servir de exemplo??
- Estas "regras" terão coeficientes de aplicação, tendo uma percentagem destas de ser significativamente maior no que diz respeito a jogadores do FCP??
- Haverá clubes com imudidade a este tipo de "regras"??
- Para quando justiça igual para todos??
- Porque é que as "regras" não são iguais para todos??
- Porque é que as regras não são aplicadas da mesma forma durante toda a temporada??
Enfim... nunca mais saíamos daqui...
17/01/05
O regresso e a continuação
Após mais uma jornada em que o FCP voltou a fazer uma má exibição, e em que não conseguiu mais do que um empate em casa do último classificado, acaba por se regressar ao 1º lugar da tabela, virando a 1ª volta em no topo da classificação.
Jogar contra o último, uma equipa que não joga absolutamente nada e não mostrar mais que 2/3 oportunidades de golo e apenas 1 delas flagrante, é, no mínimo, razão para uma fortíssima reprimenda a todo o plantel e equipa técnica.
É preciso trabalhar mais... é preciso mostrar muito mais, porque este 1º lugar, conforme está é completamente ridículo e absurdo... são pontos demais oferecidos aos adversários!
Jogar contra o último, uma equipa que não joga absolutamente nada e não mostrar mais que 2/3 oportunidades de golo e apenas 1 delas flagrante, é, no mínimo, razão para uma fortíssima reprimenda a todo o plantel e equipa técnica.
É preciso trabalhar mais... é preciso mostrar muito mais, porque este 1º lugar, conforme está é completamente ridículo e absurdo... são pontos demais oferecidos aos adversários!
11/01/05
Movimentações
Nesta reabertura de mercado, dão-se as movimentações já habituais, e no FCP há 4 já confirmadas.
Saíram
Derlei, Carlos Alberto e Hugo Almeida
Entraram
Leandro e Leo Lima
Relativamente às saídas, Derlei e Carlos Alberto saem a título definitivo, o 1º com destino à Rússia, o 2º de regresso ao Brasil. Estas saídas renderão ao FCP aproximadamente 10 milhões de euros (cerca de 2 milhões de contos). Hugo Almeida sai, mas não para tão longe quanto a Rússia ou o Brasil, nem sequer sai da cidade do Porto, já que foi emprestado até ao final da temporada ao Boavista.
Sobre as entradas, Leandro já há muito era conhecida a sua contratação, um defesa-esquerdo proveniente do Cruzeiro... novidade foi a contratação de Leo Lima, médio do Marítimo que conforme ficou acordado ontem passa a ser jogador do FCP com contrato até 2009.
Vamos a ver que efeitos terão estas movimentações em termos de qualidade de jogo.
Saíram
Derlei, Carlos Alberto e Hugo Almeida
Entraram
Leandro e Leo Lima
Relativamente às saídas, Derlei e Carlos Alberto saem a título definitivo, o 1º com destino à Rússia, o 2º de regresso ao Brasil. Estas saídas renderão ao FCP aproximadamente 10 milhões de euros (cerca de 2 milhões de contos). Hugo Almeida sai, mas não para tão longe quanto a Rússia ou o Brasil, nem sequer sai da cidade do Porto, já que foi emprestado até ao final da temporada ao Boavista.
Sobre as entradas, Leandro já há muito era conhecida a sua contratação, um defesa-esquerdo proveniente do Cruzeiro... novidade foi a contratação de Leo Lima, médio do Marítimo que conforme ficou acordado ontem passa a ser jogador do FCP com contrato até 2009.
Vamos a ver que efeitos terão estas movimentações em termos de qualidade de jogo.
10/01/05
Porto - Rio Ave
O FCP empatou ontem com o Rio Ave, e se é verdade que até podia ter ganho, também não é menos verdade que durante toda a 1ª parte se arriscou a sofrer mais de um golo... o que também não é de admirar já que o treinador optou por entrar com 10 jogadores em campo... o "10 inicial" foi o seguinte:
Baía, Seitaridis, J.Costa, P.Emanuel, R.Costa, Bosingwa, Costinha, Quaresma, Fabiano e McCarhty
Na 2ª metade o treinador lá fez uma substituição e colocou em campo mais um jogador que na 1ª parte... saiu o Seitaridis (não devia estar bem fisicamente depois de uma semana de gripe) e entraram o Diego e o Hugo Leal. O FCP jogou melhor... não fez um grande jogo, mas já dominou a partida e já foi capaz de aquecer um bocadinho mais a noite, acabando por não chegar à vitória por azelhice e infelicidade. Notou-se que com 11 a equipa dá mais velocidade ao jogo, ainda que invariavelmente acabe sempre por se deixar cair em zonas de adormecimento, permitindo que o adversário descanse quando o devia obrigar a correr.
Mesmo percebendo-se que a equipa tenha estado fragilizada pelos ultimos acontecimentos, adicionados principalmente ao facto de a equipa praticamente não ter treinado completa, devido à gripe que afectou uma boa parte dos jogadores habitualmente titulares (recorde-se que houve jogadores que esta semana estiveram mais tempo de cama do que a treinar...), ainda assim não se compreende que a mais de 15 minutos do fim se comecem a mandar "balões" para dentro da área, onde o Rio Ave tem dos mairores centrais a actuar na Superliga... aquilo para os defesas do Rio Ave foi o maior descanço que podiam ter. Para mais, tendo em conta que o FCP tem bons avançados para se jogar a bola no pé, que são capazes de receber e jogar ou rodar para o remate (aliás, ainda vimos disso no 1º tempo). Muitos dos jogadores, deviam colocar os olhos no espírito de iniciativa do Bosingwa, que nunca se deu por vencido, e juntamente com os 2 avançados foi dos que mais lutou por chegar lá à frente e tentar criar desiquilíbrios.
Ontem viu-se um FCP fragilizado fisicamente, e mais grave, psicologicamente, já que não se entende o porquê de terem "medo" de arriscar o passe, a tabela o 1x1... é que, invariavelmente, tem sido esse "medo" que acaba por fazê-lo perder passes fáceis e "oferecer" a bola ao adversário.
Ontem esteve uma noite geladíssima no Porto, e com um jogo daqueles só não fui para casa ver o jogo (ou a 2ª parte) porque a transmissão era na TVI... e pior "castigo" que ver um jogo na TVI é muito difícil!!
Baía, Seitaridis, J.Costa, P.Emanuel, R.Costa, Bosingwa, Costinha, Quaresma, Fabiano e McCarhty
Na 2ª metade o treinador lá fez uma substituição e colocou em campo mais um jogador que na 1ª parte... saiu o Seitaridis (não devia estar bem fisicamente depois de uma semana de gripe) e entraram o Diego e o Hugo Leal. O FCP jogou melhor... não fez um grande jogo, mas já dominou a partida e já foi capaz de aquecer um bocadinho mais a noite, acabando por não chegar à vitória por azelhice e infelicidade. Notou-se que com 11 a equipa dá mais velocidade ao jogo, ainda que invariavelmente acabe sempre por se deixar cair em zonas de adormecimento, permitindo que o adversário descanse quando o devia obrigar a correr.
Mesmo percebendo-se que a equipa tenha estado fragilizada pelos ultimos acontecimentos, adicionados principalmente ao facto de a equipa praticamente não ter treinado completa, devido à gripe que afectou uma boa parte dos jogadores habitualmente titulares (recorde-se que houve jogadores que esta semana estiveram mais tempo de cama do que a treinar...), ainda assim não se compreende que a mais de 15 minutos do fim se comecem a mandar "balões" para dentro da área, onde o Rio Ave tem dos mairores centrais a actuar na Superliga... aquilo para os defesas do Rio Ave foi o maior descanço que podiam ter. Para mais, tendo em conta que o FCP tem bons avançados para se jogar a bola no pé, que são capazes de receber e jogar ou rodar para o remate (aliás, ainda vimos disso no 1º tempo). Muitos dos jogadores, deviam colocar os olhos no espírito de iniciativa do Bosingwa, que nunca se deu por vencido, e juntamente com os 2 avançados foi dos que mais lutou por chegar lá à frente e tentar criar desiquilíbrios.
Ontem viu-se um FCP fragilizado fisicamente, e mais grave, psicologicamente, já que não se entende o porquê de terem "medo" de arriscar o passe, a tabela o 1x1... é que, invariavelmente, tem sido esse "medo" que acaba por fazê-lo perder passes fáceis e "oferecer" a bola ao adversário.
Ontem esteve uma noite geladíssima no Porto, e com um jogo daqueles só não fui para casa ver o jogo (ou a 2ª parte) porque a transmissão era na TVI... e pior "castigo" que ver um jogo na TVI é muito difícil!!
09/01/05
No derby da segunda circular...
Ganhou o presidente que desta vez foi mais mafioso.
Mas se ontem tudo correu bem pois estes jogos dão moral a qualquer jogador o que poderá acontecer dentro de umas semanitas?
Os colegas do palhaço mergulhador vão continuar a dar o litro ou vamos ter mais um caso Jardel?
Mas se ontem tudo correu bem pois estes jogos dão moral a qualquer jogador o que poderá acontecer dentro de umas semanitas?
Os colegas do palhaço mergulhador vão continuar a dar o litro ou vamos ter mais um caso Jardel?
08/01/05
07/01/05
Muito bom discurso de Victor Fernandez
Deixo algumas frases soltas do treinador portista que mostram que Victor Fernandez começa, enfim, a "entrar" na mistica do clube.
«Concordei com a medida de suspensão. O que diria o grupo se não houvesse medida punitiva? Os jogadores conhecem as regras e portanto sabem que não podem falhar um treino. Acredito que o risco desportivo é menor do que a eventualidade de vir a prejudicar a integridade do clube. Somos um clube diferente. Aqui não há estrelas nem figuras mediáticas. Todos têm de jogar para um objectivo comum».
«O melhor é colocar a pergunta ao contrário. Como reagiriam os outros jogadores se Diego, Derlei e Pepe não fossem castigados?»
«A voz do treinador é só uma entre várias e portanto temos de avaliar as várias partes. A do jogador, que é fundamental, a da instituição e, obviamente, também a do treinador, mas essa é apenas uma (...) Se o Carlos Alberto sai é porque tem a aceitação do clube, do próprio jogador e evidentemente do próprio treinador».
«Concordei com a medida de suspensão. O que diria o grupo se não houvesse medida punitiva? Os jogadores conhecem as regras e portanto sabem que não podem falhar um treino. Acredito que o risco desportivo é menor do que a eventualidade de vir a prejudicar a integridade do clube. Somos um clube diferente. Aqui não há estrelas nem figuras mediáticas. Todos têm de jogar para um objectivo comum».
«O melhor é colocar a pergunta ao contrário. Como reagiriam os outros jogadores se Diego, Derlei e Pepe não fossem castigados?»
«A voz do treinador é só uma entre várias e portanto temos de avaliar as várias partes. A do jogador, que é fundamental, a da instituição e, obviamente, também a do treinador, mas essa é apenas uma (...) Se o Carlos Alberto sai é porque tem a aceitação do clube, do próprio jogador e evidentemente do próprio treinador».
04/01/05
Duelo curioso
Já há algum tempo que estava para escrever este "post"... é que o sorteio da Taça UEFA ditou um confronto bastante curioso, e não me refiro às equipas. Na próxima eliminatória vai haver um confronto entre 2 estádios com algo em comum, vai ser um confronto:
"WC XXI"
Vs.
"Banheira de Roterdão"
"WC XXI"
Vs.
"Banheira de Roterdão"
03/01/05
Filipe Gaidão emprestado ao Sporting?!
Mas porque razão é que o FC Porto emprestou o Filipe Gaidão ao Sporting?
Está certo que ele deve ganhar ritmo até entrar na equipa principal mas não havia outro clube para onde pudesse ir?
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