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06/03/11

Cheira bem, cheira ao titulo do FC Porto!

Só precisamos de vencer os próximos três encontros para podermos festejar mais um titulo. Não será fácil, a U.Leiria e a Académica, principalmentes estes, são adversários muito complicados e que nos poderão criar bastantes dificuldades. Mas quem tem um plantel Mágico como o do FC Porto e um treinador jovem mas com muita qualidade como André Villas-Boas pode e deve sonhar sempre com a vitória. Foi o que aconteceu ontem com um candidato ao terceiro lugar. Por falar nisso, como Manuel Machado caiu no ridiculo de criticar a arbitragem de um jogo em que o FC Porto foi sempre superior e em nada foi favorecido, aqui fica a crónica ao jogo do Correio do Minho:

Conquistadores abafados pelo Dragão

Motivado com a hipótese de ascender ao terceiro lugar do campeonato, ainda que à condição, o Vitória de Guimarães entrou bem no Dragão, com personalidade, a criar as primeiras situações de perigo, mas depois viu o líder pegar no jogo e mandar até ao intervalo.

Obrigado mais a estar empenhado nas tarefas defensivas, e sem conseguir colocar o veneno desejado no contra-ataque, o guarda-redes brasileiro Nilson começou a assumir-se o grande protagonista do jogo, com várias defesas de alto gabarito entre os postes vitorianos, mormente aos 5, 10 e 37 da primeira parte, as mais vistosas.

Com o FC Porto a carregar, mas sem marcar, e as bancadas portistas numa autêntica panela de pressão, o Vit. Guimarães teve o mérito de resistir até ao intervalo, enervando as hostes do líder do campeonato.
A apostar sempre no contra-ataque como estratégia motora para tentar abafar a chama dos ‘dragões’, o Vit. Guimarães voltou a entrar determinado na segunda parte, mas esbarrou na maior determinação dos portistas. Valeu novamente Nilson a salvar as hostes minhotas no sufoco do FC Porto. Porém, aos 67 minutos, já nada pôde fazer quando Falcão lhe surgiu pela frente e rematou certeiro, depois de um ‘passe de morte’ de James, a rasgar a defesa vitoriana.

A perder e sem nada a temer, o Vitória tentou reagir, com Manuel Machado a refrescar a equipa com as entradas dos jovens Rafael e João Pedro, mas o FC Porto manteve sempre o controlo e domínio de jogo, e deu o ‘xeque-mate’ já nos descontos por Cristian Rodriguez, num contra-ataque mortífero desenhado por Álvaro Pereira.
Miguel Machado, Correio do Minho
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2009/10: 92 dias e 18 jogos depois fez-se justiça!

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