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21/09/07

Apito Encarnado é...

Como o Nuno escreveu no seu último post, devem ter esgotado "os fundos para investigação", caso contrário, Luís Filipe Vieira não teria como (antecipado) presente de Natal, o arquivamento do designado caso Mantorras. Porque se existem histórias mal contadas, esta é uma delas. Aliás, segundo parece, os inspectores da PJ queriam prosseguir a investigação mas o MP de Lisboa não deixou. Compreende-se agora porque um dos inspectores decidiu abandonar a equipa da terrorista Maria José Morgado...é que a desculpa esfarrapada da esposa do consultor financeiro do arguído neste processo, já não tinha colado na altura: "estava combinado que Sacramento Monteiro deixasse a equipa para ocupar um lugar de chefia". "De chefia", claro. Como diriam uns certos inspectores, foi contratado a bom dinheiro para a função: “estar calado".

Por falar nisso, no Dossiê Apito Encarnado (Tu, Luís...), escreveram os inspectores sobre o mafioso presidente do Benfica:

"Ainda no Alverca fez o negócio “Mantorras”, estando nos dois lados da barricada, o que já de si foi muito estranho.

Na altura, com a concordância do Sr. Vítor Santos - Bibi, engendraram um esquema para sacarem um milhão ao Benfica.

A forma como tal se processaria consta do processo numa cópia manuscrita pelo Sr. Luís Vieira.

Como o Sr. Luís Vieira tentou enganar o Sr. Vítor Santos, este cedeu a informação à TVI, conseguindo impedir a concretização da negociata.

Recordamos que na altura o Sr. José Couceiro foi entrevistado nessa estação sobre esta transferência e quando lhe demonstraram que o Sr. Luís Vieira havia celebrado um contrato de cessão de posição contratual com a PGD, em seu nome pessoal, referiu de imediato que isso era um assunto de Polícia.

Tinha razão o Sr. Couceiro, desconhecia era que o Sr. Luís Vieira a controlava.

Como o dinheiro não saiu como havia idealizado, decidiu comprar jogadores à molhada ao Alverca para poder tirar o dinheiro que pretendia do Benfica.

O desnorteamento para sacar a qualquer preço foi de tal ordem que até venderam ao Benfica um jogador, Anderson, cujas direitos desportivos não pertenciam ao Alverca.

Quando o Sr. Luís Vieira percebeu que o Anderson não era do Alverca tentou que lhe devolvessem esse dinheiro, pois pretendia com ele comprar um apartamento para o seu filho em Miami.

Houve nesta altura um desentendimento com o Sr. Bugarim que não concordava, pois havia outras parcelas relacionadas com outros jogadores vendidos que não haviam chegado ao Alverca.

Esses valores saíram do Benfica em numerário, levantados por um ex-candidato à presidência do V. Setúbal e foram utilizados para adquirir pela empresa Turixira, cujo Presidente do Conselho de Administração era o Sr. Luís Vieira, terrenos na zona de Tavira.

Há três empresários que se quisessem falar poderiam esclarecer toda esta tramóia.

Um está disponível para falar, mas quando ouvido pela P. J. não sentiu confiança suficiente para “abrir o livro”, pudera...!

Outro antes de falar foi contratado a bom dinheiro pelo S. L. Benfica para a função: “estar calado”.

O terceiro está fora do País, mas perfeitamente localizado.

Não temos opinião formada sobre o nosso colega titular do processo “Mantorras”, mas sabemos quem o rodeava e recolhia informação privilegiada.

Foi essa informação privilegiada que levou o Sr. Luís Vieira a combinar com o Sr. Joaquim Oliveira a caixa no 24 Horas da sua ida à P. J..

Tal notícia foi previamente combinada entre os dois e o que se passou foi uma autêntica encenação (lá vem outra vez a queda para a sétima arte) do Sr. Luís Vieira.

Entender-se-á esta combinação, que retirou à P. J. a oportunidade de ouvir como arguido o Sr. Luís Vieira, quando se perceber quem está por detrás da empresa em Off Shore “Spinelli”, proprietária do Alverca.

Serão os Srs. Vieira e Oliveira?

A desorientação foi de tal ordem que ao que consta, para se verem livres de um jogador que tinha contrato até 2008, rescindiram-lhe o contrato por mútuo acordo, mas sem ele saber.

Mas o caso “Mantorras” não é virgem.

Os adeptos do S. L. Benfica deveriam saber qual o destino que os Srs. Vieira e Veiga deram aos dois milhões de euros que dizem ter custado o jogador Kikin Fonseca ao Cruz Azul.

O site sportugal divulgou que o jogador veio a custo zero e eles, imediatamente, venderam-no para que se não falasse mais no assunto.

Outro negócio que era importante perceber foi o do jogador Marcel.

Na véspera da sua concretização, a sua anterior equipa foi jogar ao estádio da Luz.

Foram severamente prejudicados, de tal forma que quem prestou declarações à comunicação social foi o seu presidente, agastadíssimo com o que se passara.

Surpresa das surpresas no dia seguinte aparece a negociar o referido jogador
."
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