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18/03/07

O próximo vai ter de pagar esta derrota.

Quem investe na bolsa sabe que é nas alturas de maior euforia que as quedas são mais violentas. No futebol passa-se algo parecido e quando menos se espera lá vai tombo...por isso fiquei com um pé atrás quando na semana passada vi confiança a mais em relação à vitória do FC Porto, e talvez por isso resolvi lembrar no meu último post que "desde o 25 de Abril que os jogos entre o FC Porto e o Sporting têm sido muitos disputados e nem sempre o factor casa é importante para o resultado final". Foi o que aconteceu.

Num jogo em que pareceu-me que a equipa entrou em campo com confiança a mais (a confiança dos adeptos reflete-se nos jogadores), o Sporting entrou com garra e mereceu a vitória.

Mas não foi apenas o excesso de confiança que "roubou" a vitória n° 100 a Jesualdo Ferreira, porque esta estava anunciada desde o minuto 11 do jogo da Madeira quando Arvid afastou Ibson do clássico. A partir dessa altura, o treinador do FC Porto ficou com menos opções para o meio campo e foi obrigado, frente ao Sporting, a fazer entrar de inicio dois jogadores que sabiam que tinham de jogar com muitos cuidados para não fazerem faltas que os pudessem afastar do jogo com o Benfica. Porque mesmo que eles digam o contrário, todos sabemos que um jogador quando está "no limite" de cartões, tem mais cuidado e muitas vezes deixa o pé trás. E com isso vai perdendo a batalha do meio campo como aconteceu ontem.

Mas sobre o jogo, existe outro ponto que quero focar e tem a ver com a arbitragem. Pedro Henriques não esteve mal nem foi por culpa dele que perdemos, mas é de...Lisboa. Pior ainda, é sportinguista. Por isso a pergunta: E se fosse ao contrário? O que aconteceria se o árbitro fosse do Porto e portista? O mais certo éra a Morgadinha e os Recordistas da Mentira verem indicios de crime na escolha, nem que para isso tivessem de pagar a uma puta qualquer para inventar umas mentiras que acusassem Pinto da Costa. Mas por falar em Recordistas da Mentira, não foi o Bernardo Ribeiro que mostrou toda a sua azia e raiva contra o FC Porto ao escrever no jornal Record do dia 5 deste mês, que "há algo que tem passado em claro e que não deixa de causar alguma surpresa. As nomeações do fim-de-semana, que colocaram um juiz de risco e da associação do Porto no caminho dos leões, outro juiz do Porto - Jorge Sousa - no confronto do Benfica nas Aves." E então esse senhor(?) agora não acha estranho que escolham para o clássico um árbitro de Lisboa e ainda por cima sportinguista?! Pois.

Já agora, alguém se lembra qual foi o último árbitro da Associação do Porto que apitou um jogo entre o FC Porto e um dos clubes da segunda circular? Eu não mas se me puderam ajudar...e mesmo assim ainda há quem diga que são os dirigentes do Porto que mandam na arbitragem portuguesa! Mas vamos andando e vamos vendo.

Para finalizar, isto veio no O Jogo de sábado e como parece que passou despercebido, resolvi postar aqui:

Investigue-se: questões em torno do Apito Dourado

Há dias, O PATO recebeu um e-mail de uma senhora que - é ela quem começa por dizê-lo - “não se pode expor com receio de represálias internas”, uma vez que é “pessoa ligada às investigações do processo Apito Dourado, cujas intenções iniciais” - acrescenta - “eram as melhores”, rematando contudo: “Estou profundamente desiludida”.

E avança porquê: porque, segundo ela, essas investigações “foram completamente direccionadas” - indica por quem - “escolhidos alvos previamente definidos e cometidas uma série de ilegalidades e notórios erros processuais, que necessariamente vão matar o processo, em que muitos trabalharam de boa fé”. Levantando em seguida muitas questões que enumera, e que, segundo ela, foram deixadas de lado; para adiantar um conjunto de “elementos para uma investigação que deveria ter sido feita e não ocorreu, mas que está muito a tempo de se fazer”, embora “ninguém tenha mostrado interesse em investigá-las”.

Por exemplo:

- Investigue-se a realização de reuniões secretas em Lisboa, e outras no Bar Privado, também em Lisboa (...), testemunhadas por muitos funcionários deste local;

- Investigue-se quanto pagou quem alojou Carolina Salgado para esta dizer o que disse, e quem na PJ deu suporte a essa estratégia;

- Investigue-se, agora que se fala tanto da Bragaparques, qual a ligação dessa empresa (a um determinado clube e ao seu presidente e às sociedades de um outro presidente de clube);

- Investigue-se a ligação (de um árbitro a uma determinada Câmara Municipal) e as ligações do presidente dessa Câmara ao presidente do clube da terra a uma grande empresa, etc., etc., etc. Tudo isso, continuando na EPUL, no caso-João Pinto, na transferência do jogador Marcel para o Benfica, mas (também) ligações de um presidente de um clube com a PJ de Lisboa, e por aí fora.
E avança porquê: porque, segundo ela, essas investigações “foram completamente direccionadas” - indica por quem - “escolhidos alvos previamente definidos e cometidas uma série de ilegalidades e notórios erros processuais, que necessariamente vão matar o processo, em que muitos trabalharam de boa fé”. Levantando em seguida muitas questões que enumera, e que, segundo ela, foram deixadas de lado; para adiantar um conjunto de “elementos para uma investigação que deveria ter sido feita e não ocorreu, mas que está muito a tempo de se fazer”, embora “ninguém tenha mostrado interesse em investigá-las
”.

Interessante não é? ;)
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